Afinal, existe o melhor investimento para o seu perfil?

por Mariana Congo | 03/04/2017

Afinal, existe o melhor investimento para o seu perfil?

Com tantas opções disponíveis no mercado, é natural que quem está em busca do melhor investimento fique confuso. Junte a isso o fato de que, em uma parte considerável das vezes, o que está em jogo é a economia feita ao longo de uma vida toda.

No entanto, não é preciso ter medo dos investimentos. Por mais que tragam riscos que assustam muitas pessoas, eles também podem aumentar sua renda e multiplicar seu patrimônio, quando feitos com orientação correta e informação.

Se você está procurando uma boa opção para investir, já deve ter feito a pergunta do título. A resposta é não e, ao mesmo tempo, sim.

É "não" porque não existe somente uma opção que seja o melhor investimento para o seu perfil, mas também é "sim" porque é possível distribuir seus recursos em diferentes opções de uma forma adequada aos seus objetivos, sua tolerância a riscos e sua expectativa de rentabilidade.

Quer saber como isso é possível? Continue lendo!

A questão do “melhor investimento” e minimização de riscos

Antes de explicar como é possível dividir seus investimentos de acordo com seu perfil, vamos conversar um pouco sobre o que são investimentos e riscos.

Uma aplicação que ofereça alto rendimento e exponha o patrimônio a poucos riscos é o sonho de todo investidor. Entretanto, ela é praticamente impossível de encontrar — e se alguém encontrar, certamente não vai querer dividir essa informação, não é mesmo?

A questão é que qualquer investimento traz riscos. Nem guardando o dinheiro em casa você está 100% seguro: você pode ser roubado, as notas podem ser queimadas em um incêndio, a moeda do país pode mudar. E o pior: a própria inflação do país fará o seu dinheiro perder o valor ao longo do tempo. É esse um dos motivos básicos para você investir seu dinheiro: proteger seu valor.

É importante, portanto, estar ciente de quais são esses riscos. Vamos lá?

Quais são os riscos ao investir?

Uma primeira classificação divide os riscos em duas grandes categorias: sistêmicos e não sistêmicos.

Os riscos sistêmicos são fáceis de entender e visualizar: esse é o nome dado à possibilidade de um colapso na economia, como uma crise, afetar o seu investimento — e claro, não só ele, mas sim o cenário econômico e social como um todo, o que significa que provavelmente seu emprego, sua qualidade de vida, os serviços públicos e uma série de outras questões sofreriam mudanças.

Riscos dessa magnitude atingem praticamente todos os tipos de investimentos igualmente e são contingenciais, muito difíceis de evitar. Dessa forma, não nos alongaremos neles.

Já os riscos não sistêmicos dizem respeito às chances de algo dar errado especificamente com cada um dos investimentos disponíveis no mercado. Eles sim merecem ser estudados e observados na hora de decidir em que ativos investir.

Riscos não sistêmicos são divididos em mais categorias. Listamos aqui as mais comuns.

Riscos de mercado

Todo investimento oscila — alguns mais, outros menos. É a chamada volatilidade, e ela afeta qualquer investimento. Ações variam de preço com grande frequência e em números expressivos, o que significa que elas têm riscos de mercado maiores.

Títulos públicos e privados de renda fixa também sobem e descem — por exemplo, pense nas decisões de elevar ou rebaixar a Selic, taxa que influencia a rentabilidade desse tipo de investimento. No entanto, eles são afetados em uma magnitude bem mais discreta, o que quer dizer que seus riscos de mercado são menores.

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Riscos de crédito

Todo investimento corre o risco de não ser pago, o chamado calote. Claro, isso varia de acordo com a instituição que emite o título, e, em alguns tipos de aplicação, há mecanismos para proteger os credores.

Títulos públicos são considerados mais seguros, pois o governo garante o pagamento — ele só não seria capaz de pagar em caso de um colapso muito grande na economia, e, numa situação de tamanho impacto, certamente outras instituições também não conseguiriam sanar suas dívidas.

