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Expresso NYC – retrospectiva 2019: relembre os principais fatos do mercado financeiro

O ano de 2019 foi um pouco diferente dos anteriores para o mercado financeiro. Vamos relembrar os principais fatos que influenciaram seus investimentos nesta edição de retrospectiva do Expresso NYC.

Nesta edição, falamos direto do Memorial do 11 de Setembro, coração do mercado financeiro em Nova York. A partir de agora, vamos analisar:

Expresso NYC é um programa mensal no Instagram da Magnetis. Nele, comentamos sobre os principais acontecimentos do mercado no Brasil e no exterior, além do impacto desses eventos nas suas aplicações financeiras.

Confira o vídeo a seguir ou, se preferir, leia a transcrição do episódio na sequência:

1 – Cenário Internacional

a) Guerra comercial EUA e China

A guerra comercial entre Estados Unidos e China dominou o noticiário internacional, principalmente no segundo semestre de 2019.

Essa disputa já vinha acontecendo desde os primeiros dias do governo do presidente americano Donald Trump.

No entanto, ela ganhou mais força à medida em que cresceram os temores sobre uma possível crise na economia americana.

Essa guerra consiste em tarifas de importação mais pesadas dos dois lados, o que contribui para um fluxo menor de transações comerciais. Assim, uma parte importante da economia de ambos os países acaba prejudicada.

Justamente com medo desse enfraquecimento, o mercado passou a comprar dólares e a moeda se fortaleceu no mundo todo.

No ápice da preocupação, vimos o dólar no Brasil ficar acima dos R$ 4,25 em novembro, você deve se lembrar.

Agora, porém, as coisas estão um pouco mais calmas com a perspectiva de um acordo entre EUA e China. Por esse motivo, o dólar voltou mais para perto dos R$ 4, mas ainda deve permanecer nesse patamar por algum tempo.

Só lembrando, 2020 é ano de eleição presidencial nos EUA. Vamos ver como essa disputa ficará diante das campanhas eleitorais.

b) Crise na Argentina e conflitos na América Latina

A crise econômica na Argentina e as tensões políticas na Bolívia, Colômbia e Venezuela também marcaram o ano que passou.

O mês de agosto em particular foi bastante difícil para os investimentos, pois todos esses assuntos eclodiram simultaneamente.

A consequência direta foi um fortalecimento do dólar e uma postura mais receosa dos estrangeiros em relação à América Latina como um todo, incluindo o Brasil.

A Argentina já vem passando por um longo período de crise, com desemprego, inflação e taxa de juros nas alturas.

Mas o mercado teve um ataque de pânico com o resultado da eleição presidencial no país vizinho, que elegeu um candidato da esquerda. Isso era algo inesperado, até para as pesquisas de intenção de voto mais precisas.

Com isso, a bolsa na Argentina derreteu e as consequências foram sentidas também por aqui. Afinal, o país é um dos nossos principais parceiros comerciais.

Agora, porém, o mercado está um pouco mais calmo. O novo presidente Argentino está em fase de construir a sua equipe de governo e, até agora, não houve nenhuma surpresa negativa para o mercado

2 – Cenário Brasil

a) Queda da taxa Selic

Em 2019, a taxa Selic passou de 6,5% ao ano para 4,5% ao ano. Foi uma redução expressiva, que afetou diretamente a rentabilidade das aplicações de renda fixa.

Como você sabe, o rendimento de toda essa família de aplicações se alinha à taxa atual e as expectativas para ela no futuro.

Como a Selic deve permanecer nesse patamar ao longo de 2020, os investimentos de renda fixa estão colocando isso na conta desde já.

É claro, a renda fixa não morreu. Mas a partir de agora, diversificar seus investimentos vai ser mais importante do que nunca.

Isso ajudará a compensar uma parte da rentabilidade que as aplicações tradicionais deixaram de entregar.

b) Início da recuperação da economia

Por outro lado, começamos a ver em 2019 os primeiros sinais da recuperação econômica do Brasil após quatro anos de crise.

É verdade que o desemprego ainda continua alto, mas ele não está aumentando, o que é uma boa notícia. 

Além disso, com a taxa de juros mais baixa, as empresas passam a ter resultados melhores, pois seu nível de endividamento diminui e as pessoas consomem mais.

Isso favorece os investimentos em ações e títulos privados que não estão relacionados a bancos (CRIs, CRAs e debêntures)

No entanto, vale lembrar que o ideal é contar com ajuda especializada para escolher esses investimentos.

Isso porque são muitas possibilidades e é preciso saber filtrar as melhores. Além disso, porque é preciso saber avaliar os riscos de cada aplicação. A Magnetis pode ajudar você nessa tarefa!

3 – Rentabilidade das Carteiras Magnetis

Todas as Carteiras Magnetis tiveram retorno acima do CDI no acumulado de 2019, compensando os meses de baixa ao longo do segundo semestre.

O destaque fica para a Carteira 2, que se recuperou após um ajuste na alocação. Esse, aliás, é um dos exemplos da eficiência das ferramentas que usamos aqui na Magnetis para ajudar nossos clientes em suas aplicações.

Já as Carteiras Magnetis 3, 4 e 5 aproveitaram com segurança os ganhos do Ibovespa no período, que atingiu um recorde histórico de alta em dezembro.

A seguir, você pode fazer o download do nosso relatório de resultados:

Nossa estratégia de investimento tem se mostrado consistente contra as turbulências no mercado. Por isso, entregamos bons retornos sem expor nossos clientes a riscos desnecessários.

No mais, vamos continuar acompanhando os acontecimentos no Brasil e no exterior que afetam os seus investimentos. 

Se você tiver qualquer dúvida ou sugestão, fique à vontade para falar conosco no contato@magnetis.com.br.


Malena Oliveira

Malena Oliveira é jornalista especializada em Finanças Pessoais e redatora na Magnetis.

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