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Imposto de Renda 2022: aprenda a declarar seus investimentos

Em dúvida sobre como declarar seus investimentos no Imposto de Renda? Preparamos um guia completo com os principais tipos de investimentos que precisam ser lançados na declaração do IR 2022.

Antes de começarmos, vamos recapitular as principais informações sobre a declaração de Imposto de Renda.

O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda 2022 terá prazo mais curto, de 7 de março a 29 de abril. De acordo com o Secretário Especial da Receita Federal, auditor-fiscal Julio Cesar Vieira Gomes, a expectativa é de que 34.100.000 declarações sejam enviadas até o final do prazo.

Como declarar investimentos no Imposto de Renda

Uma vez que você se encaixa nos critérios para fazer a declaração de Imposto de Renda, precisa lançar também os seus investimentos no programa da Receita Federal.

Na maioria dos casos, os investimentos precisam ser lançados em dois momentos na declaração. Explicamos melhor a seguir:

Bens e Direitos

Na aba Bens e Direitos, você deve lançar o saldo dos seus investimentos, ou seja, o total aplicado no fim do ano-calendário da declaração e a posição no ano anterior. Independente de qualquer situação, todos os seus investimentos devem ser lançados nessa aba.

Cada aplicação tem um código específico, que você deve preencher na opção “Código”. 

Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva

Na aba Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva você deve lançar os rendimentos dos seus investimentos em aplicações tributadas, como Tesouro Direto, CDB e fundos de investimento. Nesse caso, os valores devem ser lançados já descontando os impostos e taxas.

Rendimentos Isentos e Não Tributáveis

Na aba Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, você deve lançar rendimentos daqueles seus investimentos em poupança e  em aplicações isentas de Imposto de Renda, como LCI, LCA e debêntures de infraestrutura (incentivadas).

Pagamentos Efetuados

Na aba Pagamentos Efetuados você deve lançar seus investimentos em PGBL e fundos de pensão (FAPI).

Mas atenção: você não precisa calcular todos esses valores! Eles já vêm prontos para serem lançados na declaração nos Informes de Rendimentos do seu banco ou corretora. Em caso de dúvida sobre esses números, você deve procurar o estabelecimento responsável pelos seus investimentos.

Agora, vamos ver mais detalhes de como declarar seus investimentos no Imposto de Renda.

Como declarar Tesouro Direto no Imposto de Renda

Para declarar investimento do Tesouro Direto no Imposto de renda;

  • Acesse a ficha “Bens e Direitos”, selecione o grupo “04 – Aplicações e Investimentos”, depois o código “02 – Títulos públicos e privados sujeitos à tributação” e clique em “novo” para informar o valor investido
  • Informe o saldo dos investimentos entre 31/12/2020 e 31/12/2021.
  • Preencha a página com o CNPJ da instituição financeira onde realizou o investimento (a corretora, por exemplo). Na parte de discriminação, escreva algo como “Título do Tesouro Direto”.

Além do valor investido, é possível que a aplicação em tesouro direto produza rendimentos. Os rendimentos produzidos pela aplicação constarão do informe de rendimentos emitido pela fonte pagadora do rendimento e deverão ser informados em outra ficha: 

  • Ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”, no código “06 – Rendimentos de aplicações financeiras”.
  •  Depois, informe o beneficiário do título, o CNPJ da fonte pagadora, o nome da fonte pagadora e o valor do rendimento no período.

Como declarar CDB e outras aplicações de renda fixa no Imposto de Renda

As aplicações que um investidor tem em renda fixa devem ser incluídas na Declaração do Imposto de Renda 2022, mesmo as que são isentas de tributos.

Para conseguir declarar seu investimento em CDB, LCs, ou RDB, o investidor deverá recorrer ao Informe de Rendimentos. 

Esse documento é fornecido pela instituição responsável pela custódia do título. A forma de declarar o IR desses produtos é semelhante à do Tesouro Direto.