Títulos emitidos por grandes bancos, como CDBs, LCIs e LCAs, em geral são mais seguros que os emitidos por instituições menores. Seja qual for o caso, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) assegura o pagamento de até R$ 250 mil por instituição, proteção que também se aplica à poupança.

De forma similar, debêntures de empresas maiores e mais sólidas têm mais previsibilidade e possibilidade de serem pagas que papéis de empresas menores, mas nesse caso não há um fundo, como o FGC, que garanta o pagamento.

Riscos de liquidez

Liquidez é o nome dado à facilidade de resgatar o dinheiro que foi investido. Se a aplicação não permite reaver a quantia quando for necessário, de certa forma você está correndo um risco.

É o caso de investimentos que têm um período de carência, como Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA), que exigem que o investimento fique alguns meses retido até permitirem o saque. Alguns CDBs, principalmente os prefixados, também impedem o resgate antecipado.

No entanto, apesar de esses serem os exemplos mais clássicos do risco de liquidez, há outros casos em que isso ocorre. Um deles, que muita gente ainda considera uma das melhores opções, é o investimento em imóveis: se você compra uma casa e precisa recuperar com urgência o dinheiro, terá que vendê-la, e isso pode levar meses ou até mesmo anos.

O risco de liquidez afeta até mesmo ações. Elas podem ser vendidas a qualquer momento, mas expõem o investidor a um risco de liquidez: se ele precisar recuperar o valor e essa necessidade coincidir com um momento de queda, perderá dinheiro.

O que fazer para se proteger dos riscos?

Depois de ler tanto sobre riscos, você já deve estar se perguntando se vale mesmo a pena investir.

Sim, vale!

Nossa intenção aqui não é deixar você assustado ou com medo, e sim consciente dos riscos que existem. E entenda: os riscos não fazem parte apenas dos investimentos, mas sim da vida. Não investir, aliás, pode trazer riscos seríssimos.

Imagine que você, com medo dos perigos de investir, tenha optado apenas pela poupança — que, em 2015, rendeu menos do que a inflação! Quando você chegar nos anos de sua aposentadoria, terá um patrimônio pequeno para desfrutar e para garantir sua qualidade de vida.

Há, porém, formas de se proteger. Uma das principais é a informação. Leia, estude, se informe. Saber o quanto você tolera possíveis perdas e como você pode distribuir seus investimentos para diminuir essas possibilidades é imprescindível para conseguir um bom retorno e uma boa segurança.

Trataremos desses dois tópicos — seu perfil de investidor e a distribuição de investimentos — a seguir. Primeiro, vamos falar sobre a informação que você tem sobre você mesmo: o autoconhecimento.

Entenda o seu perfil de investidor

Se você já procurou o gerente da sua conta para investir ou tentou aplicar dinheiro em CDB usando o internet banking, deve ter se deparado com um questionário breve. Depois de terminá-lo, provavelmente você foi classificado em um dos três perfis de investidor: conservador, moderado ou agressivo.

Observe:

  • conservadores são os que procuram mais segurança e não toleram perdas;
  • moderados são os que tentam equilibrar bons rendimentos com boa segurança;
  • agressivos são os que buscam maiores rentabilidades e não se incomodam em ver o dinheiro investido perder valor num primeiro momento.

Essa classificação é a mais usual em grandes bancos. Majoritariamente, ela leva em conta o quanto você é tolerante a riscos.

A tolerância a riscos diz respeito ao quanto você suporta perder antes de tomar uma atitude. Ela é importante porque pode comprometer a rentabilidade, mas não só isso.

Vejamos um exemplo. João, nosso personagem fictício, é altamente intolerante a riscos, morre de medo de perder dinheiro. Mesmo assim, aconselhado por amigos, decidiu tentar o mercado de renda variável e colocou seu dinheiro em um fundo de ações.

Depois de semanas de checagens praticamente diárias ao extrato do fundo, João viu que tinha perdido 10% do que havia investido e decidiu resgatar seus valores. João, portanto, perdeu dinheiro nessas semanas.

