Dash: veja como funciona a criptomoeda e como investir

por Mariana Congo | 17/12/2019

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Se você já pensou em investir em Dash, sabe que o mercado das criptomoedas nunca esteve tão em alta quanto nos últimos anos. Prova disso é a grande quantidade de moedas virtuais existentes no mercado atualmente.

Desde o surgimento do bitcoin, em 2009, centenas de novas criptomoedas invadiram o mercado, fazendo com que as várias opções de investimento confundissem muitas pessoas.

Apesar disso, existem algumas moedas virtuais que vêm ganhando cada vez mais espaço, como é o caso do Dash.

Quer saber mais sobre essa criptomoeda e descobrir se vale a pena investir em Dash? Então continue lendo este artigo!

O que é o Dash?

Criada por Evan Duffield em janeiro de 2014, o Dash é uma criptomoeda que traz seu protocolo baseado no bitcoin, a moeda virtual mais conhecida do mundo.

Em um primeiro momento, o Dash foi lançado sob o nome XCoin (XCO), sendo posteriormente renomeado para DarkCoin.

Entretanto, a repercussão dessa segunda nomenclatura foi muito negativa, de modo que em março de 2016 os criadores mudaram o nome da criptomoeda para Dash, fazendo referência à junção das palavras Digital e Cash.

Desde então, o Dash se tornou uma das principais criptomoedas do mercado, em constante valorização e com grande procura por parte dos usuários.

Como funciona o Dash?

A blockchain do Dash, ou seja, seu protocolo de confiança, se baseia no modelo já consagrado do bitcoin. Entretanto, seus desenvolvedores incluíram algumas modificações, como uma rede de níveis duplos, conhecida como Masternode.

A Masternode do Dash oferece remuneração aos usuários que auditam as diretrizes da rede da moeda, o que aumenta a proteção e possibilita ainda a adição de novos recursos de segurança.

Tudo isso faz com que o Dash seja uma das criptomoedas que oferece transações mais rápidas, em questão de segundos — além da possibilidade de envio de negociações completamente privadas, caso o usuário opte por esse modelo.

As moedas tradicionais dependem de bancos e autoridades governamentais para sua emissão. Mas o Dash, assim como outras criptomoedas, é minerado por uma rede descentralizada de computadores. Isso significa que qualquer pessoa pode instalar o software e começar a minerar.

Além desse processo já tradicional no universo das criptomoedas, o Dash ainda utiliza os Masternodes para dar suporte à rede, de modo que todo o sistema não dependa exclusivamente da ação dos mineradores.

A rede do Dash libera blocos de 2 MB a cada 2.6 minutos, e cada bloco inclui cerca de 56 transações.

Por meio do algoritmo X11 hashing de Prova de Trabalho da criptomoeda, é possível minerar com equipes de CPU, GPU ou ASIC.

Já a dificuldade da mineração é ajustada pelo algoritmo Dark Gravity Wave, que foi programado para gerar Dash até o ano de 2.300.

Vale a pena investir em Dash?

As criptomoedas — desde o bitcoin até a IOTA ou o Ripple — ainda deixam algumas pessoas com suspeitas sobre seu funcionamento e rentabilidade.

Isso é normal, já que todo esse mercado é muito recente e as cotações variam consideravelmente.

Existem muitas moedas que se valorizam e desvalorizam rapidamente, o que acaba diminuindo o poder de atração da criptomoeda.

No caso do Dash, é importante ressaltar que se trata de uma moeda em constante crescimento. Isso tem atraído diversos usuários, principalmente pela qualidade da equipe de desenvolvimento do programa.

Vantagens

Assim como toda criptomoeda, uma das principais vantagens do Dash é a desvinculação de instituições, como um Banco Central, ou mesmo do governo de um país. Dessa forma, é possível diminuir a burocracia e evitar a cobrança de taxas.

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Outros pontos positivos são a facilidade de investimento em Dash — uma vez que o sistema é acessível para qualquer um — e a velocidade das transações, que demoram cerca de 4 segundos para acontecer.

O mercado de Dash está aberto 24 horas por dia.

Esse é outro atrativo muito interessante, possibilitando transações quase instantâneas em qualquer hora do dia. Sua equipe de desenvolvedores e analistas é exclusiva, o que facilita as ações de manutenção e suporte à plataforma.

Além disso, quem prefira utilizar o sistema de Masternode ainda recebe uma remuneração, auxiliando no bom funcionamento da rede Dash.

Por fim, podemos citar ainda o sistema InstantSend, de transações instantâneas, e o PrivateSend, que protege a privacidade das transações, caso os usuários optem por isso.

Desvantagens

Assim como qualquer sistema, o Dash também não está isento de algumas críticas. Entretanto, elas são cada vez mais escassas, se consideramos o crescimento da plataforma.

As desvantagens do Dash, assim como em outras criptomoedas, estão principalmente ligadas à exigência de recursos computacionais para quem pretende minerar a moeda ou se ligar no sistema de Masternodes.

É preciso contar com uma máquina de maior poder de processamento.

Além disso, ainda há algum ceticismo sobre a capacidade do sistema de PrivateSend em manter o anonimato das partes envolvidas. Mas o serviço está em constante desenvolvimento, e espera-se que essa desconfiança deixe de existir em pouco tempo.

Como investir em Dash?

Investir em Dash é muito simples. Em um mercado em crescimento, comprar criptomoedas como o Dash é uma ótima opção, uma vez que a moeda se encontra estável e com preços bastante acessíveis.

Especialistas apontam que o valor do Dash pode se multiplicar em até 10 vezes nos próximos anos.

Para comprar Dash, basta escolher uma corretora ou exchange, de acordo com a sua preferência. Lembre-se de optar por instituições que sejam reguladas e apresentem bons protocolos de segurança.

Acompanhando a valorização do Dash, você ainda pode vendê-lo no mercado — trocando por outras criptomoedas ou por moedas como o dólar e o euro.

Uma boa dica é avaliar o histórico da cotação, analisar o melhor momento para fazer a venda e, assim, obter um lucro maior.

Outra possibilidade de investimento em Dash é optar pelo processo de mineração ou, até mesmo, participar dos Masternodes.

Entretanto, como explicamos acima, essa alternativa é indicada para quem conta com computadores mais robustos.

Por fim, precisamos falar sobre o armazenamento do Dash. De uma maneira geral, o ideal é não manter criptomoedas em carteiras dentro de exchanges, uma vez que os sites ainda passam por muita instabilidade e podem simplesmente deixar de existir.

Por isso, opte por aplicativos de carteira digital, como é o caso do Exodus.

Criptomoedas estão em constante crescimento e é fundamental conhecê-las a fundo antes de investir em Dash ou em qualquer outra opção.

Existem ótimas alternativas no mercado, mas é sempre bom ficar de olho naquelas que podem atrair você para uma via mais arriscada de investimento.

Acima de tudo, para quem está iniciando no mercado financeiro (seja ele tradicional ou digital), a melhor opção é diversificar a carteira, aplicando em criptomoedas e outros investimentos.

Nesse sentido, para aumentar a possibilidade de ganhos, o ideal é elevar a diversidade das suas aplicações — inclusive ao investir em Dash, se for adequado ao seu perfil. Se quiser saber mais sobre o assunto, não deixe de conferir o nosso Guia de Consultoria de Investimentos!

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