Para declarar investimentos de renda fixa como CDBs, LCs e RDBs: 

  • Acesse “Bens e Direitos”, selecione o grupo “04 – Aplicações e Investimentos”, e depois o código “02 – Títulos públicos e privados sujeitos à tributação (Tesouro Direto, CDB, RDB e Outros)” e clique em “novo”.
  • Na parte de discriminação, informe CNPJ da instituição financeira responsável pelo título, qual investimento de renda fixa, e número da conta. 
  • Informe o saldo dos investimentos entre 31/12/2020 e 31/12/2021. Os valores devem estar de acordo com os informes de rendimentos.

Em caso de conta conjunta, a recomendação é completar a descrição com o nome completo e CPF do cotitular. 

Ainda, os valores dos rendimentos provenientes dos investimentos devem constar na aba:

  • “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/ Definitiva”, no código “06 – Rendimentos de aplicações financeiras”.

Em todos os casos, é necessário informar se os bens ou rendimentos são do contribuinte titular ou do dependente. 

Como declarar fundos de investimento no Imposto de Renda

Fundo de investimento é um tipo de aplicação financeira que capta recursos de diversos investidores (os cotistas) e aplica esses recursos em diversos ativos. Eles estão sujeitos à chamada Tributação Exclusiva ou Definitiva.

Para declarar a posse fundos de investimento, siga o passo a passo abaixo:

  • Vá até a ficha “Bens e direitos”;
  • Insira o código de acordo com o tipo de fundo:
    • grupo 7 (Fundos), código 01: fundos de curto e de longo prazo;
    • grupo 7, (Fundos), código 04: fundo de ações, Fundos Mútuos de Privatização, Fundos de Investimento em Empresas Emergentes, Fundos de Investimento em Participação e Fundos de Investimentos de Índice de Mercado; 
    • grupo 7 (Fundos), código 99: Outros fundos.
  • Preencha o CNPJ do fundo, nome e CNPJ da instituição administradora do fundo e quantidade de cotas no campo “Discriminação. Se a cota for conjunta, coloque o nome e CPF do co-titular/CNPJ do fundo;
  • Insira a “Situação em 31/12/2021” o valor que você tinha investido nessa data;
  • Repita o processo até declarar todos os fundos de investimentos que você tem na sua carteira. 

Como declarar investimentos em ações, ETFs e fundos imobiliários no Imposto de Renda

As aplicações em ações, ETFs e fundos imobiliários (FIIs) são declaradas de maneira diferente no Imposto de Renda. Como não há desconto de Imposto de Renda na fonte, é responsabilidade da pessoa que investe calcular e recolher o IR.

O IR dos ETFs de renda fixa é retido na fonte, o que faz com que não seja necessário pagar o Darf sobre o lucro da venda desses ativos. Ele é cobrado no momento do resgate da aplicação, pagamento de rendimentos ou venda do ativo no mercado secundário.

Assim como ocorre com outros produtos de renda fixa, informar a posse e os rendimento desse ETF durante a declaração é obrigatório.

Já a tributação referente aos ETFs de renda variável é composta por uma alíquota fixa de 15% sobre o ganho de capital do investidor com a operação.

Diferentemente do mercado de ações, não há isenção de IR para vendas abaixo de R$ 20 mil: todo o lucro com a venda de cotas de ETF é tributado.

Vale lembrar que, como ocorre com a venda de ações, ao vender uma cota de ETF, o investidor tem uma retenção de imposto de renda direto na fonte, com uma alíquota de 0,005%. 

Os investimentos em ETFs devem ser lançado em dois momentos, na hora de declarar o saldo e depois os rendimentos no período. 