Isso quer dizer que João é um mau investidor? Não. Isso quer dizer que o fundo que João escolheu é ruim? Também não. O que aconteceu é que o perfil de João é inadequado para o investimento escolhido.

Se nosso investidor fictício não tolera perdas, colocar grande parte do dinheiro em um fundo de renda variável é uma estratégia ruim.

Essa avaliação não é feita só porque, no fim das contas, ele perdeu uma boa quantia, mas também por todo o stress e ansiedade que ele passou por não saber o quanto seu investimento renderia. Investimentos não devem ser uma dor de cabeça a mais: eles devem poupar dores de cabeça no futuro!

Por isso, é importante ter em mente a sua tolerância a riscos antes de colocar dinheiro em qualquer fundo que pareça atrativo. Entretanto, apesar de ser um fator importante, essa resistência às perdas não é a única característica que deve ser levada em conta.

Que outros fatores influenciam o perfil do investidor?

Se você se lembra do que falamos sobre os riscos no tópico anterior, deve ter percebido que essas três classificações de perfil do investidor tratam quase exclusivamente dos riscos de mercado, isto é, do quanto um investimento é volátil.

Apesar de ser um dado importante, ele não é o único a ser levado em conta na hora de investir. É preciso ter em mente qual o objetivo daquele dinheiro, qual a idade do investidor, em quanto tempo ele pretende dispor daqueles recursos, entre outros fatores.

Idade

Você pode começar a investir em qualquer fase da vida. Entretanto, sua idade é um fator que determina o quanto do seu dinheiro você deve destinar à renda fixa.

Pessoas mais jovens têm mais tempo para se recuperar de perdas. Por isso, podem aplicar mais recursos em renda variável, correndo mais riscos enquanto buscam uma rentabilidade maior.

Pessoas mais velhas, por outro lado, podem precisar dos recursos em menos tempo, como no caso de uma aposentadoria, além de ter menos tempo para recuperar o dinheiro em caso de perdas. Portanto, elas devem buscar a segurança da renda fixa.

Liquidez

Como vimos anteriormente, a falta de liquidez pode representar um risco para quem investe. É preciso ter em mente quando o dinheiro investido poderá ser necessário.

Conhecimento e disponibilidade de tempo

Todo investimento demanda um tempo de dedicação para checar se tudo está saindo como o esperado. Há, porém, alguns que oscilam mais que outros e, por isso, exigem conhecimento e tempo para serem reavaliados e substituídos. É o caso das ações, por exemplo.

Esses são fatores que também devem ser levados em conta ao escolher um investimento. Ele necessita muita atenção? Você precisa entender de economia para saber se aquela é uma boa aplicação?

Objetivo

Afinal de contas, por que você está investindo? Para uma viagem no exterior? Para comprar uma casa? Para garantir sua aposentadoria? Para se casar? Para ter seu primeiro filho?

Todos esses são objetivos plausíveis para um investimento — é possível levar em conta até mais de um por vez. O que eles demandam é planejamento. Quanto dinheiro será necessário para esse objetivo? Quando você pretende alcançá-lo? Ele pode ser adiado?

Agora você já conhece o que é o chamado perfil de investidor e como outros fatores também influenciam as decisões desse tipo de transação.

É preciso estar atento a todos eles, sob o risco de montar uma carteira demasiadamente conservadora para o seu planejamento, o que pode levar a uma rentabilidade abaixo do esperado e do possível. Ou, ao contrário, uma carteira excessivamente arriscada, o que pode comprometer seus objetivos de curto prazo, se esse for o caso, ou até mesmo a rentabilidade, se você não for muito tolerante a riscos de mercado e sacar seu investimento antes da hora.

Entretanto, essa não é uma bifurcação de escolhas — você não precisa se prender totalmente à renda fixa e rejeitar o mercado de ações, por exemplo. É possível distribuir seu dinheiro por várias classes e tipos diferentes de investimentos, técnica chamada de alocação de ativos.

