Investir fora do Brasil: na Magnetis, você pode começar com R$ 1 mil!

por Marcelo Romero

Sabia que agora você pode investir no exterior com a Magnetis? E o melhor: com uma aplicação a partir de R$ 1 mil!

Na Magnetis, estamos sempre buscando formas de diversificar os investimentos de nossos clientes com soluções sofisticadas e acessíveis.

Nesse sentido, temos o enorme prazer de anunciar que, a partir de 1º de outubro de 2018, nossas carteiras que possuem ativos de renda variável (níveis de risco 3, 4 e 5) passaram a contar também com a alocação em ações internacionais!

Com isso, nossos clientes agora têm acesso à melhor diversificação global. A inclusão dos ativos internacionais nas Carteiras Magnetis representa uma sofisticação que a maioria dos clientes dos bancos não têm.

Nessa primeira etapa, nosso fundo de investimento em ações (Magnetis Diversificação Ações, que faz parte de nossas carteiras 3, 4 e 5) contará com a exposição em:

  • Índice de ações S&P 500: composto pelas 500 maiores empresas em valor de mercado, é o principal índice de ações do mercado americano. Trata-se de uma cesta de ações com boa diversificação e excelente performance no longo-prazo.
  • Vanguard Information Technology (VGT): é um ETF de renda variável negociado no apenas mercado americano. Ele busca replicar uma cesta de ações composta pelas principais empresas do setor de tecnologia, como: Apple, Google, Facebook,  Microsoft, Visa, Intel e outras.

Veja mais: Quer investir no exterior com a Magnetis? Faça grátis o seu plano de investimentos!

Por que investir em ações fora do Brasil?

Quando falamos sobre diversificação de investimentos, sempre vem à mente o famoso clichê “não colocar todos os ovos na mesma cesta”.

Mas, para facilitar, pense em um turista fazendo a mala para uma viagem a um local com clima desconhecido.

Nesse caso, uma seleção composta por roupas de frio, roupas leves para dias com temperatura mais amena e até mesmo roupas de banho para um eventual mergulho na piscina, parece ser a combinação ideal para aproveitar bem a viagem sem preocupações, faça chuva ou faça sol.

Mesmo que o peso de cada mala fosse limitado a 20kg, bastaria levarmos em consideração o espaço ocupado por cada tipo de roupa para escolher os itens que farão parte da bagagem.

Provavelmente, você já percebeu que a mala do turista equivale à sua carteira de investimentos e que as roupas são os ativos (títulos, ações e fundos) que compoẽm a sua carteira.

Daí, você pode estar pensando: "Mas o que a inclusão de ativos internacionais no meu portfólio de investimentos tem a ver com tudo isso?"

Percebam que mesmo uma mala perfeita está sujeita a um fator de risco em comum, que é o extravio da bagagem. Podemos fazer um paralelo com uma carteira que só tem ativos do mercado brasileiro.

Quando ocorre uma piora conjuntural ou sistêmica do país, todos os ativos (ações das companhias nacionais, títulos privados e públicos, mercadorias, imóveis e etc..) da economia brasileira são afetados de alguma forma, ao mesmo tempo.

Uma medida para evitar que esse risco afete os seus investimentos é a diversificação geográfica.

Ela tem um papel fundamental nos seus investimentos, uma vez que a exposição em ativos sem nenhuma relação com o cenário econômico brasileiro possibilita um retorno maior no longo prazo. Além disso, também ajuda a equilibrar melhor o risco da sua carteira com o seu perfil de investidor.

Principais dores de quem que busca investir fora do Brasil

Muitas pessoas pensam que investir dinheiro em outro país é mais arriscado. Afinal, se as opções no mercado local já são desconhecidas pela maioria dos brasileiros, imagine quando se trata de aplicações fora do Brasil.

Porém, como você viu no tópico anterior, investir no exterior é uma boa alternativa para construir uma carteira diversificada e, portanto, mais resistente às variações do mercado.

Nos últimos anos, o interesse por essa modalidade de investimento tem crescido bastante, mas as pessoas esbarram em algumas dificuldades para aplicar dinheiro no exterior:

  • Abrir conta em uma corretora no exterior;
  • Regras do mercado financeiro em outro país;
  • Investimento mínimo elevado;
  • Taxas caras para fazer a remessa de dinheiro para o exterior;
  • Falta de conhecimento sobre os investimentos no exterior;
  • A quem recorrer se houver algum problema com o investimento no exterior? Quem se responsabiliza?

Mas existem aplicações financeiras que facilitam esse caminho e que podem ser acessadas por meio de uma corretora de valores no Brasil.

Quais são as alternativas para investir fora do Brasil?

No mercado brasileiro, as principais formas de investir em ativos no exterior sem ter de abrir uma conta em outro país são:

  • BDRs: recibos de ações de empresas estrangeiras negociadas na bolsa brasileira;
  • Fundos de investimento: veículos que investem em ativos no exterior em nome de seus cotistas;
  • ETFs: Do inglês, Exchange Traded Funds, também conhecidos como fundos de índice. Eles também são fundos de investimento, mas apenas replicam o comportamento do índice em que são baseados.

A partir de 1º de outubro de 2018, a Magnetis passou a oferecer uma solução para facilitar esse tipo de aplicação.

Agora, todos os clientes que possuem uma parcela do fundo Magnetis Diversificação Ações em sua carteira já investem automaticamente em ativos internacionais sem nenhuma das complicações que vimos no tópico anterior. É simples assim!