Para declarar as cotas de ETFs (renda fixa e variável):

  • Entre na ficha de “Bens e Direitos”, selecione o grupo “07 -Fundos” e depois o código “09 – Demais Fundos de Índice de Mercado (ETFs)”. Clique em “novo”. 
  • Preencha o CNPJ da instituição financeira ou corretora que administra o ETF. 
  • Na discriminação é preciso escrever os dados do ETF, seguindo um padrão de “ETF – Nome do ETF – Número de cotas”. 
  • No campo “Situação 31/12/20 e 31/12/21”, é preciso somar o valor de aquisição do ETF em questão. Se você não tinha ETF em 2020, basta deixar o campo zerado. 

Nesse cálculo entram os custos de corretagem, além dos valores das cotas.

Por exemplo: se um investidor adquiriu 100 cotas de um determinado ETF por R$ 10 cada, o valor de aquisição foi de R$ 1000.

Se a taxa de corretagem e eventuais impostos somarem R$ 25,00, o total a incluir na lacuna de “Situação” é R$ 1025,00.

Após realizar a declaração de saldo, é necessário declarar os resultados nas operações em questão. O investidor deve declarar eventuais lucros ou prejuízos em todos os meses do ano para cada ETF em carteira.

É importante ressaltar que é essencial separar as Operações Comuns  (em que a data da compra é diferente da data de venda), das Operações de Day trade (que são operações que começam e terminam no mesmo dia). 

Para as Operações de Day trade, a alíquota de IR é de 20%. 

Para declarar rendimentos de ETF:

  • Selecione a Ficha de “Rendimentos sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”, na linha “06 – Rendimentos de aplicações financeiras”; 
  • Indique o nome do CNPJ e da fonte pagadora, conforme informe de rendimentos por ela fornecido.

Para declarar os lucros e prejuízos com a venda de ETFs:

  • Na ficha de “Renda Variável” no menu principal, selecione a opção “Operações Comuns/Day-Trade”.
  • Em seguida, com o Informe de Rendimentos em mãos, deve preencher os meses em que houve venda de ETF, indicando o lucro ou prejuízo, na linha “Mercado à vista – Ações” – na coluna do tipo de operação.
  • Por fim, deve-se acessar o quadro “Consolidação do Mês”, presente em todos os meses ao final da página. 

Lá, o investidor deve preencher o campo de IR retido na fonte e o imposto que foi pago via Darf naquele mês para que esses valores sejam abatidos do total de imposto devido. 

Todas essas informações podem ser conferidas no Informe de Rendimentos.

Para declarar a posse de FIIs, siga o passo a passo a abaixo:

  • Na declaração de “Bens e Direitos”, insira o grupo 07 (Fundos imobiliários), código 03 (“Fundos de Investimentos Imobiliários);
  • Em seguida coloque as informações em “Discriminação”: nome e o CNPJ do fundo em que você investiu, a quantidade de cotas que constava na sua carteira até o último dia do ano e o titular. Se a conta for conjunta, coloque o nome e CPF do co-titular/CNPJ do fundo;
  • Por fim, em “Situação” você precisa inserir o valor de aquisição total – custo de aquisição médio das cotas multiplicado pela quantidade que você tinha disponível no último dia do ano.

Importante: caso o ano passado tenha sido o primeiro em que você comprou fundos, deixe o campo “Situação” sem informações. Insira informações apenas no segundo campo, no qual consta a data do último ano.

Rendimentos e vendas 

Os fundos imobiliários têm dividendos isentos de IR. Ou seja, na hora de declarar, preencha a ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, com o código 26 que corresponde a “Outros”.

Já na hora de vender, utilize a ficha “Renda Variável” e encontre a aba “Operações Fundos de Investimento Imobiliário”. Assim como nas ações, é necessário preencher os lucros e prejuízos de cada mês, com o valor de imposto pago no mês via Darf.

Em outras palavras, o rendimento mensal dos fundos imobiliários é isento de IR, mas se você vender as cotas e o resultado for positivo, é necessário pagar 20% de imposto. 

