CDI: o que é essa taxa e como ela influencia seus investimentos?

por Vinicius Maeda

Se você já pesquisou sobre investimentos, deve ter se deparado com uma sigla de três letrinhas: CDI.

Para quem está dando os primeiros passos nesse terreno, ela provavelmente é uma ilustre desconhecida. Ilustre sem ironias, pois quando se fala nesse assunto, tal taxa de juros está por toda parte, seja definindo rendimentos de aplicações em renda fixa ou servindo de parâmetro para o desempenho de fundos.

O CDI é importantíssimo: ele é uma referência para todo o mercado. Por isso mesmo fizemos este post: nele, você descobre o que é CDI, como ele é calculado, qual é sua relação com a Selic (outra famosa taxa de juros) e, claro, como usá-lo para fazer seu dinheiro render.

O que é CDI?

Vamos começar com as definições básicas: CDI é a sigla para Certificado de Depósito Interfinanceiro. Você também pode encontrar o nome Certificado de Depósito Interbancário. Os dois nomes estão corretos, mas o Interfinanceiro é, atualmente, o oficial. O CDI, então, é um título emitido por uma instituição financeira, como um banco ou uma corretora, para tomar dinheiro emprestado de outra instituição.

A partir dos juros cobrados nesses empréstimos entre instituições financeiras, é obtida a taxa CDI, que você vê quando vai investir.

Para entender melhor do que se trata e qual é a importância do CDI, é preciso compreender como os bancos funcionam.

Essas instituições mantêm muito dinheiro e também são responsáveis por um número gigantesco de transações financeiras todos os dias. Pense em quantos saques, depósitos, pagamentos, aplicações e empréstimos são feitos diariamente por todos os clientes de um banco.

Nesse cenário, é comum haver situações pontuais de desequilíbrio financeiro, apesar de todo o planejamento feito. Se os clientes de um banco fizeram um número muito maior de saques do que de depósitos em determinada data, por exemplo, é possível que ele chegue ao fim do dia com o balanço negativo.

Além disso, há uma série de obrigações legais que um banco deve cumprir para garantir seu funcionamento adequado. Eles não podem encerrar o dia com o caixa negativo, por exemplo, e devem cumprir com os depósitos compulsórios estipulados pelo Banco Central — que são uma forma de controlar a quantidade de dinheiro circulando na economia.

Por isso, há situações em que um banco precisa de recursos financeiros para regularizar o estado de suas contas. Quando isso acontece, ele pode recorrer ao chamado mercado interbancário e tomar emprestado de outros bancos, pagando juros. Isso é feito por meio da venda de seus Certificados de Depósito Interfinanceiro (CDIs).

Instituições que estão em boas condições financeiras, por sua vez, podem comprar esses CDIs e obter uma remuneração com os recursos que estão parados.

Como o CDI é calculado?

Agora você já sabe o que é o Certificado de Depósito Interfinanceiro em si. Entretanto, você possivelmente deve ter lido ou ouvido falar do CDI como uma taxa de juros.

A chamada taxa CDI, taxa DI ou simplesmente CDI é a média de quanto os bancos cobram pelos empréstimos feitos a outros bancos. Explicaremos em detalhes como essa taxa é formada.

As operações feitas por meio dos Certificados de Depósito Interfinanceiro podem ter diversos prazos para pagamento e juros prefixados ou pós-fixados. A maior parte, entretanto, é composta por um tipo específico de operação: empréstimos de curtíssimo prazo, com pagamento estipulado para apenas um dia (denominado Overnight) e com uma taxa de juros prefixada.

A chamada taxa CDI Over é calculada pela média dos juros cobrados nessas operações que constituem a maioria desses empréstimos. Eles são feitos por meios eletrônicos e registrados na Cetip, instituição responsável por aferir, calcular e divulgar a taxa todas as noites, após o fechamento do mercado.

A taxa CDI é, então, determinada a partir da conversão do CDI Over diário em uma taxa anualizada, isto é, calculada com base nos 252 dias úteis que um ano tem em média.

