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Quem diria, a web foi minha maior aliada para começar a investir

Olá.

Nos dois primeiros posts deste meu diário, contei que passei por várias turbulências na vida financeira. Era difícil guardar dinheiro para investir e, para piorar, me vi endividado em alguns momentos. O lado bom é que as dificuldades aumentaram a minha consciência sobre a necessidade de ter uma reserva financeira e me ajudaram a tomar uma decisão séria nesse sentido.

Pois bem. Depois de várias dificuldades, finalmente eu estava sem dívidas e com a determinação de poupar. Percebi que não podia desperdiçar esse momento tão oportuno e comecei a dar passos pequenos, mas importantes para me tornar um (ainda pequeno) investidor.

Como a essa altura eu já conhecia melhor o meu orçamento, pude identificar que, com as minhas dívidas todas quitadas, sobrava mensalmente uma parcela de aproximadamente 10% da minha renda. Era o suficiente para iniciar.

Em busca de informação na internet

Separei então um tempo para me dedicar a leituras sobre investimentos. Visitei inúmeros sites e blogs em busca de conteúdo que me ajudasse a entender melhor esse universo. Encontrei de tudo: informações complexas demais para eu, um leigo, compreender; dados confusos e duvidosos; e, ainda bem, várias análises bacanas, que me fizeram ganhar mais confiança e expandir meu conhecimento.

Mas, por mais que eu estivesse me esforçando, julgava que ainda sabia muito pouco para fazer escolhas realmente boas sozinho. Se eu esperasse até me sentir mais seguro, perderia muito tempo e deixaria de obter rendimentos ao longo desse período.

Nessas buscas na web, deparei com inúmeras ofertas de serviços personalizados de assessoria para investimentos. Alguns pareceram interessantes e me atraíram, mas o valor ainda baixo que eu tinha para aplicar tornava o acesso a esses consultores praticamente impossível naquele momento. Entendi que só poderia contar com essa opção mais para a frente, quando tivesse um maior volume de recursos.

Orientação gratuita

Diante dessa realidade, me pareceu que a internet, que já vinha me ajudando com informações importantes até então, poderia desempenhar um papel crucial para eu avançar. Fui atrás e encontrei na web, por exemplo, testes para detectar perfis de investidor. Ok, eles me soaram um tanto genéricos, mas ainda assim úteis. Fiz vários e o resultado foi parecido.

Continuei navegando. No portal Como Investir da Anbima, achei uma calculadora que me ajudou a projetar quanto eu precisaria poupar todo mês para atingir determinado valor em diferentes prazos.  Um glossário bem completo desenvolvido por eles também virou minha referência para destrinchar termos técnicos. No site da Bolsa, encontrei alguns vídeos bacanas que tiraram parte das minhas dúvidas.

Também chamou a minha atenção durante esse processo o site do Magnetis. E aqui peço licença para retratar minha experiência com a ferramenta rapidamente, não para fazer propaganda, mas porque fez diferença para mim e pode ser que seja útil para você também.

Aconteceu assim: completei meu cadastro no site e respondi a algumas perguntas sobre o meu estágio de vida, os meus objetivos, o modo como lido com riscos e o valor disponível para aplicar.

Em seguida, o sistema apresentou uma sugestão de como seria um mix de investimentos com a minha cara. Uma parcela do dinheiro seria colocada em renda fixa, ou seja, aplicações com um rendimento mais previsível no momento da aplicação. Outra fatia seria investida ações, que têm um retorno variável. E o restante iria para um fundo multimercado, que combina estratégias variadas de investimento.

Achei que a distribuição proposta fazia sentido diante de tudo o que eu tinha lido e resolvi levá-la em consideração. Pronto. Eu tinha finalmente uma sugestão de carteira adequada à minha realidade. E de graça.

Opção pelos fundos de investimento

Era chegado o momento de concretizá-la. Como? O próprio Magnetis mostrou exemplos de alguns fundos de investimento que se encaixariam no meu portfólio. Fundos me pareceram uma boa ideia, afinal, se optasse por eles, contaria com uma gestão profissional para os meus investimentos.

Lembrei dos meus dois mentores e do fato de que ambos aplicavam recursos dessa forma. Isso me pareceu mais um ponto positivo.

Mas as indicações que recebi de fundos de várias gestoras diferentes me deixou um pouco preocupado. Como colocar em prática? Senti que me daria muito trabalho abrir contas junto a diversas gestoras, encarar toda a burocracia desse processo, o envio de documentos, o preenchimento de formulários…

Considerei que os recursos ainda limitados que eu tinha para aplicar não valiam todo esse esforço. Mal sabia eu que em breve seria possível encarar essa opção sem muito trabalho – uma descoberta que logo vou compartilhar com vocês.

O caminho mais fácil naquele instante pareciam ser os fundos do meu próprio banco, bem à mão, oferecendo um combo custo-benefício-comodidade atrativo. Pareciam… Na verdade, tive um pouco de trabalho e ainda encarei algumas taxas bem elevadas. Mas sobre isso eu falo no próximo post.

Continue me acompanhando e deixe seus comentários sobre a minha história. Conte também um pouco da sua!

Um abraço,

Alberto

 

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