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Relatório de rentabilidade | Novembro 2021

Falta retorno no nosso quintal, mas não na nossa carteira

Novembro começou com a Bolsa brasileira em queda. O motivo é uma dupla conhecida: descontrole fiscal e risco político. As autoridades monetárias vem tentando compensar o desequilíbrio fiscal via elevação da taxa básica de juros.

Outra causa para a volatilidade é o fim do mandato do atual governo federal. A aproximação do término, ascende o debate sobre o próximo possível eleito e mais riscos são atribuídos aos investimentos, dado o cenário de incertezas.

Em uma linha mais pessimista, o mercado revisou as expectativas com relação aos indicadores da economia brasileira: PIB mais baixo e inflação mais alta.

Enquanto isso, lá fora…

Até a terceira semana do mês, o cenário da economia americana era outro, com o S&P500 renovando as máximas históricas e as bolsas internacionais se movimentando de forma condizente com o ciclo de recuperação econômica. Motivado, principalmente, pela subida do setor de big techs.

Na última semana, o mercado virou, com a tensão gerada pela nova cepa de Covid-19 (a Ômicron). Os temores englobam a possibilidade de desaceleração do crescimento econômico global e um quadro potencialmente agravado para as economias mais deterioradas (como é o caso da brasileira).

Mas então, o que a Magnetis tem feito?

Do ponto de vista local, o que melhor performa nesse cenário é a renda fixa pós fixada, por isso, mantemos essa posição sem muitas alterações. No aspecto da renda variável, este mês aumentamos a alocação no Forpus, fundo que compõe nossa parcela de ações de gestão ativa, aproveitando a breve janela de abertura para captação.

No cenário internacional, a novidade foi a inclusão do VPU, ETF com foco em ações americanas do setor de utilidades públicas. Trata-se de um ativo mais defensivo e altamente descorrelacionado com o VGT, contribuindo para maior diversificação do portfólio de ações globais

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Principais destaques na carteira Magnetis

Renda fixa

A alocação se manteve com retornos consistentes acima do CDI no mês. A estratégia de Renda Fixa fechou o mês com retorno de 0,63% e enquanto que nossa alocação em Crédito Privado rendeu 0,76%. Apesar dos nossos resultados positivos no mês, identificamos um aumento dos spreads de crédito, o que já impactou alguns fundos que acompanhamos. Estamos atentos e monitorando.

Renda variável

O mercado local foi impactado pelo aumento do risco fiscal e perspectivas mais pessimistas para os principais indicadores econômicos. No mercado internacional a nova cepa de Covid-19 aumentou a aversão ao risco dos investidores. Nesse contexto, as proteções de S&P500 foram capazes de gerar retorno em excesso para as carteiras.

Multimercado

Nessa estratégia alocamos em fundos macro internacionais e locais, quantitativos e Long & Short. Por serem descorrelacionados com as outras classes, contribuíram para um bom retorno, ficando em 0.55% contra um retorno de 0.22% do seu principal benchmark (IHFA).

Criptoativos

Em meio a queda do Bitcoin, a carteira diversificada de criptoativos se mostrou resiliente. A classe segue desempenhando bem seu papel no sentido de promover assimetria de retorno para o portfólio.

Resiliência nos investimentos:

As carteiras Magnetis são desenvolvidas estrategicamente, com diversificação e de forma quantitativa. Isso nos permite maximizar seus ganhos no longo prazo, enquanto mantemos um nível de risco adequado e promovemos um crescimento patrimonial consistente. Veja como a Carteira Magnetis 3, se comportou diante das crises do mercado nos últimos 6 anos:

Rentabilidade da Magnetis

Confira a rentabilidade das carteiras Magnetis do mês de Novembro e dos meses anteriores para comparação. Para ter acesso a rentabilidade detalhada desde o início acesse aqui.

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Marcelo Romero, CQF
Marcelo Romero, CQF

Diretor de Análise Quantitativa na Magnetis. É administrador de carteiras credenciado pela CVM com certificação internacional em finanças quantitativas CQF.

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