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A zebra está solta na Copa! Não deixe acontecer nos seus investimentos

Nestas primeiras semanas da Copa do Mundo 2014, três campeões mundiais foram desclassificados precocemente: Inglaterra, Espanha e Itália. Com isso, para surpresa geral, o mundial repete uma marca de 2002, quando um trio com forte histórico vitorioso (França, Uruguai e Argentina) foi eliminado ainda na fase de grupos.

Portugal também decepcionou. A seleção que tem o melhor jogador do mundo na atualidade (Cristiano Ronaldo) mostrou desempenho muito aquém do esperado: perdeu da Alemanha (4×0), empatou com os Estados Unidos (2×2) e, apesar de vencer Gana (2×1), acabou excluída da competição.

Por outro lado, a Costa Rica aparece como grande surpresa positiva desta edição. Em sua quarta participação no campeonato, avança de fase pela segunda vez, depois de vencer Uruguai (3×1) e Itália (1×0) e ficar no zero a zero com a Inglaterra. Só para lembrar, a primeira situação em que a Costa Rica seguiu adiante na Copa foi em 1990, quando estava no grupo de Brasil, Escócia e Suécia.

É… parece que a zebra está solta nos campos de futebol. Mas, e se ela resolver aparecer também quando você estiver lidando com o seu dinheiro? Nem pensar! A gente ajuda você a se prevenir contra zebras no seu portfólio, ou seja, contra incertezas nos resultados futuros das suas aplicações. Assim, seu patrimônio não vai ficar em jogo.

Performance histórica

Um aspecto importante que a Copa mostra ao universo dos investimentos é que a performance histórica é um indicador importante, mas que não deve ser considerado isoladamente nem ser objeto de confiança excessiva.  Lembre-se: sucesso no passado não significa sucesso no futuro, que é incerto por natureza.

O que aconteceu no mundial de futebol ilustra muito bem isso. O fato de a Costa Rica ter pouca tradição em jogar Copas do Mundo não a impediu de vencer partidas importantes. Também não é por que a Itália levou a taça quatro vezes que agora conseguiu repetir bater todos os adversários que encontrou pela frente.

Efeito manada

Com a Copa, ficou claro também que se deixar levar pela opinião da maioria muitas vezes não se revela uma boa estratégia. Onde está boa parte das seleções consideradas favoritas neste exato momento? De malas prontas, indo para casa.

Nos investimentos, da mesma forma, é preciso estar alerta para o chamado “efeito manada”. Nada de optar por um investimento simplesmente porque muitos estão fazendo o mesmo, sem parar para refletir se aquela é uma decisão acertada para a sua situação pessoal.

E se você não se tiver bons conhecimentos financeiros e não se sentir seguro para escolher seus investimentos sozinho, cerque-se de ajuda especializada. Isso pode ser feito por meio de assessoria especializada. O Magnetis também tem ferramentas que podem ajudá-lo nesse sentido.

Diversificação

Mais um ponto fundamental a aprender com a Copa e levar para os investimentos: a diversificação é uma aliada. Ela contribui para que: em caso de imprevistos ruins, como um desempenho negativo de determinado ativo, outras aplicações possam compensar as perdas e seu portfólio seja preservado; e em caso de surpresas positivas, como como uma boa performance de um ativo considerado inferior, você possa se beneficiar de ganhos acima do esperado.

Investir em um portfólio concentrado seria como apostar todas as suas fichas na vitória da Espanha e agora vê-la eliminada da Copa. O ideal é distribuir as expectativas entre vários times, grandes e pequenos. Deste modo, se um é excluído da competição, você ainda pode contar com alternativas com possibilidades de ganhar.

Fica, então, a nossa dica: não se esqueça de, além de torcer, aplicar todos esses aprendizados desta Copa para cuidar do que é seu.

E vamos tocer para que a zebra não ataque nossa seleção, não é?

Bons jogos e bons investimentos!

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