Leia também: Os juros vão cair ainda mais. Como investir neste cenário?​

Qual é a relação entre o CDI e a Selic?

Outra taxa muito famosa é a Selic, também chamada de “juros básicos” da economia. A Selic vira notícia periodicamente, quando sua meta é definida nas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

Ela é usada como forma de controlar a inflação ou aquecer a economia, dependendo da situação do país.

Não nos aprofundaremos nas explicações sobre a Selic. O que importa aqui é a seguinte informação: o CDI e a Selic costumam ter valores muito próximos. Para se ter uma ideia, o maior “descolamento” recente entre as duas taxas foi em 2013, com uma diferença de apenas 0,17%. Nos últimos anos, o CDI tem ficado em torno de 0,02% abaixo da Selic, o que permite considerar as duas taxas como praticamente idênticas.

Para ilustrar por que essas duas taxas caminham tão próximas, vamos a mais um exemplo. Imagine que um banco A precisa de dinheiro e, para isso, oferece um CDI para o banco B, que tem recursos sobrando em caixa.

Se a taxa proposta é menor que a Selic, o banco B pode simplesmente negar a oferta e preferir emprestar dinheiro para o governo, por meio da compra de títulos públicos, e receber uma remuneração calculada com base na Selic. Por isso, uma taxa próxima a ela é uma forma de garantir a viabilidade do empréstimo.

Entretanto, o banco A também não pode oferecer juros muito maiores que a Selic. Como veremos adiante, o CDI serve como referência para remunerações do mercado financeiro. Ou seja, subir essa taxa resultaria em elevar a taxa CDI calculada e, consequentemente, pagar juros maiores a quem investe em produtos de renda fixa, o que não é interessante para os bancos.

Leia também: O que é a taxa Selic e como ela afeta os seus investimentos?

Como o CDI influencia os investimentos?

Estamos falando de CDI como uma taxa praticada entre bancos. No entanto, ela tem repercussões diretas nos seus investimentos. Isso se dá não apenas no cálculo da remuneração nas aplicações de renda fixa, mas também como parâmetro para avaliar rendimentos de ações, fundos e até mesmo outros negócios, como a compra de um bem ou a abertura de uma empresa.

Falaremos, a seguir, um pouco sobre esses pontos. Acompanhe!

Cálculo do custo de oportunidade

O primeiro papel que o CDI exerce em qualquer investimento é o de ser a taxa livre de riscos, usada no cálculo de custo de oportunidade.

Vamos começar a explicação por esse último conceito. Custo de oportunidade é o benefício do qual você abre mão ao fazer determinada escolha.

Se você decide fazer uma hora extra no seu trabalho, o custo de oportunidade é o descanso que você perde; se você trabalha por conta própria e decide tirar 15 dias de férias, o custo de oportunidade é o que você ganharia se trabalhasse nesse período.

Como você deve ter reparado nos casos descritos, o custo de oportunidade é bastante subjetivo. Quando o assunto é dinheiro, porém, ele pode muito bem ser calculado.

Imagine, por exemplo, que você está pensando em abrir uma empresa com o investimento de R$ 100 mil. Para saber se esse é um bom negócio ou não, você deve levar em conta não apenas o quanto vai gastar, mas também o quanto esse dinheiro renderia se estivesse aplicado e sendo remunerado com base no CDI.

Se o CDI é de 10% ao ano, por exemplo, isso quer dizer que esses R$ 100 mil renderiam R$ 10 mil em um ano. É um rendimento praticamente garantido, já que se trata de uma correção por uma taxa de juros que oscila muito pouco e de forma bastante previsível. Esse é o valor do qual você está abrindo mão ao decidir usar esse dinheiro no seu negócio.

Qualquer outro investimento — seja ele financeiro, como a compra de ações, ou não, como a aquisição de um imóvel ou a abertura de um negócio — deve ter uma remuneração maior que a correção do CDI para ser vantajoso, como forma de recompensar os riscos envolvidos.

