Invista agora
a evolução na edução financeira, conheça a Magnetis.

Você pode investir de um jeito melhor, e nós podemos provar.

Baixe o app!

Você sabe quais os custos de gerenciar os próprios investimentos?

Com a crescente democratização do mercado financeiro, os investidores têm acesso a diferentes ambientes e alternativas para investir. Contudo, existem vários custos envolvidos ao gerenciar os próprios investimentos — e eles não se limitam aos encargos financeiros envolvidos nos aportes. 

Na verdade, também existem custos implícitos que podem prejudicar a construção de uma carteira de investimentos sólida e o acúmulo de patrimônio. Logo, é necessário conhecê-los para tomar decisões mais acertadas em relação à gestão do seu portfólio. 

Neste conteúdo, você conhecerá os principais custos que precisam ser considerados ao investir sozinho. Vamos lá?

Como se dá a jornada do investidor no mercado financeiro?

Os investidores individuais têm acesso a cada vez mais informações de qualidade sobre diversos investimentos — no Brasil e no mundo. Notícias em tempo real, estatísticas detalhadas e demais dados sobre o mercado financeiro, empresas e setores são fáceis de obter no ambiente online.

Com isso, é comum ter mais confiança para fazer os próprios investimentos sozinho. No entanto, muitos investidores ainda desconhecem os custos envolvidos em gerenciar sua carteira sem apoio profissional. Como consequência, a estratégia de alocação se torna menos efetiva e o portfólio pode não entregar os resultados esperados.

Para entender melhor, é preciso pensar na jornada do investidor no mercado financeiro e nos desafios que ele tende a enfrentar. Uma pessoa que inicia seus investimentos em renda fixa e não desenvolve conhecimento para investir na bolsa de valores, por exemplo, perde em custo de oportunidade.

Por outro lado, quem se arrisca a aplicar seus investimentos em renda variável sem o entendimento necessário sobre essa classe pode ter que lidar com perdas financeiras consideráveis. Os dois casos podem resultar em frustração.

Por esse motivo, a jornada do investidor deve começar pelo conhecimento. Pessoas que decidem gerenciar seus investimentos de maneira independente precisam saber quais são seus objetivos e expectativas, conhecer conceitos de risco e retorno e avaliar os custos implícitos e explícitos de controlar o próprio portfólio.

Quais são os custos de gerenciar os próprios investimentos?

Como você viu, investir envolve custos implícitos e explícitos que todo investidor que gerencia o próprio portfólio precisa conhecer. Afinal, eles podem impactar, de diversas maneiras, a sua carteira de investimentos. 

Confira a seguir algumas dessas despesas:

Custos explícitos

Também conhecidos como custos financeiros, eles se relacionam com os impactos representados por taxas, tributos e emolumentos cobrados ao fazer investimentos. Esse ponto é importante para evitar que a rentabilidade líquida da carteira fique abaixo do retorno que você espera.

Algumas modalidades de investimento envolvem a cobrança de taxas específicas, com percentuais que podem variar de uma instituição financeira para a outra. 

Entre as mais comuns estão a taxa de administração, que é cobrada pela prestação do serviço de gerenciamento de portfólio, e a taxa de performance — comum em diversos fundos de investimento.

Também há a taxa de corretagem, que pode ser cobrada por bancos e corretoras sobre as movimentações financeiras — como ao comprar e vender ações. 

Ainda, é possível identificar outros custos, como a taxa de custódia, referente à atividade de guarda do ativo que faz parte da sua carteira, e a taxa de carregamento — cobrada, normalmente, sobre os aportes em Previdência Privada.

Além das taxas, é preciso considerar as despesas com os tributos. Os mais comuns são o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Operação Financeira (IOF). Em ambos os casos, a cobrança costuma ser feita sobre os rendimentos obtidos com os investimentos.

Outro custo comum são os emolumentos, cobrados para remunerar a prestação de serviço dos órgãos de registro. A cobrança incide sobre cada operação realizada — como a compra e venda de ativos na bolsa de valores brasileira, a B3.

Custos implícitos

Além dos gastos financeiros relacionados à alocação em si, existem custos implícitos envolvidos em toda escolha e montagem de portfólio. Assim, se a sua carteira não está apresentando os resultados esperados, esse é um dos fatores que vale analisar.

O primeiro custo implícito envolvido no gerenciamento dos próprios investimentos é o tempo. Afinal, todo investidor precisa se dedicar a estabelecer sua estratégia e realizar as operações para alcançar seus planos. 

Ademais, como você precisa dedicar tempo na gestão dos seus investimentos. E se seu interesse em investir desaparecer ao longo do tempo é provável que suas metas não sejam alcançadas.

