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Expresso NYC: os principais acontecimentos do mercado em novembro de 2019

O mês de novembro já terminou e, junto com ele, chegamos à última edição do Expresso NYC deste ano. A partir de agora, você vai relembrar os principais acontecimentos do mercado financeiro e ver como as Carteiras Magnetis se comportaram no mês que passou.

Nesta edição, trocamos o frio de Nova York pelo fim de ano no escritório da Magnetis em São Paulo. A partir de agora, você confere:

Expresso NYC é um programa mensal no Instagram da Magnetis. Nele, comentamos sobre os principais acontecimentos do mercado no Brasil e no exterior, além do impacto desses eventos nas suas aplicações financeiras.

Confira o vídeo a seguir ou, se preferir, leia a transcrição do episódio na sequência:

1 – Cenário Internacional

O mercado continua acompanhando os desdobramentos da guerra comercial entre a China e os Estados Unidos.

Como já dissemos em programas anteriores, esse tipo de negociação costuma se arrastar por meses. Ele deve continuar sem definição até o fim de 2019.

Enquanto isso, o presidente dos EUA, Donald Trump, continua tentando desviar a atenção para outros assuntos.

Entre as suas famosas tuitadas, sobrou até para o Brasil: o republicano falou em sobretaxar o aço brasileiro, uma vez que a nossa política de comércio internacional é bastante protecionista.

Nisso, ele tem razão. Mas a questão é que o político tenta colocar outros assuntos em pauta enquanto está passando por um processo de impeachment no Congresso americano.

Além disso, ano que vem os Estados Unidos terão sua eleição presidencial e a situação de Trump não está nada favorável.

2 – Cenário Brasil

Enquanto esperam uma definição, os investidores continuam buscando a segurança do dólar.

Foi por isso que a cotação da moeda subiu e bateu um recorde histórico de fechamento: R$ 4,25 no dia 27 de novembro.

Outro fenômeno de destaque no mês passado atingiu o mercado de renda fixa.

A combinação entre a Selic baixa e a migração para investimentos mais sofisticados fez os fundos de crédito privado sofrerem bastante. Por isso, boa parte desses fundos teve desempenho abaixo do CDI em novembro.

Esse é um clássico exemplo do que sempre tentamos prevenir: que você venda seus investimentos por um preço injusto só por causa do efeito manada.

Explicando melhor: o movimento de migração para outros investimentos fez com que muitas pessoas resgatassem dinheiro dos fundos de crédito privado para aplicar em outros ativos.

Assim, os gestores desses fundos tiveram que vender ativos pelo preço que encontraram no mercado para entregar o dinheiro de seus cotistas.

E o que acontece quando você precisa vender alguma coisa a qualquer preço? É isso mesmo: você não faz o melhor negócio.

Foi esse fenômeno que levou a uma queda generalizada na rentabilidade desses fundos. Sorte a de quem teve dinheiro para comprar.

Mas se a sua carteira está em dia, não há razão para se preocupar. Basta seguir as recomendações de nossos especialistas para decidir qual é a melhor decisão que você pode tomar neste momento.

3 – Rentabilidade das Carteiras Magnetis

As Carteiras Magnetis 1 e 2 refletiram mais os efeitos da queda da Selic no mês passado.

Além disso, a parcela de fundos de crédito privado nessas carteiras também sofreu com a queda generalizada na rentabilidade dos fundos de renda fixa no mercado.

Já as Carteiras Magnetis 3, 4 e 5 aproveitaram com segurança os ganhos do Ibovespa no período.

A seguir, você pode fazer o download do nosso relatório de resultados:

Nossa estratégia de investimento tem se mostrado consistente contra as turbulências no mercado. Por isso, entregamos bons retornos sem expor nossos clientes a riscos desnecessários.

No mais, vamos continuar acompanhando os acontecimentos no Brasil e no exterior que afetam os seus investimentos. 

Se você tiver qualquer dúvida ou sugestão, fique à vontade para falar conosco no [email protected].

Malena Oliveira

Especialista em Finanças Pessoais e membro do Grupo Consultivo de Educação Financeira da Anbima.

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