Invista agora
a evolução na edução financeira, conheça a Magnetis.

Um investidor conta tudo: início, erros, acertos…

Olá.

Sou um brasileiro de 28 anos e atuo como analista de sistemas. Trabalho, estudo e corro atrás de uma vida melhor para mim e para a minha família. Na minha história, lidar com as finanças nunca foi fácil. Já ganhei, perdi, acertei e errei. Aprendi em todas as situações e acredito que o futuro vai ser diferente. Um futuro que começa agora.

A partir de hoje, vou compartilhar minha trajetória para me tornar um investidor aqui no blog. Como vou contar tudo, sem nenhum segredo, preferi manter sob sigilo apenas uma informação: meu nome. Então, inspirado no fabuloso escritor Fernando Pessoa, resolvi adotar o pseudônimo Alberto. Fica aqui minha singela homenagem ao seu mais famoso heterônimo, Alberto Caeiro.

Me acompanha nessa jornada?

Satisfazendo desejos de consumo

Nasci numa família de classe média em que não faltava o fundamental: casa, comida e educação. Mas qualquer extra estava fora de cogitação. Para um garoto que adorava videogame, tecnologia e música, era muito complicado não poder ter acesso a todas as novidades que apareciam no mercado.

O jeito foi encarar as limitações de frente e, ainda na época da escola, encontrar uma forma de ganhar um dinheirinho que bancasse meus desejos de consumo. Comecei ajudando uma tia que vendia doces, depois consegui um emprego numa padaria onde fui de tudo – padeiro, pizzaiolo, chapeiro, atendente e até caixa. Com o salário, aos poucos pude comprar games e coisas mais caras, como um celular, uma guitarra e um amplificador.

Perto do vestibular, dei adeus temporariamente ao trabalho e foquei todas as energias para entrar na faculdade. Consegui passar e logo comecei a estagiar. Me esforcei, fui efetivado e as entradas de dinheiro foram melhorando.

Primeira (e breve) poupança

Coincidentemente, nesse período, me aproximei de um novo amigo na universidade. Com ele, o papo ia além de estudos e jogos de videogame. Ele se interessava por investimentos, lia muito sobre o assunto e me mostrava a cada dia a importância de aplicar recursos no presente para viver bem no futuro.  Influenciado por esse pensamento, resolvi abrir uma conta-poupança e comecei a guardar o que sobrava no fim do mês.

Minha primeira poupança, no entanto, durou pouco. Meus pais passaram por dificuldades financeiras e precisei resgatá-la para ajudar em casa. As dificuldades continuaram e acabamos tomando um empréstimo que foi pago devagarzinho. Sem chance para voltar a pensar em investir.

Mais tarde, com a dívida quitada, outras obrigações surgiram. Eu evoluía na carreira, mas minhas despesas aumentavam na mesma proporção. Fui morar numa cidade maior e mais cara, financiei um carro cuja manutenção (prestações, combustível e seguro) consumia boa parte da minha renda, comecei a namorar e a ter gastos maiores com lazer, e me vi novamente na necessidade de ajudar minha família, em mais uma fase apertada.  Todo o dinheiro que entrava saía, e economizar era um verbo que não fazia parte do meu vocabulário.

Para piorar, depois de uma mudança de emprego, um descuido me custou caro. Esqueci a conta corrente em que antes recebia meu salário aberta, sem uso, e as tarifas bancárias foram se acumulando por meses a fio. Nem preciso mencionar que encerrar a conta exigiu o desembolso de uma elevada quantia. Um dinheiro jogado fora!

Um novo mentor

Felizmente, minha carreira ia bem. Segui crescendo profissionalmente e em remuneração.  Ajudar a família já não pesava tanto no meu orçamento, mas, em compensação, meus gastos continuavam se ampliando, principalmente os com entretenimento.

Foi aí que mais uma vez apareceu um ‘mentor’ na minha vida financeira. Meu chefe, que havia atuado no mercado financeiro, passou a me dar boas dicas para organizar as finanças.  Em nossas conversas, ele também foi reforçando na minha mente aquela ideia que havia ficado adormecida de que eu precisava investir para garantir um bom futuro.

Comecei a me informar mais sobre o assunto, na internet e em livros, mas ainda não sobrava dinheiro para que eu pudesse investir. Pelo menos não sobrava tanto dinheiro quanto eu achava ser necessário.

Então aconteceu um empurrãozinho e percebi que não podia mais esperar. Mas isso eu conto no próximo post. Continue me acompanhando e deixe seus comentários sobre a minha história. Conte também um pouco da sua!

Um grande abraço,

Alberto