Como economizar dinheiro: o guia definitivo para você!

por Mariana Congo | 09/09/2015

O ditado diz que dinheiro não traz felicidade. Ainda que a expressão possa estar correta, existe uma variação desse conceito — baseada em uma pesquisa feita pelo banco americano Ally Bank — que mostra como economizar dinheiro traz felicidade. Os números comprovam a tese: 85% dos entrevistados disseram que economizar dinheiro fazia bem a eles.


Esse bem-estar é reflexo da segurança que uma reserva de dinheiro gera. Saber que você pode desfrutar de prazeres proporcionados pela economia feita ao longo da vida muda a sua relação com o dinheiro. Além disso, as reservas financeiras são a garantia que você e sua família têm para enfrentar problemas e imprevistos que aparecem ao longo da vida.


A partir desse ponto, a grande pergunta é: como poupar dinheiro? A quem quer economizar, a Magnetis preparou um guia definitivo a fim de mostrar por que essa estratégia é importante para a sua vida e quais os melhores caminhos.

1. Por que economizar dinheiro é importante para sua vida?

Alcançar a independência financeira

Muitos pensam que alcançar a independência financeira é se tornar rico, mas, na verdade, é importante dissociar uma coisa da outra. De fato, todo rico é financeiramente independente, mas o inverso não vale: você pode se encontrar em uma situação em que não dependa mais do salário sem necessariamente ter ficado rico.


Alcançar a independência financeira significa chegar naquele ponto em que você pode parar e pensar em mudar o rumo da sua vida; por exemplo, tirar um ano sabático para estudar no exterior exige que você tenha condições de passar um ano sem receber e ainda ter reserva para a sua volta.


Ao mesmo tempo, você pode sonhar em empreender, iniciando um novo negócio. O investimento para viabilizar esse projeto e as despesas da sua família enquanto o negócio ainda não tiver decolado serão bancados pelas reservas acumuladas.


De maneira geral, toda mudança só encontra suporte quando você se prepara ao longo dos anos. Economizar dinheiro, mesmo ganhando pouco, não só te prepara para os obstáculos que a vida apresenta, como, também, permite que você realize seus sonhos pessoais e profissionais.

Ter segurança para uma emergência ou mudanças inesperadas

Perder o emprego é uma situação que pode gerar trauma. Afinal, vislumbrar o futuro próximo sem renda assusta as pessoas, além de envolver mudanças no padrão de vida e uma maior preocupação com a segurança da sua família.


Em um momento você está empregado, ganhando bem e realizado. Mas, no instante seguinte, esse cenário pode mudar, sem avisar. Nesses momentos de crise, nunca sabemos o que pode acontecer. Portanto, economizar dinheiro nos deixa preparados para períodos difíceis.


Outro momento em que a independência financeira é sua maior segurança é com a saúde: as emergências médicas surgem sem nos avisar. Doenças e acidentes demandam cuidados com tratamentos, médicos e hospitais; isso tudo custa dinheiro, mesmo que você tenha um bom plano de saúde. E, para oferecer o melhor à sua família, você tem que estar pronto.


Assim, a vida financeira deve ser organizada para suportar as circunstâncias mais graves. Mesmo que você tenha uma certa segurança de que nada vai acontecer no momento, economizar dinheiro é o que alimenta o bem-estar, pois você sabe que está pronto para ficar sem trabalho temporariamente e com condições de manter o padrão de vida.

Poder investir no seu futuro

Uma das maiores vantagens de poupar recursos é ter a capacidade de investir no seu futuro. Seja pelo desenvolvimento pessoal, seja pela busca de realização profissional ou simplesmente por poder acumular recursos ao longo da vida.


Fazer cursos de pós-graduação, no Brasil ou no exterior, participar de seminários, entrar em escolas de línguas, ou seja, enriquecer seu currículo, é uma forma de investir no seu futuro. A educação é um ativo que não se perde nunca e torna você um profissional mais capacitado para se adaptar a mudanças.