Ficou interessado? Continue lendo, a alocação de ativos é nosso próximo tópico!

Não coloque os ovos na mesma cesta — aprenda a diversificar seus investimentos

A frase "não coloque os ovos na mesma cesta" é bem comum ao se falar de investimentos. Mesmo sendo quase um clichê, a figura cabe perfeitamente para explicar o que estamos querendo dizer.

Ovos são alimentos muito frágeis. Ao colocar todos em uma mesma cesta, é muito provável que a maioria deles quebre se você derrubá-la. Se, ao contrário, você distribuir os ovos entre várias cestas, mesmo que uma delas caia, ainda restarão as outras. A mesma coisa deve ser feita com seus investimentos.

Essa estratégia foi contribuição do economista Harry Markowitz, que, nos anos 1950, postulou que o risco total de uma carteira é sempre menor que a soma dos riscos dos ativos que a compõem. Por esse trabalho, Markowitz foi laureado com o Prêmio de Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel de 1990.

Em termos mais simples, podemos dizer que, diversificando os ativos em que você investe, seu risco de quebrar é muito menor.

Você já sabe que não existe um único investimento que, isolado, satisfaça suas necessidades e objetivos. Entretanto, é possível montar uma carteira de investimentos composta por vários ativos que ajudem a alcançar suas prioridades.

Qual a vantagem da alocação de ativos?

Para demonstrar como a tática de alocação de ativos pode ser interessante, vamos criar um exemplo com valores fictícios.

Imagine que Pedro tem R$ 100 mil para investir. Ele aloca esses recursos da seguinte maneira:

  • 80% (R$ 80 mil) no ativo A, mais seguro e menos rentável;
  • 20% (R$ 20 mil) no ativo B, mais oscilante e mais rentável.

Com essa distribuição, as rentabilidades do ativo A têm um peso quatro vezes maior que as do B.

Situação 1: ativo A e B vão bem

Suponhamos que, em determinado ano, ambos os ativos vão bem. O ativo A se valoriza em 10% e o B, em 25%. Temos, então:

Ativo A

R$ 80.000 + 10% = R$ 88.000

Ativo B

R$ 20.000 + 25% = R$ 25.000

Total

R$ 113.000 — rendimento de 13%

Com a valorização de ambos, Pedro passa a ter um patrimônio investido de R$ 113 mil, com uma rentabilidade de 13%.

Situação 2: ativo A vai bem, ativo B vai mal

Outro cenário possível é de os ativos terem rentabilidades diferentes. Nesse caso, imagine que o ativo A teve a mesma valorização da Situação 1, subindo 10%. O ativo B, por sua vez, caiu 25%.

Ativo A

R$ 80.000 + 10% = R$ 88.000

Ativo B

R$ 20.000 - 25% = R$ 15.000

Total

R$ 103.000 — rendimento de 3%

Mesmo com uma queda brusca do ativo B em 25%, Pedro conseguiu ter um rendimento pequeno mas positivo naquele ano.

Situação 3: ativo A vai mal, ativo B vai bem

Vamos imaginar o contrário agora: em determinado ano, o ativo A, apesar de menos volátil, caiu 10%, enquanto o ativo B se beneficiou de fatores menores da economia e teve uma subida de 25%.

Ativo A

R$ 80.000 - 10% = R$ 72.000

Ativo B

R$ 20.000 + 25% = R$ 25.000

Total

R$ 97.000 — desvalorização de 3%

O resultado é que, mesmo com a queda do ativo A, em que 80% do patrimônio estava investido, foi possível ter uma desvalorização de apenas 3%, graças ao bom desempenho do ativo B.

Situação 4: ativos A e B vão mal

Uma última hipótese que traçaremos aqui é a de ambos ativos irem mal em determinado ano. Nesse caso, o ativo A, mais seguro, se desvalorizou 10%, e o ativo B caiu 25%.

