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Como investimos: conceitos, influências e metodologias

Investir não é das tarefas mais fáceis. Exige dedicação, tempo, disciplina e estratégia. Justamente para resolver essas e outras dificuldades relacionadas ao tema é que gestoras de investimentos, como a Magnetis, fazem todo o trabalho para você.

Aqui na Magnetis, nossa equipe de gestão elabora toda a estratégia para construção de portfólio. E os algoritmos executam as operações. Para isso, são utilizadas as técnicas de otimização de carteiras, que fazem a seleção da cesta de ativos que mais combina com seu perfil e objetivos.

Por seguir metodologias sofisticadas, a análise fica muito mais objetiva e imparcial quando comparada com as de um assessor financeiro ou gerente do banco. Pois suas opiniões e interesses próprios, podem interferir negativamente na estratégia da sua carteira de investimentos.

Inovar está no DNA da Magnetis, mas cabe destacar que todo trabalho é fundamentado em metodologias e teorias consagradas. A seguir, conheça um pouco sobre cada um desses conceitos que geram os melhores resultados no processo de investimento.

Modern Portfolio Theory (Teoria Moderna do Portfólio)

Criada pelo economista americano da Universidade de Chicago Harry Markowitz, a Teoria Moderna do Portfólio é uma das teorias mais consagradas sobre otimização de carteiras de investimento. Inclusive, foi com ela que Markowitz conquistou o Prêmio Nobel de Economia em 1990.

De acordo com essa teoria, as decisões tomadas na seleção de ativos financeiros devem levar em conta a relação risco-retorno.

Na prática, isso quer dizer que ao escolher entre dois ativos com o mesmo retorno, deve-se decidir por aquele que possui o menor risco. Agora, quando falamos de um investimento mais arriscado, este só será aceito caso ofereça a possibilidade de um ganho muito superior às opções mais conservadoras. 

Para atingir a melhor rentabilidade em uma carteira de investimentos, é preciso diversificar as aplicações com ativos que tenham baixa correlação entre si. 

A diversificação permite que o investidor consiga minimizar o prejuízo de um forte movimento de queda do mercado de ações coma parcela investida em renda fixa, ou investida no exterior. Pois, acabam funcionando como uma espécie de escudo diante das turbulências.

Ao mesmo tempo, caso a Bolsa entre em um forte ciclo de alta, o investidor alcança uma boa rentabilidade em seu portfólio. É exatamente aí que entra outro conceito desenvolvido por Markowitz, conhecido como “Fronteira Eficiente”.

Fronteira Eficiente

Em linhas gerais, o conceito de Fronteira Eficiente diz que considerar o risco de apenas um investimento não é tão relevante quanto o conjunto de todas as aplicações que compõem o portfólio. 

Cada ativo possui suas próprias características, mas ao incluí-los em uma mesma cesta de investimentos bem gerida, o risco e o retorno da carteira mostra-se muito mais eficiente do que o desempenho isolado de um determinado investimento.

Assim, tendo a Teoria Moderna do Portfólio como um dos pilares, a Magnetis constrói carteiras de investimentos de maneira automatizada. Os recursos aplicados são fatiados em diferentes ativos que são meticulosamente selecionados pelos nossos algoritmos.

Com isso, você tem a segurança de que aquela será a combinação ideal para seu perfil de risco, maximizando suas chances de alcançar o objetivo selecionado.

Investimentos passivos

O americano John C. “Jack” Bogle é fundador da Vanguard, uma das maiores gestoras do mundo, que possui sob gestão cerca de US$ 5 trilhões em ativos, todos eles em fundos de investimento com gestão passiva. 

Em seu livro “Common sense on mutual funds: new imperatives for the intelligent investor”, lista algumas regras para os  investidores: como selecionar fundos de índice de baixo custo, não superestimar a rentabilidade passada do fundo e procurar montar uma cesta de investimentos e mantê-la.

Na gestão passiva, o desempenho do fundo de investimento vai sempre acompanhar a variação de um índice de referência – o benchmark. Diferentemente da gestão ativa, onde a equipe de gestores tem a meta não de apenas replicar um determinado benchmark, mas superá-lo. 

Dentre as vantagens da gestão passiva estão o custo menor em relação à estratégia ativa. Afinal, sempre é comprada uma cesta fixa de ações que compõem o índice de referência. Desta forma, o trabalho operacional é menor e pode ser automatizado. 

Além disso, há maior transparência e menos surpresas. Em outras palavras, o investidor saberá a todo momento que o retorno do seu investimento será igual ao índice de referência, e não dependerá da capacidade (ou sorte) do gestor de superá-lo.

O clássico dos investimentos passivos

Os ETFs (Exchange Traded Fund) são um exemplo clássico de investimento passivo, lançados no fim da década de 1980 nos Estados Unidos. Desde então, o crescimento desse tipo de fundo no mundo foi bem significativo.

Hoje, só nos EUA, existem mais de 1.400 ETFs, atingindo a impressionante marca de US$519 bilhões em ativos (equivalente a R$2,7 trilhões aproximadamente).

Os ETFs também estão disponíveis aqui no Brasil. Apesar de sua popularidade ser bem menor quando comparado ao mercado norte-americano, também têm suas cotas negociadas na bolsa de valores.

Um dos principais provedores é a BlackRock, atualmente a maior gestora de ETFs globalmente. Aqui você pode ver a lista completa de ETFs brasileiros.