Estar empregado e satisfeito com o resultado do seu trabalho não significa necessariamente que você esteja realizado como profissional. Ainda mais porque, hoje, somos apresentados a dezenas de oportunidades de negócios e de novas carreiras. Olhar para futuro pode também significar ter um negócio próprio.


Para que esse tipo de investimento promissor realmente dê o retorno esperado, é necessário que você o contemple em seu planejamento financeiro o quanto antes. Isso ocorre independentemente do caminho que você queira seguir — que, por exemplo, continue a gerar renda após sua aposentadoria e que satisfaça um desejo atual.


Afinal, ao contrário do que se possa pensar inicialmente, não é necessário abrir mão de conforto ou passar privações para ter retorno mais para frente. Basta compreender algumas dicas de como economizar dinheiro para o futuro para descobrir porque essa ideia de continência é errada e como você pode garantir o amanhã sem sacrifícios no presente.

Criar uma relação mais saudável com o dinheiro

Estamos cercados pela ideia de consumir. Não só por meio das propagandas de TV, mas agora, principalmente, pelos anúncios que estão literalmente dentro do nosso bolso, na tela do celular, quando navegamos por redes sociais ou fazemos uma busca.


Pense no ato de trocar o celular a cada ano. É necessidade ou sedução? Por que não realizar uma reunião de amigos em casa em vez de ir a um restaurante caro da moda? Sem abrir mão do conforto e das coisas boas, você pode começar a construir uma relação mais saudável com o dinheiro.


É importante dizer que as dicas para economizar dinheiro fazem com que você e sua família analisem com mais cuidado os gastos no presente, pois é possível ter uma vida confortável, com o que existe de melhor, sem ter que esbanjar e gastar compulsivamente.

2. Faça um orçamento pessoal/familiar

Agora que você se convenceu sobre não apenas da importância, mas, também, está aprendendo a economizar dinheiro, o primeiro passo é botar a casa em ordem. A maneira mais fácil de organizar as finanças é criar um orçamento pessoal e familiar. Veja como é mais fácil do que você pensa.

Defina um objetivo claro (SMART)

O primeiro passo para se criar um orçamento familiar é ter um objetivo muito claro e bem definido. Pode ser quitar todas as dívidas ou comprar uma casa, enfim, independentemente do propósito, o mais importante é que ele seja "SMART".


Na sigla em inglês, a definição de "SMART" é Specific, Measurable, Assignable, Realistic e Time-Related. Em uma tradução livre para o português, a sigla significa que a meta tem de ser específica, mensurável, atribuível, realista e com prazo definido.


Dessa forma, você deve estabelecer uma meta que seja atingível e um método realista para alcançá-la dentro de um prazo específico. Se você quer comprar um carro, por exemplo, deve pensar no valor exato do veículo, em quanto pode poupar todo mês para, depois de um período determinado de tempo, ter a quantia necessária para realizar a aquisição.

Dê a cada centavo um destino

Agora que você já definiu seu objetivo SMART, o próximo passo é utilizar a técnica de "dar a cada centavo um destino específico e pré-determinado". Essa etapa é fundamental, pois ajudará a tomar decisões mais inteligentes e atingir seus objetivos financeiros como planejou.


Para entender o que é essa técnica e porque ela funciona, imagine a seguinte situação: você acabou de receber o salário na sua conta — vamos supor R$ 2 mil líquido — e, sem qualquer planejamento, sai para jantar num restaurante mais caro, esperando gastar algo em torno de R$ 100.


À primeira vista, pode parecer que você está dentro do seu orçamento, porque tem saldo para cobrir essa despesa no momento. Mas e, depois, quando as contas fixas e demais gastos do mês começarem a aparecer? Como saber se pode ou não gastar — e quanto gastar — para ficar dentro do seu orçamento ao final do mês?


É justamente aqui que a técnica de "dar a cada um dos seus centavos um destino" pode ajudar, pois, sem um planejamento adequado você pode ficar perdido e não conseguir manter-se dentro das metas de gastos. Com ela, você divide o orçamento em categorias para decidir onde, quanto e como gastar de modo mais inteligente.