A disciplina para gerenciar os próprios investimentos é outro custo implícito a ser considerado. Ela é fundamental para manter sua estratégia de alocação mesmo diante da volatilidade do mercado. Porém, ser disciplinado envolve realizar análises fundamentalistas, técnicas ou quantitativas, conforme a sua necessidade e seus objetivos.

Ter disciplina também significa monitorar seus investimentos para fazer o rebalanceamento do portfólio quando necessário. Por fim, há ainda o custo da expertise, que envolve a disponibilidade para aprender sobre um novo tipo de investimento, setor, estratégia ou outro assunto relacionado — o que poderia impulsionar seus resultados.

O que considerar ao gerenciar investimentos?

Após conhecer os custos envolvidos no gerenciamento do portfólio, é preciso entender o que deve ser considerado nesse processo de gestão. Afinal, ao compreender melhor todos os elementos envolvidos, será possível tomar decisões mais estratégicas em relação ao seu patrimônio.

Veja a seguir!

Decisões baseadas em objetivos

Definir objetivos financeiros claros e criar um plano para alcançá-los é fundamental para qualquer investidor. Mas essa etapa é ainda mais importante quando você opta por gerir seus investimentos.

Isso porque, quando você não tem tempo para se dedicar a estabelecer uma estratégia de investimento alinhada às suas metas, se torna mais difícil conquistar bons resultados.

Estabelecimento de estratégias de proteção

Outro fator relevante no momento de gerir seu portfólio é desenvolver estratégias de proteção contra perdas significativas — especialmente na renda variável. Afinal, sentimentos como medo e ganância podem dominar a tomada de decisão dos investidores, principalmente em momentos de instabilidade.

Se isso ocorrer, suas escolhas podem se tornar equivocadas, ampliando os riscos da carteira. Logo, sem uma estratégia estabelecida, as perdas podem ser maiores — impossibilitando que você atinja seus objetivos financeiros no longo prazo.

Diversificação da carteira

Construir uma carteira de investimentos diversificada e rebalanceá-la regularmente também são funções de quem gerencia o próprio portfólio. Essa estratégia ajuda a diluir os riscos e equilibrar a carteira.

Afinal, o rebalanceamento da carteira evita a concentração dos recursos em determinados investimentos, o que pode distanciar o portfólio da estratégia inicial estabelecida — relacionada, principalmente, aos seus objetivos e perfil de investidor. 

Contudo, essa tarefa demanda tempo, interesse e disciplina, além do compromisso de melhorar sua estratégia constantemente.

Como gerenciar os investimentos com inteligência?

Agora você sabe que gerir seus investimentos demanda capacidade financeira, tempo, interesse, disciplina e qualificação para alcançar resultados satisfatórios ao longo do tempo. Por esse motivo, nem todos os investidores têm interesse em enfrentar esses desafios.

Nesses casos, contar com uma gestora de investimentos pode ser uma escolha bem assertiva para alcançar seus objetivos financeiros com mais facilidade, reduzir custos e impulsionar sua rentabilidade. 

Ao contar com uma gestão personalizada, você tem acesso a profissionais que analisam o seu perfil de investidor e objetivos financeiros para desenhar uma estratégia alinhada às suas necessidades e útil para viabilizar o alcance das metas estabelecidas. Mas, não é só isso, uma gestora de investimentos também proporciona acesso a investimentos mais restritos e rentáveis.

Algo bem diferente acontece quando um investidor pessoalmente “bate na porta” da corretora ou do banco. Pois, nesta circunstância o investidor ou investidora se limita a apenas os ativos e fundos distribuídos pela instituição e passa por outras intempéries. No caso dos investimentos em fundos é preciso que: 

  • estes fundos estejam abertos para captação de novos investidores;
  • estejam disponíveis para investidores não profissionais ou não qualificados;
  • você tenha o valor de aporte inicial necessário, e outros. 

Além disso, o monitoramento profissional do seu portfólio permite que seus investimentos fiquem sempre otimizados. Dessa forma, é possível economizar tempo, reduzir custos e garantir o suporte necessário para manter uma estratégia de investimento mais sólida.

Como você aprendeu, existem diversos custos e responsabilidades envolvidas ao gerenciar os próprios investimentos. Por isso, quem busca mais praticidade, redução de despesas e deseja otimizar a estratégia de alocação pode contar com auxílio profissional para fazer a gestão da carteira. Quer investir de maneira prática e personalizada? Abra a sua conta na Magnetis e invista melhor!

Andressa Siqueira, CFP®
Andressa Siqueira, CFP®

Formada em Economia pela PUC-SP, é analista de conteúdo, especialista em investimentos na Magnetis desde 2019. Possui as certificações CEA pela ANBIMA e de planejadora financeira CFP®, trabalha no mercado financeiro há mais de 8 anos.

leia mais desse autor

Conteúdos relacionados