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Já salvou seu amigo da poupança hoje?

Todos nós temos aquela pessoa querida (amigo, tio, mãe, vizinho, prima…) que insiste em nos dizer para guardar todo o dinheiro possível na poupança, visando juntar uma boa quantia para realizar sonhos e planejamentos – lá na frente, é claro.

A aplicação de dinheiro na poupança ainda perdura como prática comum para parte da população, que acredita fielmente ser uma boa escolha para investir as economias e fazer o dinheiro render.

Será mesmo que a poupança funciona desse jeito?

Neste artigo, vamos explicar sobre o investimento em poupança, falar de alguns mitos dessa prática, explicando também sobre outros rendimentos e meios de diversificar seus investimentos.

Assim, você pode ajudar aquele amigo – ou a você mesmo –, que ainda insiste em depositar o dinheiro na poupança, esperando ter bons rendimentos com isso!

Por que o brasileiro insiste em investir na poupança?

Embora não seja um dos investimentos menos vantajosos, a comodidade é o fator principal que faz com que 8 em cada 10 brasileiros sigam investindo na poupança. A grande maioria possui uma conta-corrente atrelada à poupança, na qual guardam seu dinheiro.

Além disso, a poupança permite o saque imediato com a transferência entre as contas – o que pode trazer uma sensação de segurança, embora em termos de rentabilidade esteja longe do ideal. 

A concentração bancária do Brasil também é um fator que influencia o comportamento da população na hora de escolher um investimento: as grandes instituições dominam 79,2% das operações. Essa concentração diminui a concorrência, invalida o potencial de variedade de produtos para consumo e mantém os clientes em uma espécie de bolha financeira.

Outro ponto importante é o conservadorismo brasileiro para investir: segundo dados divulgados pela B3, apenas 3,8 milhões de pessoas têm algum dinheiro aplicado em produtos financeiros. Isso demonstra um comportamento ainda tímido quando o assunto é investimento, principalmente se comparado à população economicamente ativa (que hoje gira na casa das 79 milhões de pessoas).

Por último, a desinformação também continua fazendo vítimas – e deixando pessoas estagnadas com seus rendimentos.

Há pouco esforço por parte do governo e pouca motivação do público para melhorar o entendimento sobre aplicações financeiras, ações, investimentos e bolsa de valores. Grande parte das pessoas são leigas no assunto – o que, consequentemente, faz com que elas não invistam, nem sequer planejem nada nesse sentido.

Deve-se ter em mente que investir é diferente de poupar. Portanto, se a intenção é aplicar o dinheiro de forma que gere rentabilidade, será necessário escolher outros ativos além da caderneta de poupança. Manter a diversificação da carteira de investimentos é a chave para rendimentos com rentabilidade e segurança a longo prazo.

Cinco histórias mal contadas sobre a poupança

A poupança é repleta de mitos e meias-verdades sobre suas funcionalidades e seus benefícios: muito se fala sobre praticidade, rendimentos, democratização e outras características…


Embora esses aspectos da poupança possam ter seu valor, dependendo do ponto de vista e dos objetivos, é importante esclarecer a quem busca rentabilidade em suas aplicações que a poupança não é uma boa escolha como investimento.

Listamos algumas ideias comuns sobre a poupança, e os motivos pelos quais você precisa repensar o seu uso:

Aplicação prática e fácil?

A poupança causa a percepção de fácil transferência do dinheiro, no momento que quiser e no valor que quiser. Isso pode parecer uma facilidade mas, na verdade, não garante a rentabilidade desse dinheiro investido.

Além disso, outras opções de investimento e novas tecnologias (como PIX, Open Finance etc.) hoje oferecem a mesma praticidade – com até mais funções – para investir de verdade em aplicações com boa rentabilidade e resgate a curto prazo (o qual, embora não seja imediato como o da poupança, compensa nos resultados de rendimento).

É o caso de plataformas de investimentos, corretoras, fintechs e bancos virtuais, que estão mais populares e simples do que nunca. Facilitam o acesso, aporte e saque, tal qual a poupança, porém, fazem o dinheiro render de verdade!

Também é importante pensar que a facilidade de resgate do dinheiro em poupança pode atrapalhar planos a longo prazo e facilitar o uso indevido de um dinheiro que se pretendia investir – contrariando os planos de investimento para o lucro.

Rentabilidade diária da poupança?

Um grande mito sobre a poupança é sobre sua rentabilidade diária.

Os ganhos da caderneta ocorrem uma vez ao mês (o chamado “aniversário da aplicação”). Sendo assim, o dinheiro aplicado precisa ficar um mês inteiro na poupança para acumular a rentabilidade – e, caso algum resgate seja necessário nesse meio-tempo, os valores não são corrigidos.

Você pode entender melhor sobre rendimento da poupança e como evitar perder dinheiro nesse artigo do blog Magnetis.

Não oferece riscos?

Dependendo da capacidade de pagamento do banco no qual está a poupança, pode haver risco de crédito – e é importante ficar atento a esses detalhes.

As poupanças têm proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que é um bom indicador de segurança; porém, existem muitos outros investimentos de renda fixa que recebem a mesma cobertura do Fundo, com melhor rentabilidade (e até mesmo com liquidez diária).

Escolher a poupança por ter pouco dinheiro para investir?

Existem diversas opções para investir com pouco e não precisar depender da poupança. 

Além da possibilidade de iniciar com R$ 30,00 (como no Tesouro Direto), essas alternativas são muito mais vantajosas e lucrativas: é o verdadeiro investimento com rentabilidade.