Para aplicá-la, é simples. A primeira coisa a fazer é dividir os seus gastos previstos em tipos ou categorias, e então estabelecer quanto poderá gastar em cada uma delas durante todo o mês. Assim, na situação acima, você poderia por exemplo definir as categorias e o orçamento para cada uma delas da seguinte forma:


  • Alimentação: R$ 500;

  • Aluguel: R$ 1 mil;

  • Transporte: R$ 150;

  • Contas da casa — água, luz, gás: R$ 350,

  • Total: R$ 2 mil.


É muito importante que você direcione cada centavo do que recebe em uma dessas categorias que definiu, não deixando sequer um centavo sem destino. No nosso exemplo, todos os R$ 2 mil recebidos foram alocados.


Feito isso, ao analisar a possibilidade de gastar R$ 100 numa única refeição com esse novo cenário, você verá que pode ser complicado comprometer um quinto do seu orçamento de alimentação para todo o mês com uma única refeição, e então você toma a decisão de ir comer num lugar mais barato.


Durante o período, muito provavelmente poderão ocorrer também despesas não planejadas. Nesse caso, você pode (e deve) fazer ajustes entre as categorias para que, ao final, você consiga ficar dentro do seu orçamento total. Essa flexibilidade do método justifica o porquê de, mesmo com imprevistos, ele continua válido: não existem falhas no orçamento.


De início, você pode duvidar que algo assim tão simples de fazer possa ser tão eficaz para te ajudar a planejar um orçamento familiar e se manter dentro dele, mas não se engane: há pessoas que chegam a dizer que tem a sensação de ter recebido um verdadeiro aumento de salário ao colocar isso em prática.

Tenha cuidado com as grandes despesas

Você definiu um destino para cada centavo que recebe e está conseguindo colocar as finanças em ordem. Agora, você deve ter uma atenção especial para grandes despesas que podem pôr tudo a perder. Afinal, são gastos que nem sempre entram nas despesas mais usuais, mas que podem acabar tendo um grande impacto nas contas.


Imagine gastos com a compra de um bem, como uma casa ou um carro. Ou então despesas para fazer uma longa viagem ou para realizar um casamento. São eventos pontuais que demandam altos desembolsos, mas previsíveis e que precisam ser devidamente planejados no orçamento.


Para esses momentos, somente uma programação de longo prazo e com boa antecedência pode possibilitar o pagamento das respectivas parcelas ou financiamentos. Pensar antes em dicas para guardar dinheiro pode ser a chave para conseguir pagá-los sem preocupações.

3. Pague suas dívidas

Após montar seu orçamento pessoal e familiar, está na hora de colocá-lo em prática. O primeiro passo é quitar as dívidas: o endividamento pessoal é o obstáculo mais perigoso para a segurança financeira. Por isso, é preciso lidar de frente com isso para eliminar de vez esse fantasma da sua vida, e as dicas abaixo podem fazer toda a diferença.

Juros de dívidas pessoais têm as maiores taxas do mundo

Fazer dívidas usando os créditos do cartão e do cheque especial não é um bom negócio, pois essas duas modalidades possuem algumas das taxas de juros mais altas do mundo. A possibilidade de você se endividar mais ainda depois de entrar nos limites do cartão e do cheque é grande.


No início de 2018, o Bacen liberou nota informando que a taxa média dos juros do cartão de crédito era 233,8% ao ano (tendo como mês base dezembro/2017). O cheque especial também não fica muito atrás: também tendo como base o mesmo mês, os juros são de 10,6% a.m., o que dá uma taxa anual de 323%.


Por isso, é preciso muita atenção com os gastos. No caso do cartão de crédito, preste atenção em algumas medidas que irão ajudar no seu controle e evitar que você entre no rotativo do cartão. Pague a fatura total e na data de vencimento. Dessa forma, você não pagará juros sobre o parcelamento.


Outra dica é, na hora da compra, optar por lojas que ofereçam parcelamento sem juros, caso precise dividir o valor. O ideal mesmo é que você compre à vista, desde que caiba no seu orçamento. E nunca saque dinheiro usando o limite do seu cartão de crédito!