Como declarar previdência privada no Imposto de Renda

A previdência privada é uma forma de poupar e aplicar seu dinheiro para o longo prazo. Os planos oferecem algumas vantagens quanto ao Imposto de Renda.

  • não têm come-cotas, diferente dos fundos de investimento tradicionais;
  • as aplicações em PGBL podem ser deduzidas na declaração de IR;
  • é possível indicar os herdeiros dos recursos na contratação do plano;
  • o Imposto de Renda pode chegar a 10% após 10 anos de investimento, conforme a tabela a seguir.

Também há dois regimes de tributação: a tabela progressiva ou tabela regressiva de Imposto de Renda. Cada uma tem particularidades na hora de fazer a declaração.

Para declarar o VGBL no Imposto de Renda:

  • Acesse a ficha “Bens e Direitos”, no grupo “99 – Outros Bens e Direitos”, e depois o código “06 – VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre”.
  • No campo “Discriminação”, informe o nome da entidade que administra os recursos e seu CNPJ.
  • Depois, no campo “Situação em 31/12/2021”, insira o saldo bruto total investido no plano até essa data. Faça o mesmo no campo “Situação em 31/12/2020”. É sempre o saldo bruto total – sem incluir a rentabilidade.
  • No Informe de Rendimentos, o contribuinte tem acesso a esses valores.

Para declarar PGBL no Imposto de Renda:

  • Acesse a ficha “Pagamentos Efetuados”.
  • Escolha o código “36 – Previdência Complementar (Inclusive FAPI)”. Há outras opções e no informe de rendimentos está descrito o código que o investidor deve escolher.
  • No campo “Discriminação”, o contribuinte precisa informar nome e o CNPJ da instituição responsável pelo plano de previdência. O saldo não é requerido.
  • Se, no ano-base da declaração, o contribuinte fez apenas contribuições e não realizou nenhum resgate, não é necessário preencher mais nada. Se não houve contribuições no período, também não é preciso informar na declaração.

Como declarar investimentos em criptoativos no Imposto de Renda

Quem fez investimentos em bitcoin ou outras criptomoedas em 2021 também precisa lançar essas informações na declaração do Imposto de Renda 2022. No entanto, há algumas particularidades na declaração desses ativos.

Os ganhos de capital obtidos com negociação de criptoativos ou moedas virtuais, como o Bitcoin, são tributados sempre que as vendas totais superam R$ 35 mil por mês. Sobre esse lucro, incidem as regras gerais de ganhos de capital. Portanto, a tabela é a da tributação anual progressiva:

GanhosTributo
Abaixo de R$ 5 milhões15%
Entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões17,50%
Entre R$ 10 milhões e R$ 30 milhões20%
Acima de R$ 30 milhões22,50%

O recolhimento do imposto precisa ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao das transações, por meio de um Darf, usando código de receita 4600.

Até R$ 35 mil, as vendas mensais de criptomoedas são isentas de Imposto de Renda. Mas atenção: o limite considera o conjunto de criptoativos ou moedas virtuais negociados no Brasil ou no exterior, independentemente do nome (Bitcoin, Ethereum, Litecoin, Tether, entre outras), e também envolve a permuta de criptoativos, ou seja, sem a necessária conversão para reais ou outra moeda fiduciária. Caso as operações gerem ganho de capital acima de R$ 35 mil no mês, o montante estará sujeito à tributação.

Criptomoedas que não foram vendidas e estão em posse do declarante não são taxadas pela Receita Federal, mas devem ser inseridas na declaração de Imposto de Renda. Para isso:

  • Acesse a ficha “Bens e Direitos”, selecione o grupo “08 – Criptoativos” e escolha um dos códigos disponíveis. São os seguintes:
CódigoDescriçãoObrigatoriedadede declarar*Exemplos
01Criptoativo Bitcoin – BTCSe o valor de aquisição for igual ou superior a R$ 5.000,00
02Outras criptomoedas, conhecidas como altcoinsSe o valor de aquisição for igual ou superior a R$ 5.000,00Ether (ETH), Ripple (XRP), Bitcoin Cash (BCH), Litecoin (LTC), Cardano (ADA), Binance USD (BUSD), Binance Coin (BNB), Chiliz (CHZ), entre outros
03Criptoativos conhecidos como stablecoinsSe o valor de aquisição for igual ou superior a R$ 5.000,00Tether (USDT), USD Coin (USDC), Brazilian Digital Token (BRZ), Binance USD (BUSD), DAI, True USD (TUSD), Gemini USD (GUSD, Paxos USD (PAX), Paxos Gold (PAXG), etc
10Criptoativos conhecidos como NFTs (Non-Fungible Tokens)Se o valor de aquisição for igual ou superior a R$ 5.000,00Artes digitais, itens do jogo Axie Infinity e similares, terrenos no metaverso e outros ativos no formato de tokens não-fungíveis
99Outros criptoativosSe o valor de aquisição for igual ou superior a R$ 5.000,00Tokens de Precatório (MBPRK03), Tokens de Consórcio (MBCONS02), WiBZ (WBZ), entre outros
  • Informe o valor de aquisição dos criptoativos, e não o valor atual de mercado. Em caso de criptomoedas adquiridas por meio de mineração ou staking (recompensas em DeFi), o contribuinte deve informar valor de aquisição zerado.
  • No campo “Discriminação”, detalhe o tipo e a quantidade do ativo, além do nome e CNPJ da empresa onde está custodiado. Em caso de custódia própria, informe o modelo de carteira digital usado (Ledger nano, Ledger X, Trezor, entre outras).

Neste ano de 2022 surgiram inovações para o IRPF

Entre as novidades estão o acesso ampliado à declaração pré-preenchida por meio de todas as plataformas disponíveis e o recebimento da restituição e o pagamento de DARF via PIX.

  • Pré-preenchimento: Agora você pode iniciar a declaração pré-preenchida em todas as plataformas, acessando com a conta gov.br de nível prata ou ouro.
  • Serviços: Todos os serviços de imposto de renda no e-CAC agora podem ser acessados com a conta gov.br de nível prata ou ouro.
  • App Meu Imposto de Renda: Acessando com a conta gov.br de nível ouro ou prata, permite consultar pendências e dívidas, emitir DARF e utilizar outros serviços pelo celular ou tablet.
  • Carnê-Leão: Agora você pode importar os dados do carnê-leão em todas as plataformas (programa, app e online), inclusive informações de dependentes (se autorizado).
  • Pagamento com PIX: Os DARFs do imposto de renda agora têm código de barras, QR Code e podem ser pagos via PIX.
  • Restituição via PIX: Indique o CPF do titular da declaração como chave para receber a restituição via PIX.
  • Bens e Direitos: Criação de grupos, extinção de códigos não utilizados, possibilidade de informar rendimentos, obrigatoriedade do RENAVAM e alerta sobre registro para embarcações e aeronaves.
  • Dependentes: Possibilidade de informar e-mail e celular e obrigação de informar se o dependente mora com o titular. A confirmação atualiza o endereço no CPF do dependente.
  • Alimentando: Identificação de quem é o alimentando: pode ser do titular da declaração ou de um de seus dependentes.
  • Rendimentos Acumulados: Possibilidade de informar o valor de juros da ação judicial na ficha de Rendimentos Recebidos Acumuladamente (RRA).
  • Atividade Rural: Permite a inclusão de vários participantes nos dados do imóvel explorado.
  • Doações: Fim das doações para PRONAS e PRONON.

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Andressa Siqueira, CFP®
Andressa Siqueira, CFP®

Formada em Economia pela PUC-SP, é analista de conteúdo, especialista em investimentos na Magnetis desde 2019. Possui as certificações CEA pela ANBIMA e de planejadora financeira CFP®, trabalha no mercado financeiro há mais de 8 anos.

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