Indicador de performance de investimentos

Para quem está começando agora a investir, a pergunta “será que esse investimento está indo bem?” é bastante frequente. Afinal, como julgar se 8% ao ano, por exemplo, é um bom resultado?

De maneira semelhante ao cálculo do custo de oportunidade, o CDI também pode ser tomado como referência para avaliar a performance de uma aplicação.

Essa premissa é bastante usada em fundos de investimento, principalmente aqueles do tipo renda fixa ou multimercado. Em seus informativos mensais para os cotistas, eles costumam demonstrar seus rendimentos em porcentagens dessa taxa.

A imagem abaixo, da ferramenta de Lâmina de Fundos da Magnetis mostra o desempenho de um dos fundos DI com os quais trabalhamos. Note que seu desempenho está totalmente em linha com o CDI:

Fundo que rende CDI: Brasil Plural Yield Fundo de Investimento Renda Fixa

Quando a performance do fundo se aproxima ou até mesmo supera frequentemente os 100% do CDI, esse é um bom indicador de que ele entrega boas rentabilidades e é gerido de maneira competente.

Você também pode usar o CDI para avaliar seus investimentos de qualquer tipo, mesmo que eles não estejam em um fundo. Basta usar a Calculadora do Cidadão do Banco Central para saber quanto você teria se o valor aplicado fosse corrigido por essa taxa de juros. Se o rendimento foi maior, parabéns! Você está usando muito bem o seu dinheiro.

Cálculo da renda fixa

Esse é o ponto mais importante da relação entre o CDI e os investimentos. Tal taxa é usada por bancos e financeiras para calcular o rendimento da chamada renda fixa, aplicações em que as regras de remuneração são previamente conhecidas e não dependem de outros fatores de mercado.

Títulos pós-fixados são atrelados ao CDI

Os títulos privados de renda fixa do tipo pós-fixado são diretamente atrelados a essa taxa e sua variação ao longo do tempo. Eles costumam oferecer uma parcela do CDI, expressa por meio de uma porcentagem.

Um CDB pode pagar, por exemplo, 90% do CDI. Se em determinado ano o CDI ficou, em média, em 12%, esse CDB teve no período um rendimento bruto de 90% dessa porcentagem, isto é, 10,8%.

Também é possível encontrar aplicações que pagam 100% do CDI (ou seja, o próprio CDI, sem nenhum ajuste) ou até mais, superando seus rendimentos.

É importante notar que a remuneração desse tipo de investimento acompanha a variação do CDI — que, como vimos, segue de perto os ajustes feitos pelo Copom na meta da Selic.

Assim, um corte na Selic fará os rendimentos serem menores a partir daquele momento. O contrário também é verdadeiro: se a Selic sobe, o rendimento também passa a ser um pouco maior daquele ponto em diante.

Porém, isso só muda a “velocidade” do crescimento: como a Selic sempre é positiva, o investimento em renda fixa sempre vai crescer.

Títulos prefixados “antecipam” a previsão das taxas de juros

Existem, também, os chamados investimentos em renda fixa prefixados. Neles, o rendimento da aplicação é expresso por uma porcentagem já conhecida no momento da aplicação (8% ao ano, por exemplo).

Nesse caso, as oscilações do CDI não influenciam investimentos que já foram feitos. Se você já aplicou seu dinheiro a 8% ao ano, a taxa DI pode subir ou descer que seu rendimento será sempre o mesmo: aquele que foi combinado no momento do investimento.

No entanto, a porcentagem ofertada “antecipa” o movimento previsto para o CDI nos próximos meses. Como ele é diretamente relacionado à taxa Selic, é possível estimar para onde essas duas taxas caminharão nos próximos meses. A avaliação de indicadores da economia, como os níveis de inflação, emprego e atividade econômica, dá pistas de como o Copom ajustará a taxa básica de juros.

Ilustrando essa relação dos prefixados: se a Selic está próxima de 12% e o país está em recessão, com números muito baixos de crescimento da atividade econômica e inflação controlada, a tendência é que o Copom corte a taxa de juros, como forma de facilitar o crédito e estimular o consumo.

