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Magnetis inclui criptoativos na sua carteira: conheça as possibilidades!

As criptomoedas vêm atraindo a atenção de quem investe por seus altos retornos. Apenas em 2020 a principal moeda virtual do mercado, a bitcoin, valorizou 230%. Por conta disso agora a Magnetis inclui criptoativos em quatro dos cinco níveis de risco de seu fundo Diversificação Ações.

O principal objetivo da gestora digital é ter uma carteira de investimentos diversificada. Isso porque esses ativos têm baixa correlação com outras aplicações da carteira. Ou seja, em um mesmo ciclo econômico podem se comportar de forma diferente das demais, minimizando eventuais perdas.

O intuito também é melhorar o ganho do portfólio, já que esses ativos têm grande potencial de valorização em médio e longo prazo. Contudo, a gestora tomou o cuidado de não aumentar o risco da carteira de forma substancial. Por ainda serem uma novidade no mercado, esses ativos são mais voláteis.

Se interessou pela novidade e quer saber mais sobre criptoativos? Leia este post!

O que são criptoativos e por que se tornaram uma tendência?

Os criptoativos, entre eles as criptomoedas, são ativos virtuais que não existem na forma física, mas em um arquivo digital armazenado online. Nele são listadas todas as operações feitas com esses ativos, respeitando a privacidade dos usuários, por meio de blockchain. Essa tecnologia, em conjunto com a criptografia, consegue proporcionar segurança às transações.

As criptomoedas permitem que pagamentos ou transferências, nacionais ou internacionais, com valores reais, sejam realizados por meio de códigos virtuais. Ou seja, dispensam a necessidade de intermediação de um banco. Contudo, os criptoativos não são infinitos: existem valores máximos estipulados, que permitem o controle de uma potencial inflação de ativos.

As moedas virtuais não são emitidas, controladas, garantidas ou reguladas por autoridades monetárias de países onde são transacionadas. Por isso, não podem ser comparadas com moedas oficiais, como o real e o dólar. E é nesta característica que reside seu maior risco. Isso porque uma eventual regulação poderia deturpar seus objetivos e características.

Por exemplo, uma transação internacional com criptomoedas pode ser feita a qualquer hora do dia sem a incidência de taxa de câmbio. Uma eventual regulação poderia gerar mais taxas sobre a operação, o que poderia tornar o ativo menos atrativo.

Quais são as opções disponíveis?

O bitcoin (BTC) é o criptoativo mais conhecido, já que é o mais antigo. A moeda virtual foi criada em 2008 por um programador chamado Satoshi Nakamoto. Contudo, atualmente existem mais de mil ativos semelhantes, criados ao redor do mundo.

Chamadas de moedas digitais alternativas (altcoins), com o tempo passaram a ganhar mais relevância no mercado. Alguns exemplos são a Ethereum (ETH). Ripple (XRP), IOTA e Litecoin (LTC). Existem até mesmo projetos de empresas que têm como objetivo criar a sua própria moeda digital, como a Libra, do Facebook.

Conheça as diferentes formas de aplicar em criptoativos.

Fundos que replicam índices especializados

A Magnetis inclui criptoativos na carteira aplicando em um fundo internacional da gestora carioca Hashdex. Fundos como o da gestora foram regulamentados no país em 2018.

Especializada no segmento de ativos digitais, a Hashdex criou um índice que é considerado o Ibovespa dos criptoativos, o HDAI, que registrou retorno de 175% em 2020.

O fundo replica, portanto, o índice, criado em julho de 2019 e distribuído na bolsa americana Nasdaq. Composto por 15 ativos, cada um é representado no índice de acordo com a sua relevância no mercado.

O diferencial do fundo é que seus ativos não ficam custodiados em bolsas de criptoativos, que costumam ser alvos de hackers. As aplicações ficam desconectadas da internet em empresas de segurança reguladas nas mais diversas jurisdições.

Além disso, como a aplicação é gerida por profissionais especializados, isso a torna ideal para quem é iniciante no mercado e quer aplicar com mais segurança.

Corretoras especializadas (exchanges)

Quem se interessar por adquirir moedas virtuais diretamente pode buscar as casas de câmbio especializadas em criptoativos, como Foxbit e Mercado Bitcoin.

O processo para abrir uma conta é bem semelhante ao de uma corretora tradicional. Basta preencher um cadastro com dados pessoais e apresentar documentos que validem a identidade.

Como essas empresas podem ser atacadas por hackers, é recomendável verificar se oferecem algum nível extra de proteção, como tokens.

Carteiras multiuso

Apps como o Bitfy oferecem serviços nos quais as moedas virtuais podem ser utilizadas em estabelecimentos reais. Isso é possível a partir de parcerias com empresas. Entre elas a Cielo, que permite usar as moedas em mais de 1,5 milhão de estabelecimentos ao redor do mundo, Rappi e iFood. O serviço permite ainda facilidades, como pagar a compra das moedas com boleto.

Como funciona o investimento na prática?

A aplicação em criptoativos da Magnetis fará parte da carteira do fundo Diversificação Ações da gestora.

O fundo exige aplicação mínima de R$ 1 mil e cobra taxa de administração de 0,06% ao ano. Os valores podem ser resgatados em até dois dias úteis após a solicitação (D+2). A inclusão dos criptoativos da carteira não muda as taxas que incidem sobre o veículo de investimento.

Sobre a aplicação, assim como outros ativos de renda variável, incidem impostos. O tributo é cobrado no momento do resgate, e equivale a 15% do ganho de capital obtido.

Por não serem aplicações regulamentadas, os criptoativos não têm a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Por que investir em criptoativos com a Magnetis?

Primeira gestora digital fundada no Brasil, a Magnetis respeita o perfil e objetivos de cada cliente ao utilizar algoritmos sem vieses em suas recomendações.

Além disso, a Magnetis incluiu criptoativos na carteira com cautela. Apenas um porcentual de até 2,02% da carteira (caso do perfil de cliente mais arrojado) será alocado nesses tipos de ativos. Ou seja, a perda máxima, no pior dos cenários, será equivalente a até 2,02% da carteira.

Caso a porção de criptoativos passe a não representar um ganho para quem aplica no fundo, os gestores poderão reduzir ou suspender a aplicação, sem maiores prejuízos dos clientes.

Como você pôde ver, o risco controlado é um dos principais diferenciais da aplicação em criptoativos na Magnetis. A gestora permite a quem investe aproveitar bons retornos oferecidos em um mercado com potencial de crescimento sem colocar o patrimônio em risco.

Se interessou por investir no fundo Magnetis Diversificado Ações? Conheça mais sobre as estratégias da gestora.

Andressa Siqueira, CEA
Andressa Siqueira, CEA

Formada em Economia pela PUC-SP, é analista de conteúdo, especialista em investimentos na Magnetis desde 2019, possui certificação CEA pela ANBIMA e trabalha no mercado financeiro há mais de 8 anos.

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