Quais são as principais vantagens de investir em ativos internacionais com a Magnetis

  • Acessibilidade: com apenas R$1 mil já é possível investir em ativos negociados no exterior. Fundos que permitem essa modalidade normalmente são restritos a investidores qualificados (que têm mais de R$ 1 milhão aplicados ou são investidores profissionais) e/ou aplicações cujo o investimento mínimo necessário é bem alto;
  • Tributação: na Magnetis, o investimento em ações internacionais é realizado através de um fundo local. Portanto, para fins de Imposto de Renda (IR), o cliente está sujeito apenas à tributação de renda variável tradicional de 15% sobre o lucro na ocasião do resgate. Não há come-cotas!
  • Sem variação cambial: o investimento é protegido contra variações na taxa de câmbio real/dólar por meio de uma estrutura que montamos para proteger o retorno de nossas carteiras (hedge). A oscilação cambial não tem nenhuma influência direta na performance dos seus investimentos;
  • Prêmio da renda fixa brasileira: o mecanismo de proteção permite também um ganho extra para o cliente, pois o valor investido no exterior é remunerado pelo diferencial entre a taxa de juros da renda fixa brasileira e a taxa de juros estrangeira negociada no mercado local; 
  • Diversificação geográfica: uma carteira composta somente por ativos do mercado brasileiro não está verdadeiramente diversificada. Ter uma parcela dos seus investimentos em ativos que não estejam sob influência do cenário econômico no Brasil permite um maior retorno ajustado ao risco no longo prazo;
  • Mais sofisticação do que investir no banco ou em outras fintechs: nossa estrutura de fundos permite acesso não só ao S&P 500, mas a qualquer outro ativo negociado no mercado internacional. A maioria dos clientes dos bancos não tem acesso a esse tipo de investimento. E mais: temos planos de incluir outros ativos estrangeiros em nossas carteiras. Aguarde mais novidades em breve! 😉

Como a Magnetis faz a proteção cambial dos seus investimentos no exterior

Investir em um ativo negociado no exterior envolve a troca de moeda local pela moeda do país no qual o ativo é negociado.

Aqui vai um exemplo: imagine que você tenha comprado uma ação por US$ 1 quando a cotação do real/dólar estava em R$ 3,30.

Tempos depois, você vendeu essa mesma ação por US$ 2 com o câmbio a R$ 4. Veja como ficaria a sua operação:

Valor gasto na compra da ação

R$ 3,30

Valor recebido após a venda (cotação: R$ 4)

R$ 8

Resultado da operação

Lucro de R$ 4,70


Agora, imagine que a cotação do dólar tenha caído para R$ 1,50. Sua operação ficaria da seguinte forma:

Valor gasto na compra da ação

R$ 3,30

Valor recebido após a venda (cotação: R$ 1,50)

R$ 3

Resultado da operação

Prejuízo de R$ 0,30


É por isso que quem aplica dinheiro fora do Brasil fica exposto aos altos e baixos da taxa de câmbio, ainda que tenha lucro em seus investimentos.

Mas aqui na Magnetis, por meio de nossa estrutura de fundos, conseguimos anular o efeito de sobe e desce da taxa de câmbio na sua carteira fazendo o hedge das suas aplicações no exterior.

Quando compramos os ativos, fazemos também operações que permitem "travar" a cotação da moeda em um determinado patamar, de forma a evitar prejuízos.

Por que não queremos exposição em dólar?

Quando analisamos o comportamento da taxa de câmbio ao longo dos anos, percebemos que ela não possui tendência de alta e nem de queda no longo prazo.

Isso quer dizer que, ainda que a cotação do dólar suba, ela tende a retornar ao seu patamar anterior. O mesmo vale para quando essa cotação cai.

No gráfico abaixo, que mostra a taxa de câmbio real/dólar nos últimos 18 anos, esse comportamento fica bem evidente.

taxa de câmbio

Fonte: Investing.com

Ao abrir mão da exposição ao dólar (supostamente, uma moeda mais forte do que o real brasileiro), o chamado prêmio da renda fixa doméstica é agregado ao seu investimento em ativos internacionais.

Trata-se do retorno obtido a partir da diferença entre a taxa de juros brasileira e a taxa de juros estrangeira negociada no mercado local.

A taxa de juros estrangeira historicamente costuma ser menor do que a brasileira, há uma compensação pelo chamado “risco Brasil”.

O gráfico abaixo mostra a evolução dessas duas taxas ao longo dos últimos 14 anos:

taxas de juros de 3 meses Brasil e exterior

Fonte: BM&FBovespa

Perceba que no passado recente, esse prêmio (área de cor mais clara) esteve frequentemente acima de 10% ao ano.

No gráfico a seguir, mostramos o rendimento nominal de um investimento de R$ 100 mil em S&P 500 ao longo dos últimos 14 anos, com e sem a proteção cambial.

Fonte: Investing.com e BM&FBovespa

Podemos perceber que a alternativa “com proteção cambial” teve um rendimento quase 3x superior no período analisado. Em grande parte, por conta do prêmio da renda fixa brasileira.

Portanto, nas carteiras recomendadas pela Magnetis, a aplicação em ativos internacionais irá capturar o melhor de dois mundos: o prêmio da renda fixa brasileira, mais o retorno da renda variável internacional. Tudo isso sem exposição à variação da taxa de câmbio.

Então, o que achou da novidade? Deixe aqui o seu comentário!

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Marcelo Romero

Marcelo Romero é Diretor de Análise Quantitativa da Magnetis. É administrador de carteiras credenciado pela CVM com certificação internacional em finanças quantitativas CQF.

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