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Como é investir em uma corretora? Conto tudo!

Enfim, senti que era hora de ir além dos investimentos no meu banco e usar uma corretora para acessar muitas outras alternativas de aplicações. Me esforcei para levantar um dinheiro extra, vendendo alguns eletrônicos e uma coleção de discos; escolhi uma corretora entre as várias opções do mercado; e encarei o processo de abertura de conta.

Estava pronto para a fase seguinte: definir o fundo em que eu aplicaria o meu dinheiro. Se antes me faltavam opções por estar restrito ao meu banco, agora praticamente sobravam. Eu me vi diante de um universo enorme de fundos. Claro que alguns eram fechados, limitados a grupos específicos. Também havia restrições a outros em termos de valores mínimos a aplicar. Mas, repito, um universo se abriu para mim.

De uma hora para outra, o problema passou a ser praticamente o oposto: qual fundo escolher nessa imensidão de possibilidades? Eu poderia até ter ficado confuso, sem saber o que fazer. Mas não fiquei.

Minha sorte foi já ter uma sugestão de carteira elaborada pelo Magnetis para o meu perfil de investidor. Lembram-se? Esse roteiro me salvou. Também usei a ferramenta de busca de fundos para comparar aqueles que me pareceram melhores e tomar uma decisão final. Assim, cheguei ao meu segundo fundo de investimento.

Processo simples e rápido

Na sequência, dei os seguintes passos: resgatei o dinheiro que estava aplicado no meu primeiro fundo, aquele do meu banco; somei esse valor à quantia que eu havia levantado vendendo a minha coleção de discos e que já estava depositada na minha conta corrente; e trasferi tudo para a corretora.

Por fim, com o dinheiro já na corretora, realizei a aplicação no novo fundo de investimentos usando a plataforma online que eles disponibilizam para os clientes.

Para quem está pensando que esse processo de transferir daqui e aplicar ali foi complicado, minha resposta é: que nada… Coisa de cinco minutos.

Transferir o dinheiro do banco para a corretora funciona exatamente como transferir de uma conta para outra, em outro banco, ou seja, fazer um TED. Aliás, a corretora tem um número igualzinho aos dos bancos e os clientes têm um número de conta igualzinho ao de uma conta corrente. É só preencher os campos de transferência no internet banking e pronto.

Na plataforma da corretora, tudo foi bem simples também. Com o meu dinheiro em conta, bastou eu definir o valor, informar o investimento escolhido e aprovar a transação.

Comparação inicial

Aí você deve estar com uma pergunta na ponta da língua: Alberto, valeu o trabalho? Você vai acompanhar comigo os resultados nos próximos posts e descobrir a resposta por si só. Mas, para que tenha uma ideia do que está por vir, adianto o que já sei.

Tanto o fundo do banco quanto aquele em que apliquei por meio da corretora são conservadores, com uma estratégia de investimento na mesma linha e liquidez imediata (posso resgatar no mesmo dia). Portanto, seria de se esperar que tivessem desempenhos parecidos.

No entanto, o fundo do banco cobrava uma taxa de administração de 2% sobre o valor da aplicação, enquanto no novo, que acessei pela corretora, não passa de 0,5%. Parece pouca diferença? Estamos falando de pagar aos gestores do fundo quatro vezes menos e portanto embolsar um rendimento maior.

Isso sem falar que 2% para um fundo conservador, que aplica em renda fixa, é uma taxa excessiva, que não se justifica. Esse tipo de fundo tem custos de operação baixos. Como não há grandes possibilidades de variações de estratégia de investimento, não é necessário contar com um grande time de especialistas.

Histórico de desempenho

Outro ponto importante a analisar neste momento inicial de comparação é o histórico dos dois fundos. Sim, eu já ouvi inúmeras vezes que rentabilidade passada não é sinônimo de rentabilidade futura. Mesmo assim, é um importante indicador e nele o fundo em que apliquei por meio da corretora saiu ganhando de lavada.

No último ano, o fundo do banco rendeu em média 80% do CDI, o Certificado de Depósito Interbancário, que é uma das principais referências para avaliar a performance dos investimentos. Já o da corretora rendeu 102%.

Considerando que a evolução do CDI ficou em pouco mais de 10% nos últimos 12 meses, significaria ter um rendimento superior a 10% ou de somente 8%. Se eu tivesse aplicado R$ 10.000 naquele período, teria ganhado em torno de R$ 800 no fundo do banco ou mais de R$ 1.020 na opção oferecida por meio da corretora. Uma diferença considerável, não?

Bem, como eu disse, o futuro desse investimento vamos conhecer aos poucos, juntos. Mas acho que já dá para arriscar dizer que o esforço que fiz para viabilizar essa nova opção vai valer a pena. E, pra falar a verdade, nem foi tanto trabalho assim…

E você? Já teve a experiência de investir em uma corretora? Conte para mim na campo de comentários abaixo!

Até o próximo post e um grande abraço,

Alberto.

 

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