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Conheça 5 investimentos de alto risco e saiba como investir!

Quando o assunto é investir, a recomendação usual em relação às aplicações de alto risco é evitá-las. Mas o ideal é que o investidor procure ter uma carteira de investimentos diversificada, minimizando as perdas e maximizando os ganhos.

Nesse contexto, os investimentos de alto risco podem fazer parte da estratégia. Só é indicado que você não vá precisar dos valores dedicados a esse tipo de investimento no curto prazo, já que podem sofrer grandes oscilações.

Entre as opções disponíveis, estão contratos futuros, fundos alavancados, mercado de opções e criptomoedas. Conheça agora mais sobre os principais tipos de investimento de alto risco!

1. Contratos futuros

A diferença do contrato futuro em relação a um contrato de compra e venda comum é que ele estabelece um valor a ser pago para algo que será recebido no futuro.

Há, portanto, um claro componente de incerteza e de risco. Um tipo comum de contrato futuro é aquele feito em negociações de produtos agrícolas, por exemplo.

Por um lado o produtor agrícola quer se proteger das variações do preço do seu produto e de outros fatores que podem influenciar a colheita.

Por outro, o comprador aposta que o preço negociado no momento do contrato vai beneficiá-lo, pois prevê uma valorização do produto.

Além de produtos agrícolas, atualmente é possível realizar contratos futuros de ações, moedas — como minidólar — e taxas de juros.

O intuito é o mesmo: aproveitar um preço atual considerado favorável em relação às estimativas sobre o ativo no futuro.

2. Certificados de operações estruturadas

Os Certificados de Operações Estruturadas (COEs) são ativos que foram regulamentados apenas recentemente, em 2015, mas vêm ganhando popularidade.

Essas aplicações têm estrutura semelhante às de outros investimentos, como CDBs. São usadas por bancos para captar recursos de investidores, quando oferecem retorno sobre o valor aplicado.

Os COEs são atrativos porque se tratam de operações que incluem diversos ativos, como moedas, índices, produtos agropecuários ações, entre outros.

Outro diferencial dessas aplicações é que podem proteger o investidor da perda de parte do capital investido. Essa modalidade é conhecida como Valor Nominal Protegido (VNP).

Mas o COE também atende investidores mais arrojados na modalidade Valor Nominal em Risco (VNR). Aqui, existe a possibilidade de quem investe perder todo o capital investido.

Os COEs são considerados de alto risco, pois, mesmo no caso de haver uma proteção em relação ao capital investido, podem tanto dar retornos consideráveis como não dar retorno algum.

Diferentemente de modalidades como CDB, que têm garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), os COEs não têm proteção em caso de falência da instituição financeira emissora.

3. Fundos alavancados

Os fundos alavancados têm uma exposição financeira maior do que seu patrimônio líquido. Logo, são voltados a quem tem um perfil entre moderado e arrojado.

A alavancagem multiplica o impacto de uma potencial rentabilidade, enquanto minimiza o esforço de obtê-la. Afinal, permite tomar recursos emprestados para impulsionar os resultados obtidos.

Ela movimenta somas maiores de dinheiro e traz mais ganhos, ainda que com valores de aplicação reduzidos.

Muitos fundos de investimento usam a alavancagem para superar o índice de referência — o benchmark. A estratégia pode ser usada em mercado futuro, operações de day trade e short selling.

Como é de se esperar, essa tentativa de multiplicar os ganhos também pode ter o efeito contrário. As perdas podem ser altas caso a valorização (ou desvalorização) do ativo não ocorra como previsto.

Se o fundo registra perdas maiores que o montante depositado, você pode pedir que os cotistas aportem mais recursos proporcionalmente ao capital investido.

Nesse caso é possível que a pessoa perca todo o capital investido. Também pode ser que tenha de aportar mais dinheiro para honrar as suas obrigações.