Portanto, grande parte dos investimentos prefixados pode prever esse movimento e oferecer taxas menores que 12% ao ano antes mesmo de a queda se concretizar.

Uma boa maneira de avaliar as taxas de investimentos prefixados é acompanhar o Boletim Focus. Publicado semanalmente pelo Banco Central, ele é feito a partir de uma pesquisa com economistas das maiores instituições financeiras do país. Eles avaliam a conjuntura econômica e projetam os indicadores dos próximos meses, como a própria taxa Selic, o crescimento do PIB e a inflação.

No momento de publicação deste texto é escrito (5 de junho de 2017), a meta da Selic está em 10,25% e a projeção do último Boletim Focus é de que ela caia a 8,5% até o final do ano.

Munido dessa informação, o ideal é procurar um investimento prefixado que esteja, no mínimo, acima das previsões da Selic trazidas pelo boletim.

É possível investir em CDI?

O Certificado de Depósito Interbancário em si está disponível apenas para instituições financeiras. Isso significa que não é possível aplicar diretamente nesses títulos.

Entretanto, você pode investir em títulos de renda fixa que são ligados a essa taxa, o que é quase a mesma coisa em termos de resultados.

Falaremos um pouco mais sobre os principais investimentos atrelados ao CDI. Veja abaixo!

CDB

O Certificado de Depósito Bancário é um dos investimentos em renda fixa mais populares — em 2016, segundo dados do Cetip, eram quase R$ 550 bilhões em investimentos desse tipo. Com ele, você empresta dinheiro para um banco em troca de recebê-lo acrescido de juros depois de certo prazo.

Os CDBs chamados pós-fixados são diretamente atrelados ao CDI. Na hora do investimento, você sabe qual será a porcentagem dessa taxa que ele renderá, como no exemplo que usamos para ilustrar o tópico anterior. O valor investido é corrigido diariamente, de acordo com a taxa CDI do dia.

Existem CDBs que oferecem liquidez diária — isto é, títulos que permitem que você retire seu dinheiro a qualquer momento e receba a remuneração pelo período em que o valor ficou investido; outros só permitem o resgate no vencimento do título.

A porcentagem do CDI oferecida varia de acordo com alguns fatores. Um deles é o tamanho do banco: grandes bancos comerciais — como aquele em que você provavelmente tem conta-corrente para receber seu salário e pagar despesas — oferecem parcelas menores do CDI, pois eles têm muitos clientes e não precisam se esforçar para obter recursos.

Bancos de pequeno e médio porte, por outro lado, oferecem remunerações maiores para captar mais dinheiro e atrair investidores. Você pode comprar títulos emitidos por esses bancos sem precisar abrir uma conta neles: a transação é feita por meio de uma corretora de valores.

O prazo e a liquidez também influenciam no rendimento: títulos com vencimentos mais distantes e que não permitem o resgate antes dessa data geralmente oferecem remunerações maiores que aqueles de prazo mais curto e liquidez diária.

Por fim, o valor investido também pode ser levado em conta: em alguns casos, há CDBs que oferecem porcentagens maiores, mas, em contrapartida, exigem a aplicação de quantias elevadas.

Investimentos em renda fixa são praticamente imunes ao chamado risco de mercado. Enquanto ações, por exemplo, podem subir ou cair de preço, de acordo com o desempenho das empresas ou a conjuntura econômica, a renda fixa depende exclusivamente das taxas. Seu dinheiro pode render um pouco menos ou um pouco mais, de acordo com a variação dos juros, mas ele sempre rende.

O principal risco existente nesse tipo de aplicação é o de crédito, isto é, o perigo de a instituição emissora não cumprir com o pagamento — em termos mais populares, dar um calote. Para combatê-lo, o CDB conta com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Entidade privada criada para assegurar a estabilidade do sistema financeiro brasileiro, o FGC cobre investimentos de até R$ 250 mil por CPF. Assim, se o banco passar por dificuldades financeiras e não conseguir pagar seus credores, o FGC pode intervir e devolver o dinheiro aos investidores.