No seu processo de seleção de investimentos, a Magnetis aproveita as vantagens da gestão passiva, para reduzir os custos e aumentar a transparência das carteiras recomendadas. Por exemplo, na parcela das carteiras que é alocada em ações internacionais, utilizamos ETFs como S&P500 e o VGT que seguem os principais índices.

Na parte de ações brasileiras, por exemplo, investimos no Brax11, esse instrumento cobra uma taxa de administração de apenas 0,20% ao ano. Ou seja, pelo menos 10 vezes menor do que um fundo de ações tradicional que normalmente cobra 2% a 3% ao ano!

O resultado é uma carteira mais diversificada, transparente e com menor custo. Outra vantagem dos investimentos passivos, é a tranquilidade de não haver componentes de incerteza relacionados às apostas que são feitas pelos gestores ativos de investimentos.

Apesar disso, os componentes de incerteza podem aumentar a rentabilidade das carteiras de investimentos mais arrojadas, por isso, além dos investimentos passivos. A seguir, você entenderá também a importância de ter diversificação e gestão ativa na carteira.

Portfólio de Máxima Diversificação

Para realizar a seleção de ativos financeiros que resultará na melhor diversificação da carteira de investimentos, utilizamos também a abordagem de Máxima Diversificação.

Essa estratégia é um desdobramento da Teoria Moderna do Portfólio, e tem como objetivo trazer o maior número possível de ativos descorrelacionados entre si, criando uma carteira com diversificação verdadeira.

Na Máxima Diversificação, há premissa de que o risco está linearmente correlacionado com o retorno, de modo que a alocação sendo bem construída, resultará em retornos compatíveis com o risco tomado.

Nessa abordagem a avaliação de cada possível investimento é feita levando em consideração a volatilidade (risco) e a correlação de cada ativo financeiro. 

Diferentemente do que ocorre na Teoria Moderna do Portfólio, o Portfólio da Máxima Diversificação não leva em consideração o retorno esperado dos ativos na hora de construir a alocação. Isso, porque não existe a necessidade, dado que os outros fatores e premissas são suficientes. 

A carteira de investimentos elaborada com essas características, contam com diversificação em classes de ativos, posições geográficas, e em estratégias distintas. Veja como os investimentos de gestão ativa podem contribuir!

Investimentos ativos

No exterior, é comum que uma parcela significativa dos gestores com estratégia ativa de investimento, não consiga superar o benchmark.

Nos Estados Unidos, por exemplo, apenas um quarto dos gestores conseguiram superar o S&P, principal índice de referência de ações, nos últimos 20 anos.

Aqui no Brasil, não é exatamente assim que a história acontece, o mercado nacional apresenta uma reduzida disponibilidade de veículos passivos e os índices possuem baixa representatividade da economia como um todo. 

Diante disso, a gestão ativa no Brasil, como é o caso da indústria de fundos de ações, possui resultados mais promissores do que em outros mercados mais desenvolvidos. Os gestores desses fundos realizam extensas pesquisas, analisam os ativos e atribuem valores a eles, em busca de oportunidades de ganhos. 

Entenda a estratégia

De acordo com o índice de gestão ativa (IQT) um pouco mais de 40% dos gestores ativos conseguem bater o benchmark com consistência.

Apesar de ser um número grande comparado a outros mercados mais maduros, é importante utilizar essa estratégia com moderação e muito conhecimento, pois a pessoa inexperiente pode facilmente ter seus planos frustrados por inconsistência estratégica.

Na gestão ativa, cada gestor possui um tipo de aposta com relação ao que irá acontecer no mercado para conseguir superar seu benchmark. Dado que não existe nenhuma garantia de que o “esperado” de fato vai ocorrer, é de extrema importância mitigar os riscos envolvidos no processo de alocação para obter resultados acima da média de mercado.

A parcela de gestão ativa nos portfólios da Magnetis conta com a Máxima Diversificação, que detalhamos acima, assim trazemos o máximo de “lançamentos” de riscos independentes. E caso algum ativo esteja performando abaixo do seu índice de referência, outros fundos compensarão com comportamentos distintos, pois estão descorrelacionados.

Todo esse arcabouço constrói um hedge (proteção) de diversificação, e o complementamos com outras proteções via derivativos – para adversidades mais específicas -, assim garantimos que a carteira de investimentos está coberta por diversos aspectos.

Adaptação à realidade do mercado brasileiro

Todas as metodologias financeiras precisaram ser adaptadas ao contexto econômico e à realidade do mercado financeiro de onde será aplicada. O mercado brasileiro ainda é pouco desenvolvido se comparado a mercados como o dos Estados Unidos. Aqui, ainda impera duas culturas de investimentos distintas: 

  • Investimentos conservadores;
  • Promessas de enriquecimento rápido.

O que comprova esses pontos é a predominância da caderneta de poupança, um instrumento com baixa rentabilidade, na carteira de investimentos do brasileiro. E os quase 3,8 milhões de investidores ativos na bolsa brasileira

Em meio a esse cenário, a Magnetis conseguiu adaptar consagradas metodologias ao mercado local, garantindo a implementação dos conceitos a partir da oferta de uma gestão de investimento com qualidade, sofisticação e boa rentabilidade. 

O resultado não poderia ser melhor: uma carteira de investimentos sob medida para seus objetivos, planos, suas necessidades e seu perfil de risco. Já possui sua carteira de investimentos Magnetis?

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Luciano Tavares, CFP®

Fundador e CEO da Magnetis, acredita na tecnologia como solução para melhorar e democratizar a gestão de investimentos. Administrador de carteiras credenciado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e planejador financeiro CFP®, Luciano tem mais de 25 anos de experiência no mercado financeiro.

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