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Como a diversificação de investimentos pode fazer você ganhar dinheiro

Nem mesmo investidores experientes têm certeza sobre como o mercado financeiro vai se comportar. A diferença é que eles utilizam uma estratégia para lidar com o sobe e desce do dia a dia: a diversificação de investimentos.

Se você já ouviu o ditado “Não coloque todos os ovos na mesma cesta“, teve contato com um dos princípios dessa estratégia.

Porém, aqui vai um alerta: diversificar não significa sair investindo em qualquer tipo de aplicação, sem nenhum critério.

Pelo contrário: trata-se de uma técnica sofisticada, usada por grandes investidores como Warren Buffett.

Hoje em dia, graças à tecnologia, ela está disponível para qualquer pessoa, mesmo quem tem pouco dinheiro para investir.

A partir de agora, vamos entender um pouco mais sobre como funciona essa estratégia na prática. Neste post, você vai entender:

  • quais são os principais passos para ter investimentos bem diversificados;
  • quais são os erros mais comuns de quem não consegue executar essa estratégia.

Por isso, continue conosco e saiba como você pode usar essa técnica para turbinar os seus investimentos!

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O que é diversificação de investimentos?

Todo investimento está sujeito a algum tipo de risco. Mesmo aplicações consideradas extremamente seguras podem sofrer perdas.

Essas perdas podem ser causadas pela volatilidade nos investimentos, mudanças regulatórias ou até mesmo por alguma intervenção do governo.

Por isso, um princípio básico do gerenciamento de riscos é não concentrar os recursos em um único investimento.

A prática ideal é distribuí-los entre ativos distintos, que não sejam influenciados pelos mesmos fatores.

O princípio central da diversificação de investimentos é distribuir o seu dinheiro entre diferentes ativos com o objetivo de reduzir riscos e aumentar as chances de bons resultados.

Por que diversificar investimentos?

Existem diferentes maneira de proteger o seu patrimônio contra os riscos que existem no mercado. Alguns exemplos são:

  • investir em ativos físicos para reduzir o risco de desvalorização do patrimônio;
  • investir em aplicações que permitam travar a rentabilidade em determinado patamar (é o que acontece nas operações de hedge, por exemplo);
  • criar um equilíbrio entre investimentos mais previsíveis, com rendimento menor, e aqueles que buscam resultados maiores, mas que são mais arriscados.

Esses exemplos são apenas algumas das possibilidades que a diversificação oferece.

E não existe certo e errado: cada carteira de investimentos (que é o conjunto de aplicações financeiras que uma pessoa possui) terá uma composição única, que diz respeito aos objetivos financeiros e às necessidades de cada pessoa.

O elemento que vale em todos os casos é o seguinte: quando mais você dilui o risco de a sua carteira ser afetada por um determinado fator, mais resiliente ela se torna.

Aqui estão alguns exemplos de riscos nos investimentos que podem ser reduzidos com uma boa estratégia de diversificação:

  • risco de mercado: a possibilidade de que o preço dos seus ativos caia e você fique no prejuízo;
  • risco de crédito: a chance de uma instituição não conseguir pagar os seus investimentos na data combinada;
  • risco setorial: a possibilidade de determinado setor da economia afetar os resultados da sua carteira (exemplo: queda no movimento do comércio afeta as ações de empresas de varejo).
  • risco de liquidez: a chance de você não conseguir resgatar o dinheiro quando precisar;
  • risco sistêmico: a possibilidade de acontecer um evento que afeta os investimentos de maneira generalizada, como uma crise, por exemplo.

Qual é a melhor maneira de diversificar investimentos?

1. Identifique seus objetivos financeiros

O primeiro passo para qualquer avaliação financeira é definir qual o objetivo e o horizonte de tempo pretendido para o investimento.

Esses fatores vão determinar as principais características dos ativos em que o valor será aplicado devem apresentar.

Metas com valores bem definidos e prazos mais curtos (como um curso no exterior ou a compra de um imóvel) pedem investimentos mais previsíveis, como as aplicações de renda fixa, por exemplo.

Já objetivos mais distantes permitem a diversificação também em outras classes de ativos, como ações e fundos de investimento.

2. Prepare-se para diversos cenários econômicos

Definidos os objetivos e o prazo pretendido para a aplicação, o passo seguinte é pensar nos potenciais efeitos do ambiente macroeconômico sobre seus investimentos.

