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Como estou construindo uma nova relação com o dinheiro

Olá.

Recentemente, ouvi de um amigo uma observação que uso para abrir este post: “Agora que você finalmente conseguiu começar a investir, tudo vai dar certo, com tranquilidade”. Fiquei feliz da vida com o incentivo, mas, infelizmente, não foi bem assim.

Mal comecei a aplicar meu dinheiro e… ops! Percebi que havia subestimado as despesas das semanas seguintes e que faltaria dinheiro na conta corrente. Lá fui eu resgatar parte do que havia acabado de investir. Uma decepção.

Em vez de simplesmente lamentar, resolvi aprender mais uma lição: investir, sim; porém, antes, calcular direitinho o valor disponível.

Finanças balanceadas

Depois disso, não aconteceu mais de eu planejar errado o montante a aplicar. Um alívio. Mas me preocupa um pouco o fato de eu estar acrescentando mensalmente apenas quantias pequenas, nunca maiores do que 10% do meu salário, porque ainda sobra pouco.

Li outro dia que o ideal não é aplicar o que sobrou, e sim separar no começo do mês uma parte das entradas para investir. Será que alguém realmente consegue fazer isso? Eu, pelo menos por enquanto, não.

Além disso, faço questão de desfrutar das boas coisas da vida. Quero manter minhas finanças balanceadas, ter consciência para gastar, não me exceder em despesas supérfluas. Mas não pretendo cortar do orçamento atividades que me fazem bem, proporcionam bons momentos na minha vida.

Conscientização crescente

É interessante perceber que, nesse processo de maior conscientização financeira, venho mudando bastante a minha relação com o dinheiro. Quer uma prova? Tenho uma coleção de discos que reuni durante vários anos. Pois decidi colocá-la à venda. Fiz o mesmo com alguns eletrônicos que vinha usando pouco, para assim levantar recursos e engrossar minhas aplicações financeiras. Já consegui compradores para boa parte desses objetos, e o pagamento foi direto para o banco.

Mais um exemplo? Na semana passada, me peguei pensando em vender meu carro, escolher um mais barato e aplicar a diferença para aumentar os meus investimentos. Quem diria que eu teria uma ideia como essa há alguns meses! Bom… por enquanto, esta ainda é apenas uma ideia.

Um passo de cada vez, e nesse processo, eu diria que, se continuar poupando todo mês, sem desistir, já vou me dar por contente. Quem sabe dentro algum tempo consigo investir regularmente uma parcela maior da minha renda, algo como 20%?

Segurança financeira

Sem dúvida, estou fazendo movimentos importantes, considerando que o que está em jogo são a minha segurança financeira e o meu futuro.

Procuro manter em mente sempre o meu grande objetivo: construir uma reserva para emergências e acumular um patrimônio que me permita, daqui a vários anos, viver sem depender de salário ou, quem sabe, investir em um negócio.  Quero chegar aos 40 anos bem tranquilo na área financeira.

E você? Por que investe ou quer investir? Compartilhe comigo no espaço de comentários e continue me acompanhando!

Um forte abraço,

Alberto

 

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