Poupança garante isenção do Imposto de Renda?

A caderneta de poupança é, mesmo, isenta do Imposto de Renda; entretanto, existem investimentos com rentabilidades e condições muito melhores que também são isentos de IR. Por exemplo, na renda fixa:

  • LCIs;
  • LCAs;
  • CRIs;
  • CRAs;
  • Debêntures incentivadas.

Esse não precisa ser um motivo especial para escolher a poupança como uma opção de investimento porque, na verdade, você estará deixando de ganhar.

Quanto a poupança, de fato, rende atualmente?

A título de comparação, vamos analisar os cálculos de rendimento da poupança na atual realidade do mercado.

Antes de tudo, é crucial entender que, independentemente do banco, a rentabilidade da poupança não mudará, pois ela é definida por regulação.

As poupanças nacionais podem ter duas regras de cálculo para definir a rentabilidade:

1 – Depósitos realizados antes de 4 de maio de 2012 rendem 0,5% ao mês + taxa referencial (hoje zerada). A chamada “poupança antiga” mantém sua rentabilidade nominal em 6,16% ao ano.

2 – Depósitos realizados depois de 4 de maio de 2012 acompanham a nova regra da poupança e rendem 70% da taxa Selic, enquanto a mesma estiver abaixo de 8,5% ao ano. Se a Selic está acima de 8,5% ao ano, a rentabilidade da poupança seguem a regra número “1”. Ou seja, rendem 0,5% ao mês + taxa referencial.

A rentabilidade para quem investe hoje está diretamente relacionada à taxa Selic; essa, por sua vez, é definida a cada 45 dias pelo Copom – um comitê de diretores do Banco Central do Brasil.

O rendimento da poupança também é afetado pelos juros aplicados ao dinheiro e pela inflação: se a taxa de inflação for maior que o rendimento da poupança (como vem ocorrendo nos últimos meses), o rendimento será insignificante e você, inclusive, perderá poder de compra.

Mais conteúdo: 

O amigo se convenceu a sair da poupança! Agora, onde concentrar os investimentos?

Não é difícil reunir argumentos para demonstrar que o rendimento da poupança é ruim e que existem alternativas muito mais rentáveis de investimentos.

Agora, é preciso decidir que caminho seguir e qual a melhor forma de aplicar o dinheiro.

Uma boa carteira de investimentos é diversificada e conta com ativos variados, divididos entre aplicações de renda fixa, renda variável, fundos de investimentos e, se possível, até mesmo investimentos em criptomoedas.

Quanto mais diversificados os investimentos, maiores as chances de alta rentabilidade e segurança para o investidor – dinheiro distribuído em ativos variados, mais chances de lucro e risco dividido pelas opções.

As alternativas são bem variadas, e é possível escolher a melhor forma de aplicar o dinheiro e diversificar sua carteira, contando com:

  • Bancos: são as instituições financeiras tradicionais que disponibilizam conta-corrente, empréstimos e outros serviços. É possível investir nas opções que os bancos oferecem.
  • Gestora de recursos: o cliente realiza um investimento pré-definido e a gestora decide onde aplicar o dinheiro, com quais fundos montar a carteira e como diversificar os ativos. Ela retornará a rentabilidade do investimento ao cliente, gerando relatórios sobre os resultados da aplicação.

A Magnetis é a primeira gestora digital de investimentos do Brasil.

  • Corretora de investimentos: realiza a análise do mercado e faz recomendações aos clientes para diversificação de suas carteiras – no entanto, sem assumir responsabilidade pelas decisões de investimentos tomadas.

A escolha pelo parceiro mediador de investimentos precisa ser feita de acordo com os objetivos e realidade individual de cada investidor, mas somente uma reúne comodidade, diversificação de ativos e busca por alta performance de rentabilidade: a gestora de recursos Magnetis!

Prove que sua amizade é real: indique um amigo para ser cliente Magnetis e ainda leve vantagens!

Agora que você entendeu que a poupança não é uma boa escolha como investimento, podendo salvar um amigo de perder dinheiro na caderneta, que tal conhecer um programa onde os dois saem ganhando?

O Convide e Ganhe Magnetis é um programa de indicações que dá prêmios a cada novo amigo que se tornar cliente Magnetis após a sua indicação.

Se você já é um cliente Magnetis e convida um amigo que também comece a investir, ganhará um vale-compras ou isenção de taxa. Já o seu amigo convidado recebe de volta 1% do valor inicialmente investido.

Saiba melhor como participar clicando aqui.

Se você ainda não é um cliente Magnetis e quer criar uma conta para diversificar sua carteira de investimentos, ou começar a investir de forma mais assertiva e rentável, pode dar o primeiro passo baixando o app. Com ele, você começará a investir em apenas cinco minutos!

Meu conselho final: fuja da poupança e procure aquela que, de fato, é a melhor opção para seus investimentos: uma carteira diversificada, composta por aplicações em ativos de renda fixa e variável.

Busque a melhor parceira para montar aplicações verdadeiramente rentáveis, com um portfólio estrategicamente estruturado: realize seus objetivos investindo com a Magnetis!

Andressa Siqueira, CFP®
Andressa Siqueira, CFP®

Formada em Economia pela PUC-SP, é analista de conteúdo, especialista em investimentos na Magnetis desde 2019. Possui as certificações CEA pela ANBIMA e de planejadora financeira CFP®, trabalha no mercado financeiro há mais de 8 anos.

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