Por fim, para que você não entre no cheque especial, faça sempre o controle do seu orçamento. Confira o extrato semanalmente para não ser pego de surpresa, ou você pode acabar se complicando.

Importância de quitar as dívidas logo

Ter dívidas não se restringe apenas a uma questão financeira. Elas podem afetar a sua vida pessoal e familiar e até mesmo seu trabalho, dependendo dos valores e das condições que você tem para quitá-la.


Dívidas causam estresse emocional e físico, tiram sua concentração e fazem com que seu rendimento caia. Na família, pode provocar discussões desnecessárias e gerar tensão. Afinal, com dívidas, novos gastos não devem ser feitos. Prepare um plano de pagamento para que você se livre delas o mais rápido possível.


Pagar as dívidas o mais rápido possível em muitos casos é mais interessante até mesmo do que investir. Além disso, com a dívida zerada, você fica mais tranquilo em relação aos gastos fixos e emergenciais.

Métodos para quitar dívidas

Se você já possui dívidas, deve se preparar para pagá-las o mais rápido possível. Veja a seguir algumas dicas de como economizar dinheiro para quitar esses débitos da forma mais simples:


  • Revise seu orçamento e inclua as dívidas: determine seus gastos fixos atuais, despesas da casa, entradas de dinheiro e as dívidas. Assim, você terá sua situação financeira mapeada de forma realística e só então reunirá condições para pagá-la;

  • Não faça novas dívidas: durante o período em que você está reorganizando sua vida financeira, não contraia mais dívidas. Esse período é fundamental para você se reerguer;

  • Mude seus hábitos e seja disciplinado: uma situação crítica requer atitudes radicais. Siga com rigor os planos para quitar as dívidas. Qualquer deslize pode comprometer o planejamento;

  • Saia de casa sem cartão de crédito: essa atitude ajuda você a controlar os gastos. Deixe o cartão de crédito para as emergências e use apenas o dinheiro que você tem disponível. É uma atitude simples, mas evita gastos nesse momento crítico;

  • Renegocie as dívidas: muitos bancos e financeiras preferem negociar as dívidas a enfrentar a inadimplência. Então, se os números estiverem fora do seu esforço financeiro, vá ao banco e renegocie o pagamento do cartão de crédito e cheque especial;

  • Pague antes as dívidas com os maiores juros: dê atenção especial às que possuem maior taxa de juros. São elas que você deve liquidar primeiro para evitar o efeito bola de neve — juros que vão rolando e que fazem crescer o valor devido,

  • Use bônus, pagamento de férias ou 13º para quitar suas dívidas: esse dinheiro extra, que você talvez fosse usar para realizar um desejo ou para viajar, deve ser usado para resolver seu problema atual. Adie a viagem por um ano: é melhor viajar com sua vida financeira arrumada do que ir sem poder gastar ou, pior, fazer mais dívidas.

4. Crie uma reserva financeira

Agora que você se livrou das dívidas, é hora de montar uma reserva financeira. É esse fundo de emergência que vai te dar a tranquilidade para lidar com qualquer situação na sua vida.

O que é um fundo de emergência?

Você sabe que todo ano você tem que pagar o seguro do carro, IPVA, IPTU, plano de saúde. Todo ano, você tem férias e viaja. Isso você sabe e pode planejar no seu orçamento anual os custos desses gastos previsíveis.


Mas o que você não pode planejar é um reparo na casa, uma viagem de emergência, um problema de saúde que não é coberto pelo plano. Para isso, você precisa ter um fundo de emergência.


Basicamente, é um dinheiro que você poupou com o objetivo de ser usado para situações fora do planejamento e somente para isso. Não mexa nele para compras, viagens programadas ou para fazer agrados pessoais. Esse é um valor que deve ficar investido.

Por que fazer um fundo de emergência?

A vida traz uma série de imprevistos, seja com relação a trabalho ou à saúde. Uma reserva financeira é importante para lidar com esses momentos. Não pense que ter um fundo de emergência é algum tipo de punição. Pelo contrário, esse é o dinheiro que vai salvá-lo de contrair dívidas nos momentos mais difíceis da vida.