Você deve se perguntar como o alcance de sua meta financeira seria impactado por um aumento na taxa de juros ou pela aceleração da inflação, e ainda se há influência de outros aspectos econômicos, como a taxa de câmbio.

Com base nessa análise, deve-se identificar as categorias de investimentos que teriam melhor rentabilidade no cenário mais provável, mas também buscar alternativas que funcionem como proteção do seu patrimônio, caso um cenário alternativo se materialize.

Por exemplo, no caso do curso no exterior, é interessante considerar alguma aplicação indexada ao dólar, mesmo que a perspectiva futura seja de valorização do real.

Nesse sentido, a diversificação geográfica é uma estratégia interessante, pois é possível tornar a sua carteira mais resistente considerando investimentos no exterior.

3. Diversifique dentro das categorias de investimentos

Além da definição das categorias de aplicações mais adequadas aos objetivos estabelecidos, é necessário também observar a diversificação de investimentos dentro de cada uma dessas categorias.

Assim, caso seja definida alguma alocação em renda variável, deve-se selecionar ações de empresas em setores de atuação diferentes, cujos negócios reajam de forma distinta aos diversos cenários econômicos possíveis.

Como um exemplo, pode-se compor uma carteira de ações com alguma empresa de varejo, que se beneficiará de um cenário de crescimento no consumo interno, juntamente de uma empresa exportadora, cujo desempenho depende mais do ambiente externo.

Ainda, uma empresa voltada ao agronegócio pode ser um bom complemento a uma companhia industrial.

Já no caso dos investimentos em renda fixa, além de buscar a diversificação entre os vários indexadores disponíveis, o ideal é que também não haja concentração das aplicações em um número muito reduzido de emissores.

Dessa forma, pode ser uma boa opção utilizar uma plataforma que ofereça diversas opções de títulos dessa categoria, como uma boa corretora de investimentos.

4. Fuja dos investimentos caros!

Esse ponto merece atenção especial. Durante muitos anos, o mercado de investimentos foi dominado pelos grandes bancos, que ofereciam aplicações caras com rendimento de acordo com a taxa básica de juros, a taxa Selic.

Essa realidade precisou mudar à medida em que a Selic caiu. Agora, não faz mais sentido pagar caro por um investimento que rende pouco.

Por isso, corretoras e gestoras de investimento (como a Magnetis, por exemplo) vêm ganhando cada vez mais investidores. São instituições em que é possível encontrar investimentos mais variados e mais baratos.

Por isso, se você ainda investe no banco, reavalie as possibilidades. Você pode estar deixando dinheiro na mesa.

5. Busque opções que simplifiquem a diversificação

Por fim, vale destacar que existem algumas opções de aplicações que, devido à sua forma de estruturação, permitem diversificar os investimentos de forma mais simples.

Isso facilita o trabalho do investidor e, muitas vezes, acaba também reduzindo seus custos operacionais.

Os fundos de investimentos são casos típicos de aplicações naturalmente diversificadas, já que normalmente suas carteiras detêm uma grande variedade de ativos.

Outra opção interessante, mas um pouco menos conhecida, são os ETFs (“Exchange Traded Funds”). Também chamados de “fundos de índices”, eles buscam replicar o retorno de um determinado índice do mercado de ações, como o Ibovespa.

Uma excelente alternativa é a utilização de um serviço de robô advisor, que automatiza a recomendação de aplicações com o uso de algoritmos. Tudo isso já considerando a diversificação de investimentos mais adequada ao perfil do investidor.

Como vimos, apesar de não ser um processo tão simples, a diversificação de investimentos é fundamental para a adequada gestão de riscos.

A diversificação é indispensável tanto para o investidor mais qualificado quanto para o pequeno poupador.

Ao utilizar essa estratégia, torna-se possível incluir aplicações mais arriscadas na carteira de investimentos. Assim, aumentar sua rentabilidade média ao longo do tempo sem comprometer a segurança do patrimônio investido.

Agora que você conhece a importância da diversificação de investimentos, que tal fazer isso de forma simples e prática? Saiba mais sobre a Magnetis e veja como podemos ajudar você a montar uma carteira de investimentos vencedora e 100% alinhada ao seu perfil.

Mariana Congo

Mariana Congo é Gerente de Comunicação da Magnetis e jornalista especializada em finanças pessoais.

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