Mercado de opções

As opções são instrumentos que representam um contrato. Ele garante ao titular o direito de comprar ou vender um ativo por um valor determinado em uma data futura.

O contrato de opções pode ser feito com diversos tipos de ativos: ações, moedas, juros etc. Geralmente, é negociado na bolsa, com data de vencimento e garantias estabelecidos.

O mercado de opções tem dois propósitos — proteger capital ou especular em busca de ganhos substanciais.

Para quem busca proteção é feito o hedge, que fixa o valor do ativo-objeto, blindando-o de eventuais oscilações. Se o intuito é um retorno mais alto, é possível usar alavancagem no contrato.

Como o preço de uma opção varia mais que a cotação do ativo-objeto, o potencial de valorização ou desvalorização do valor investido é maior.

Resumindo, é possível comprar uma opção de uma ação por R$ 100, esperando que o preço do papel atinja valores substancialmente maiores no futuro, antes do vencimento do contrato.

Caso a cotação da ação chegue a R$ 200, por exemplo, a pessoa que investe garante o direito de comprá-la por apenas R$ 100.

Agora, se a ação tiver uma queda e passar a valer R$ 80, a opção não vale nada, certo? É melhor comprar diretamente no mercado por R$ 80 do que exercer o direito de comprá-la por R$ 100.

Criptomoedas

Apesar da recente popularização e da maior facilidade em aplicar nessa modalidade, as criptomoedas ainda são uns dos investimentos de alto risco.

Isso se deve a dois motivos principais: a volatilidade que apresentam e a falta de segurança.

Ao analisar a cotação da principal criptomoeda, a bitcoin, no final de 2017 sua cotação alcançou um pico inédito de cerca de R$ 64 mil.

Cerca de um ano depois, o valor da moeda havia regredido para cerca de R$ 12 mil, um quinto do que valia no final de 2017.

A moeda só recuperou o patamar de R$ 60 mil na metade de 2020, por uma combinação de motivos — incluindo a pandemia. Nesse período, a bitcoin disparou e alcançou o patamar de R$ 121 mil.

As transações em criptomoedas são consideradas seguras e mantêm o anonimato dos vendedores e compradores devido à criptografia que possuem.

Contudo, ainda persiste um problema de segurança em relação a hackers que conseguem se apropriar dos saldos virtuais de quem investe na moeda.

Quando isso acontece, além do estresse provocado pelo furto em si, não há a quem recorrer. Ao contrário de outros investimentos, as criptomoedas não são associadas a instituições financeiras.

Logo, não há garantia e não é possível pedir qualquer ressarcimento. Solicitações à polícia para encontrar o autor do furto tampouco tendem a ter resultado positivo. O jeito é lidar com o prejuízo.

Existem várias formas de comprar criptomoedas, mas as duas principais são por meio de corretoras e de exchanges. O único pré-requisito é que você tenha criado a sua carteira virtual antes.

Conte com o auxílio de profissionais ao investir

Para realizar a maior parte dos investimentos de alto risco, basta criar uma conta em uma corretora e usar seu home broker. Mas é aconselhável buscar o apoio de profissionais especializados.

Consultores podem ajudar a montar uma carteira de investimentos que seja adequada ao seu perfil e ajudar você a evitar uma exposição grande a perdas significativas.

Além disso, com o auxílio de profissionais capacitados é possível fazer o rebalanceamento da carteira sempre que possível.

Assim, você pode ajustar o nível de risco ao seu perfil realizando mudanças nos investimentos de alto risco. E, por falar nisso, vale também conhecer a Ethereum, que vem se destacando ultimamente como uma das principais alternativas à bitcoin. Saiba como ela funciona e se é seguro investir!

Caroline Dubard
Caroline Dubard

formada em marketing e apaixonada por conteúdo. Tem experiência em marketing digital, performance e branding. Atualmente, lidera as estratégias de marketing de conteúdo da Magnetis.

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