Por exemplo, imagine que surja algum problema de saúde grave na família, que exige viagens, tratamentos caros e cuidados especiais. Ou quando você se vê obrigado a se afastar do seu trabalho por um tempo longo.


Essa reserva financeira te dá a segurança caso a sua família perca uma fonte de renda — você pode ficar sem emprego, por exemplo. Essas situações são atenuadas pelo fundo de emergência.

Comece com um valor pequeno e aumente gradualmente

E como criar um fundo de emergência? Você aprendeu acima a criar metas SMART e também a dar um destino a cada centavo. Vamos, então, aplicar os mesmos conceitos para criar uma meta inicial.


Defina um valor baixo, possível de ser alcançado no período determinado. Tudo deve ser ajustado de acordo com sua renda e seus gastos fixos. Não comprometa as despesas da casa e o pagamento de dívidas para criar o fundo.


Por exemplo, comece com um plano bimestral e quanto você deve poupar por semana para alcançar essa meta. Não se incomode caso o valor semanal seja baixo. Mesmo que sejam apenas R$ 10 ou R$ 20, o importante, neste momento, é criar o hábito e cumprir os objetivos.


Após dois meses, com o valor obtido, aumente a meta. É recomendável que o valor final da reserva seja equivalente à renda de seis meses. Porém, essa métrica deve ser ajustada conforme sua profissão; para empregos menos estáveis, como profissionais autônomos ou corretores, é recomendável uma valor equivalente a 12 meses.


Para garantir a poupança semanal, uma dica é programar pelo seu internet banking o depósito automático. Assim, você não terá a preocupação de ter que fazer a operação nem terá desculpa para os esquecimentos.

Pague você primeiro

Uma vez que você já criou uma reserva financeira, não pare por aí! Aproveite o embalo e crie de uma vez por todas o hábito de separar de antemão um percentual da sua renda para seu futuro. Chamamos isso de "pagar você primeiro". É uma mudança de mentalidade simples, porém poderosa, que pode transformar a maneira que você cria uma poupança.

Separe um percentual do salário antes de gastar

Nosso costume é pensar em primeiro pagar as contas e as despesas mensais, como supermercado, no momento em que recebemos o salário. Normalmente, poupar é um ato que fica restrito para o fim do mês, para o dinheiro que sobrou, após todos os gastos extras.


Este é um erro que você deve evitar e eliminar da sua vida financeira agora. A primeira coisa a ser feita, com o salário em conta, é separar um percentual e guardar. Com isso, você saberá exatamente quanto pode gastar no mês.


Mas cuidado, não faça extravagâncias com o dinheiro que restou na conta. Os luxos devem ser uma exceção — uma data especial, um presente para alguém querido. Você não precisa abrir mão do conforto, é só direcionar bem os gastos. E se sobrar alguma coisa no final do mês, saberá que tem condições de poupar mais.

Comece com um percentual pequeno para criar o hábito e vá aumentando até alcançar o percentual desejado

Calcule um percentual do seu salário que você poderá pagar a si mesmo primeiro. Defina um valor pequeno no início, para que você crie o hábito e perceba as vantagens e os benefícios de pensar dessa forma.


Aumente aos poucos o percentual que é separado para suas poupanças até chegar no valor previamente determinado por você.

5. Faça acontecer

Agora, com todas essas dicas, é hora de botar a mão na massa e começar o seu novo planejamento financeiro. A vida exige que você esteja no controle. Para isso, o melhor a fazer é mapear suas receitas e despesas, saber exatamente como o seu dinheiro está sendo gasto e, principalmente, como você quer que ele seja usado de agora em diante.

Uma dica é valiosa é fazer bons investimentos. Lembre-se de que, por exemplo, a reserva de emergência deve estar investida, mas disponível para ser usada sempre que possível, ou seja, deve ter uma liquidez maior.


Gostou das dicas? Caso ainda tenha dúvidas sobre como economizar dinheiro, entre em contato com a Magnetis ou deixe sua pergunta abaixo para que possamos respondê-la!