É importante ficar atento ao limite que mencionamos: se você for aplicar um valor maior que R$ 250 mil, é recomendável dividir a quantia entre dois bancos, a fim de estar totalmente coberto no caso de uma falência.

O CDB sofre incidência de Imposto de Renda. A alíquota varia entre 22,5% e 15% sobre a rentabilidade, de acordo com o prazo de resgate. Veja a tabela:

Tabela regressiva do Imposto de Renda
Prazo da aplicaçãoAlíquota de imposto
Até 180 dias22,5%
De 181 a 360 dias20%
De 361 a 720 dias17,5%
Acima de 720 dias15%

No caso de resgates antes de 30 dias, também há a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), cuja alíquota sobre os rendimentos varia de 96%, no primeiro dia, a 0%, do 30º dia em diante.

O CDB é o principal investimento em renda fixa, mas não é o único. Falaremos um pouco sobre a LC, a LCA e a LCI e as especificidades de cada uma delas. Continue lendo!

Letra de Câmbio

LC é a sigla para Letra de Câmbio. Apesar do que o nome pode sugerir, ele não tem nenhuma relação com moedas estrangeiras, cotação do dólar, nada disso. A Letra de Câmbio é como um CDB, porém não é emitida por um banco e, sim, por uma financeira — isto é, uma empresa especializada em oferecer empréstimos, como crédito pessoal e crédito consignado.

Assim como o CDB, a LC também conta com a garantia do FGC. A tributação é a mesma: cobrança de IOF para resgates em menos de 30 dias e IR entre 22,5% e 15%.

Por outro lado, enquanto CDBs com liquidez diária são fáceis de achar, as LCs quase sempre são oferecidas com resgate apenas no vencimento.

LCI e LCA

Outro investimento atrelado ao CDI são as “irmãs” Letras de Crédito Imobiliário e Letra de Crédito do Agronegócio. São títulos de cessão de crédito, isto é, papéis emitidos por instituições financeiras para captar dinheiro e oferecer empréstimos para esses dois setores da economia.

Seu funcionamento é muito parecido com o do CDB e da LC: há opções com liquidez diária ou resgate apenas no vencimento, são investimentos garantidos pelo FGC e, no caso dos pós-fixados, seu rendimento está atrelado a uma porcentagem do CDI.

A principal diferença está na tributação: essas duas letras são isentas de Imposto de Renda, o que pode fazer você ganhar mais dinheiro mesmo com uma rentabilidade menor. Como?

Imagine que você vai investir e tem que escolher entre uma LCI que oferece 95% do CDI e um CDB que oferece 100% do CDI. Qual é a melhor opção em termos de rendimento?

O CDB tem maior rentabilidade bruta — isso é óbvio, basta comparar os números. Porém, a tributação faz toda a diferença no dinheiro que chega de fato para você.

Caso você decida investir nesse CDB, terá que pagar, no mínimo, 15% de Imposto de Renda sobre o lucro. Assim, os 100% do CDI viram 85%, caso seu dinheiro fique aplicado por dois anos para poder resgatá-lo pagando a menor alíquota.

Por isso, o LCI pode ser melhor, já que os 90% do CDI serão repassados integralmente para você, sem cobrança de IR.

Neste post, você foi devidamente apresentado ao CDI e seu processo de cálculo, sabe utilizá-lo para avaliar seus investimentos e conhece opções para fazer seu dinheiro render com ele. Agora, cabe a você fazer seu planejamento, definir seus objetivos e procurar o auxílio adequado para começar a investir.

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Vinicius Maeda

Vinicius Maeda é Diretor de Relações com Investidores da Magnetis.

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  • Bruno Paschoali

    Pqp Vinicius, essa postagem ficou excelente!! Está muito bem explicado o que é o CDI e suas relações. Obrigado pela aula!