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Financiar agora ou poupar para comprar à vista no futuro?

Com certeza você tem planos para 2015 e para os próximos anos. Alguns muito provavelmente envolvem a compra de bens. Quem sabe um imóvel ou um carro novo. Quem sabe ainda, no lugar de uma aquisição, você quer realizar uma grande viagem.

(Precisa guardar dinheiro antes e não sabe como? Descubra aqui…)

Tudo isso envolve muita expectativa e também bastante dinheiro, uma combinação que nem sempre leva às melhores decisões. Então, aproveitando esta época de reflexão que o fim do ano traz, que tal parar para pensar numa questão fundamental: é sempre melhor investir o dinheiro para comprar depois, à vista, ou em alguns casos pode valer a pena comprar agora e financiar o pagamento?

A quitação à vista costuma ser bem mais vantajosa por não envolver o pagamento de juros e não comprometer a renda futura com prestações. Além disso, muitas vezes permite que a aquisição seja feita com um bom desconto. Já financiar faz sentido apenas em poucas situações.

Para ajudar você a fazer uma boa escolha, vamos avaliar diferentes possibilidades:

Imóveis

A compra da casa própria é um grande sonho para quase todas as pessoas; porém, para a grande maioria, é praticamente impossível ter todo o dinheiro disponível para concretizá-lo à vista. A solução acaba passando por alugar ou financiar.

Muitos brasileiros consideram que alugar um imóvel é jogar dinheiro no lixo. Dizem que vale mais optar pelo financiamento; afinal, o dinheiro dispendido mensalmente vai estar sendo usado para pagar um bem que no final vai ser deles. Mas será que isso é uma verdade absoluta?

Não necessariamente. Alugar pode ser uma boa alternativa enquanto se junta dinheiro para comprar um imóvel, ainda mais considerando que o custo mensal de alugar hoje gira em torno de 0,5% do valor do bem. Isso é bem menos do que os juros cobrados na maioria dos financiamentos, beirando 1% ao mês. Ou seja, no geral, alugar um imóvel é mais barato do que financiar.

O que essa diferença de custos entre aluguel e financiamento propicia? Quem opta pelo aluguel consegue poupar recursos que podem ser investidos para viabilizar a compra do bem à vista no futuro. Também fica livre de desembolsar a polpuda entrada que é exigida nos financiamentos. Este é mais um valor que pode e deve ser investido.

Por outro lado, o financiamento pode fazer sentido para quem adere a programas de crédito habitacional subsidiado, a juros bastante baixos. Ainda assim, é preciso ponderar que se trata de uma dívida de longo prazo, que vai comprometer o orçamento da família por muitos anos.

Outros bens e serviços

O financiamento de carros e motos teve uma expansão enorme nos últimos anos e passou a ser visto como grande oportunidade de acesso a esses bens. Mas quem viveu a experiência já descobriu: compra um e acaba pagando dois no final. Para piorar, diferente dos imóveis, neste caso o bem se desvaloriza com o tempo.

Isso significa que nunca se deve considerar a hipótese de financiar um veículo? Pode-se abrir exceção somente em situações em que o bem é fundamental para gerar renda e não é possível adquiri-lo de outro modo. De toda forma, é preciso pesquisar muito para encontrar as melhores – ou menos piores – condições de pagamento.

No caso eletroeletrônicos e outros tipos de bem e serviços, a regra é clara: se o bem for realmente necessário e você não tiver como pagar à vista, financie. Pode ser o caso, por exemplo, de uma geladeira para substituir a que quebrou sem que você esperasse. Já se se tratar de um supérfluo, jamais financie. Se não puder pagar à vista, simplesmente não compre. Poupe para comprar depois à vista. Viagens entram nesse mesmo critério.