Ativo A

R$ 80.000 - 10% = R$ 72.000

Ativo B

R$ 20.000 - 25% = R$ 15.000

Total

R$ 87.000 - desvalorização de 13%

Pedro teve perdas: em um ano, seu o valor de seu investimento caiu 13%. Mesmo assim, foi uma queda mais suave que se ele tivesse investido 100% no ativo B isoladamente, que despencou 25%.

Além disso, é importante dizer que, na prática, a verdadeira diversificação acontece quando os investimentos escolhidos têm características fundamentalmente diferentes (baixa correlação entre si). Com isso, quando um ativo vai mal, o outro irá bem, pois seu comportamento é inverso.

O que podemos tirar desse exemplo fictício? Que a diversificação de carteiras permitiu a Pedro ter a possibilidade de uma rentabilidade maior, sem que isso o deixasse exposto a um risco tão grande.

Foi exatamente isso que aconteceu na Situação 1: um rendimento total superior ao do ativo mais seguro.

Já nas situações 2, 3 e 4, vemos que Pedro estava menos exposto a riscos: na Situação 2, a rentabilidade do ativo A garante o resultado positivo, enquanto na Situação 3, o bom desempenho do ativo B assegura uma desvalorização mínima.

Mesmo na Situação 4, em que os dois ativos caem, a menor volatilidade do ativo A garante que a desvalorização não seja tão grande quanto a do ativo B.

Em nenhuma das quatro situações Pedro teve uma desvalorização total igual à do ativo B, que tem os maiores riscos de sua carteira. Ou seja, mesmo tendo um ativo altamente oscilante na carteira, o patrimônio de Pedro não foi tão impactado.

Como distribuir os investimentos?

É relativamente simples entender por que a alocação de ativos é importante na busca por maior rentabilidade e menor exposição ao risco.

Entretanto, descobrir qual porcentagem de seus investimentos deve ser destinada a cada ativo é bem mais complicado, e essa divisão é essencial — a alocação de ativos não é uma distribuição aleatória.

Você encontra pela internet um número razoável de blogs e sites oferecendo receitas prontas. Uns sugerem investir a sua idade em porcentagem de renda fixa e o resto em renda variável — se você tem 30 anos, por exemplo, 30% em renda fixa e 70% em renda variável. Outros oferecem porcentagens predefinidas de acordo com a divisão comum em três perfis.

Há, além disso, quem diga que a alocação só deve começar depois de se ter muito dinheiro, ou que há números de ativos entre os quais distribuir os investimentos.

Como já explicamos ao falar dos perfis de investidor, informações isoladas como idade, tolerância a riscos e disponibilidade de recursos são insuficientes para definir como fazer a alocação de ativos — é preciso ver essas e outras variáveis em conjunto.

Quer uma sugestão sob medida para você?

Para ajudar você nessa difícil tarefa, nós da Magnetis criamos um questionário que cobre os pontos que influenciam seu perfil de investidor aqui listados: sua idade, seu objetivo, sua tolerância a riscos, sua necessidade de liquidez, o quanto de dinheiro você tem hoje, o quanto pretende investir mensalmente.

Ao fim, você recebe uma sugestão de divisão de investimentos de acordo com suas respostas.

É possível, também, prever o quanto seus rendimentos devem variar ao longo do tempo e qual a probabilidade de suas aplicações atingirem o objetivo no prazo esperado.

O questionário permite, inclusive, personalizar o quanto você está disposto a arriscar e verificar como os diferentes níveis de risco podem afetar a evolução do seu patrimônio.

Agora você já sabe quais são os riscos dos investimentos (e também de não investir!), tem consciência das variáveis que compõem o seu perfil de investidor e compreende que não existe um único melhor investimento para o seu perfil, e sim um conjunto deles, alcançado pela alocação de ativos.

Que tal responder ao questionário da Magnetis? Ele pode ser o que estava faltando para você perder a insegurança e dar o primeiro passo em direção aos seus objetivos na vida!

Luciano

Mariana Congo é Gerente de Conteúdo da Magnetis e jornalista especializada em finanças pessoais.

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