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Diversificação ou pulverização: qual a diferença entre os termos?

Sabemos que não existem aplicações financeiras isentas de risco, porém, nenhum investidor quer perder dinheiro. Por isso, é importante ter uma estratégia sólida ao construir a sua carteira de investimentos, a fim maximizar os ganhos e amenizar eventuais perdas em cenários de incerteza. 

Nessa hora, pode surgir a dúvida: como fazer uma diversificação, e não uma pulverização? Descubra a seguir por que a diversificação realmente beneficia os seus investimentos. 

A importância da diversificação 

Apesar de não ser uma prática simples, a diversificação é fundamental para neutralizar o retorno negativo de alguns ativos. Afinal, as perdas podem ocorrer por motivos diversos e evitar que aconteçam é o que permitirá retornos consistentes no longo prazo. 

Enquanto o risco sistêmico (que não pode ser eliminado) reflete questões que afetam a economia como um todo – a pandemia é um grande exemplo disso –, o risco não sistêmico diz respeito às adversidades que afetam apenas um setor ou empresa. Por isso, ele também é chamado de diversificável, já que é possível mitigá-lo ou até mesmo eliminá-lo.

Dada a imprevisibilidade do mercado financeiro, é importante contar com a performance positiva em alguns investimentos, enquanto outros não vão muito bem, para equilibrar o desempenho de sua carteira. 

Nesse sentido, a técnica de diversificação confere ao investidor maior proteção, principalmente contra riscos não sistêmicos

Diversificação e pulverização: qual a diferença?

Quando se trata de potencializar ganhos e diminuir riscos, o investidor deve tomar cuidado para não realizar a pulverização, ao invés de reunir uma variedade em proporções que realmente forneçam equilíbrio e estratégia. 

O que é pulverização? 

A pulverização ocorre quando um investidor aplica os seus recursos em ativos ou instituições diferentes, mas que possuem comportamentos similares, altamente correlacionados. Afinal, é fácil entender a necessidade de diversificar, mas nem sempre se tem o conhecimento técnico necessário, o montante de recursos ideal ou até mesmo o tempo para se dedicar a isso e conseguir, de fato, investir melhor. 

Para exemplificar o processo, imagine que você concentra os ativos da sua carteira apenas em ações do setor elétrico ou em fundos imobiliários. Caso haja queda de performance em algum desses setores, o rendimento da sua carteira será prejudicado.

A falta de investimentos voltados para outros setores ou com características distintas aos que sofreram danos pode resultar em prejuízos enormes. Esse é o principal motivo pelo qual a pulverização não é a opção recomendada para quem realmente deseja proteger os seus aportes. 

O que é melhor: diversificação ou pulverização?

A diversificação de investimentos precisa ser feita de forma criteriosa para cumprir o seu papel estratégico. De qualquer forma, ela é tão eficaz que a pulverização nem deveria ser considerada. Ao diversificar de maneira eficiente, o investidor opta por equilibrar da melhor forma possível a relação entre risco e retorno. Do mesmo modo, essa diversificação deve estar alinhada a seu perfil e objetivos

Dentro dessa proposta, o investidor deve escolher investimentos com baixa correlação entre si, para evitar, principalmente, que em um cenário de quedas, os rendimentos não decresçam todos de uma vez só. 

Isso significa que o ideal é diversificar, considerando classes de ativos diferentes (renda fixa e renda variável), segmentos e posições geográficas distintas. Inclusive, esse é um dos principais atributos da Magnetis, junto a outros mecanismos de proteção para reforçar a estratégia das carteiras que contam com renda variável.   

Para entender melhor, avalie como a correlação costuma acontecer nos investimentos para assim ter mais segurança ao escolher os ativos que irão compor a sua carteira.

Como funciona a correlação? 

A correlação é um conceito que trata do desempenho de um ativo A em relação a um ativo B. No mundo financeiro, ela se apresenta das seguintes formas: 

  • correlação positiva: quando o preço de um ativo sobe, os outros também sobem. Exemplo: títulos públicos e privados.
  • correlação neutra: os casos em que o preço de um produto não é influenciado pelo valor de outros ativos. Exemplos: ações internacionais de um determinado mercado versus ações nacionais de outro segmento; ações brasileiras versus criptoativos. 
  • correlação negativa: ocorre quando o preço de um ativo sobe e o dos demais cai. Exemplos: títulos de renda fixa e produtos da bolsa de valores

A partir disso, é possível concluir que na diversificação, a preferência pela correlação negativa prevalece, para que os ativos cujo preço aumentou compensem o retorno negativo de outros produtos. 

Já na pulverização, as aplicações são organizadas sob a perspectiva da correlação positiva – ou seja, todos os preços caminham para a mesma direção. Como resultado, há a potencialização de perdas. Lembrando que, com uma perda de 50% do patrimônio, é necessário haver 100% de rentabilidade apenas para poder voltar ao patamar anterior. 

Para ter um crescimento patrimonial consistente é necessário ter uma carteira com rentabilidade de qualidade e isso só pode ser obtido com uma carteira bem construída.. 

Como evitar a pulverização nos investimentos? 

A combinação de ativos descorrelacionados garante à carteira maior previsibilidade em relação à volatilidade e, como consequência, menos supresas. Por isso, diversificar os investimentos é a melhor saída para ficar longe da pulverização de uma vez por todas. 

Construir um portfólio com menos ativos, mas bem selecionados, traz mais segurança e rentabilidade para o investidor. Entretanto, a mitigação de riscos e a maximização de retornos envolvem estratégia e técnica, um obstáculo para quem não pode se dedicar a isso em tempo integral. 

Dessa forma, obter os recursos necessários para se adaptar às flutuações do mercado financeiro exige o suporte de uma gestão de investimentos que atenda às suas necessidades. Por isso, estamos aqui!

Por que escolher a Magnetis

A carteira de investimento ideal é diversificada, com investimentos de baixa correlação entre si, alinhada aos seus objetivos financeiros e livre de conflitos de interesse

Parece demais para ser verdade? Na Magnetis, provamos para você que investir melhor não precisa ser complicado. Do mesmo modo, não há necessidade de você se tornar um expert que dedica 100% do tempo para construir seu portfólio de forma consistente. 

Isso porque há um time de especialistas por trás do desenvolvimento de uma tecnologia avançada que contribui para a escolha dos melhores ativos para a sua carteira. A automação da análise de ações usada na Magnetis estuda, com olhar isento, os mais de 20.000 ativos disponíveis para promover combinações eficientes, completamente alinhadas aos seus objetivos e planos. 

Além dos ativos estarem descorrelacionados entre si, o modelo de investimento completamente pautado pelas suas metas de vida garante que você as alcance com mais facilidade. 

Para investir melhor, descubra agora mesmo o seu perfil e nos conte o que você deseja tornar realidade com seus investimentos – aposentadoria, faculdade dos filhos, viver de renda? O resto do trabalho fica com a gente, para você aproveitar apenas os resultados

Andressa Siqueira, CEA
Andressa Siqueira, CEA

Formada em Economia pela PUC-SP, é analista de conteúdo, especialista em investimentos na Magnetis desde 2019, possui certificação CEA pela ANBIMA e trabalha no mercado financeiro há mais de 8 anos.

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