O que investimentos, bem-estar e tecnologia têm em comum?

por Luciano Tavares, CFP® | 22/04/2019

O que investimentos, bem-estar e tecnologia têm em comum?

Dinheiro traz felicidade? Todo mundo já sabe que não. Na verdade, é o que você faz com ele que traz a sensação de bem-estar. Portanto, o dinheiro é apenas um meio para alcançar o que você deseja. Sabia que os investimentos também seguem a mesma lógica?

Hoje, no Brasil, existem milhares de pessoas que querem investir melhor, mas não conseguem. O principal motivo alegado é a falta de recursos. No entanto, muitos ainda deixam o seu dinheiro parado na poupança, mesmo sabendo que o rendimento da caderneta é ruim.

A partir de agora, você vai ver como é possível mudar essa realidade. A pesquisa Investor Pulse, da BlackRock – maior gestora de recursos do mundo -, mostra algumas descobertas muito interessantes sobre o mercado de investimentos no Brasil.

Uma das maiores lições que eu aprendi lendo esse estudo é que investir pode proporcionar mais bem-estar do que imaginamos.

A pesquisa Investor Pulse é feita anualmente pela BlackRock com pessoas de diversos países. Este ano, 1 mil brasileiros e brasileiras entre 25 e 74 anos participaram.

A Magnetis teve acesso exclusivo à edição deste ano e, a partir de agora, eu vou apresentar quatro lições muito importantes que eu aprendi sobre a população brasileira e os investimentos.

Ah, também aproveitamos para conversar com Carlos Massaru Takahashi, country head da BlackRock no Brasil, para comentar as principais descobertas dessa pesquisa.

Para isso, fizemos um bate-papo ao vivo no canal da Magnetis no YouTube, que você confere a seguir.

1 – Os brasileiros querem (e podem) investir melhor

Há alguns anos, falar de investimentos era bastante complicado. Os produtos e serviços não eram tão acessíveis e o economês afastava as pessoas do assunto.

Porém, o assunto vem ganhando cada vez mais evidência e novas soluções estão surgindo. O estereótipo do investidor, aquela pessoa que só aplica dinheiro quando já sabe tudo sobre investimentos, ainda é bastante forte.

Mas o crescimento da facilidade na prática de investir faz com que, cada vez mais, esse tipo de investidor perca sua representatividade, abrindo caminho para novas possibilidades.

A Investor Pulse confirma que essas novas possibilidades atraem o brasileiro a investir: 87% acreditam que novas tecnologias os ajudariam a estar mais envolvidos com investimentos.

Sim, qualquer pessoa que tem uma renda e se planejou financeiramente é capaz de investir, principalmente no Brasil, onde o mercado de investimentos cresce a cada dia.

Entretanto, a pesquisa mostra que o brasileiro procura uma forma mais tecnológica para aplicar seu dinheiro, porque ainda não sabe como fazer isso bem: 66% se consideram mais poupadores do que investidores.

Apesar de mais poupadores, a vontade de investir ainda é grande: a afirmação “investir é algo para mim” é aprovada por 64% dos brasileiros, uma vez que a média global é apenas 49%. Uma diferença significativa e muito importante para um país onde, apesar do crescimento, os investimentos ainda não estão em seu máximo potencial.

2 – Investir é diferente de poupar

Hoje temos mais poupadores do que investidores. Isso ainda não é o cenário ideal para o crescimento do investimento como um hábito no Brasil.

Hoje, 61% dos brasileiros dizem que não investem porque não têm dinheiro suficiente para isso. Mas poupar é um dos primeiros passos para começar a investir.

Interpretando de forma simples,  poupar representa as inúmeras formas de guardar e juntar dinheiro. E investir significa fazer com que o dinheiro renda da melhor forma possível, sempre de acordo com o perfil investidor que melhor representa você e seus objetivos.Entretanto,

Investir de acordo com o seu perfil e seus propósitos faz toda a diferença, já que nem todas as incontáveis formas de investir fazem sentido para qualquer situação. Nesse aspecto, a pesquisa aponta que 54% gostariam de saber como investir seu dinheiro melhor, 14% a mais que a média global.

Outra pesquisa mostra que mais da metade dos brasileiros das classes A, B e C não investe em nada. Nem na poupança, que tem um dos piores rendimentos de aplicações no mercado financeiro.

Esses dados provam que a população brasileira está pronta para aplicar seu dinheiro em investimentos, só que ainda não é capaz de fazer isso de forma financeiramente saudável. Essa situação acaba afetando diretamente o bem-estar, como você vê a seguir.

3 – Investir traz bem-estar para as pessoas

Para a população brasileira, sim. De acordo com a Investor Pulse, 71% acreditam que sua saúde financeira afeta diretamente no seu bem-estar. Para comprovar ainda mais, quase 60% afirmam que é o dinheiro – no caso, a falta dele – o que mais causa estresse em suas vidas.

Esses dados provam que, não só no Brasil, como também em todo o mundo, ao começar a investir dinheiro, automaticamente investe-se também no bem-estar.

Como um ciclo, para começar a investir é necessário fazer um planejamento financeiro. Nessa perspectiva, os brasileiros e brasileiras precisam aprender a lidar melhor com sua saúde financeira primeiro, para depois aprenderem a investir bem.

Nesse sentido, as pessoas começam a se dar conta de que os investimentos podem mudar situações financeiras e vidas.

Segundo a pesquisa, é crescente a perspectiva positiva em relação às finanças: em 2015, o percentual de brasileiros que enxergavam positivamente o futuro de seu dinheiro era de 64%. Em 2018, esse número subiu para 73%.

4 – A tecnologia está ajudando as pessoas a investirem melhor 

As fintechs têm algum papel no processo de incentivar e ensinar a população brasileira a investir mais e melhor? Segundo a pesquisa, têm. E muito!

O termo fintech vem da junção de duas palavras de língua inglesa: financial e technology. Ou seja, são empresas, normalmente startups, que usam a tecnologia a favor do mundo das finanças e dos investimentos.

A pesquisa Investor Pulse apresenta que 87% dos brasileiros acreditam que novas tecnologias os ajudariam a estar mais envolvidos com investimentos. A média global é expressivamente menor: 71%. Isso só prova como as fintechs têm um grande papel nesse momento empoderador para os brasileiros que querem investir.

A Magnetis, por exemplo, é uma gestora de investimentos que, através de um algoritmo e de profissionais extremamente engajados, traça as melhores oportunidades de investimentos de acordo com o perfil de cada cliente, ajudando-os a investir no que importa.

Nosso papel é guiar nossos clientes, mostrando o melhor caminho para que eles invistam da melhor forma possível, combinando segurança e resultados.

Com tecnologia de ponta, profissionais excepcionais e muito conhecimento, queremos que cada vez mais pessoas sejam capazes de viver melhor através dos investimentos.

“Investir é para poucos”, já ouviu essa frase? Nós já, algumas vezes. E a grande verdade é que ela é uma mentira. Qualquer pessoa pode investir, é só aprender como se planejar corretamente para isso.

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