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Mercado de ETF no Brasil x Mercados de ETFs no exterior

A primeira palavra que vem à mente quando se fala em bolsa de valores é a compra e venda de ações. Mas existem outros tipos de investimentos possíveis e que são atrativos, como o mercado ETF.

Os Exchange Traded Funds, ou fundos de índices, são mais conhecidos no exterior do que no Brasil. No entanto, aos poucos eles têm se popularizado por em nosso país por conta do maior conhecimento acerca do investimento e seus diferenciais.

Os ETFs apresentam algumas características especiais. Por isso, eles representam a possibilidade de diversificar a carteira de aplicações com custos baixos.

Preparamos o texto a seguir para explicar o que são os ETFs, as diferenças desse mercado aqui e no exterior, e os benefícios de investir nesse segmento. Acompanhe!

Conheça o ETF

Um ETF é um fundo de investimentos. Ou seja, é a representação de um grupo de investidores que aplicam recursos de forma conjunta, bem como a diversificação de produtos que podem compor a carteira sem a necessidade de negociar todos os itens, visto que compõem um “pacote”.

Nessa modalidade, o dinheiro de todos os investidos é somado e, então, aplicado em ativos diferentes. No caso dos ETFs, as aplicações são dirigidas a ações da Bolsa de Valores.

A primeira característica específica dessa opção, conforme as diversas que citamos no início do texto, é a presença do índice de referência ou índice subjacente.

A composição do ETF deve ser parecida com o indicador. Sendo assim, os fabricantes de equipamentos industriais precisa aplicar os recursos do grupo de investidores para comprar as mesmas ações da carteira do índice.

A segunda característica é que as cotas de ETFs são negociadas como ações na Bolsa de Valores. Então, o desempenho vai variar de acordo com a oferta, a demanda e a performance dos papéis incluídos na carteira de investimentos.

No tópico a seguir vamos trazer informações sobre o mercado de ETFs no Brasil e no exterior, confira.

Saiba as diferenças dos ETFs no Brasil e no exterior

Como já apontamos, o mercado de ETFs é mais popular lá fora do que no Brasil. Para se ter uma ideia, aqui, o fundo de investimento foi regulamentado apenas em 2002.

O primeiro ETF brasileiro surgiu dois anos depois, em 2004: Papéis de Índice Brasil Bovespa (PIBB). Essa opção foi criada para incentivar a presença de pequenos investidores na Bolsa e é administrada pelo banco Itaú.

A partir daí, o mercado vem crescendo exponencialmente. Confira as diferenças entre os ETFs internacionais e os ETFs brasileiros a seguir.

1. ETF no Brasil

Quando os gestores começam a estudar as possibilidades de investimento em ETF no Brasil, as primeiras diferenças em relação aos ETFs estrangeiros têm a ver com:

  • Corretoras;
  • Remessas;
  • Declaração do Imposto de Renda;
  • Negociações.

O investimento em NFTs nacionais pode ser feito com a mesma corretora. Não há necessidade de fechar contrato com outra empresa, nem fazer remessas.

Outro fator de simplicidade é visível na hora de fazer a declaração do Imposto de Renda.

Isso porque o dono da fabricante de ecobag personalizada atacado pode declarar o IR normalmente, sem complicação, obtendo os rendimentos que precisam ser declarados com facilidade.

Por fim, levando esses aspectos em conta, o investimento em ETFs brasileiros facilita as negociações e o acesso dos investidores à Bolsa, sendo utilizado para estimular o ingresso das pessoas no mundo do investimento.

2. ETF no exterior

Ao alocar recursos em ativos do exterior, é preciso saber que as diretrizes e normas podem variar conforme o país. Os Estados Unidos, por exemplo, têm um imposto sobre herança.

Investidores brasileiros que direcionam até 60 mil dólares são isentos desse imposto. Caso o valor ultrapasse esse limite, o investidor está sujeito ao imposto, cuja porcentagem cresce à medida que o investimento cresce.

Outro ponto que vale mencionar é a maior diversidade de ETFs que o mercado internacional apresenta.

Como os fundos de investimentos são populares há mais tempo, o mercado está mais aquecido e os ativos têm mais liquidez.

Contudo, um fator que demanda atenção é que quando uma academia com natação zona norte sp do Brasil investe em ETFs brasileiros que têm exposição internacional, é preciso pagar o dobro de taxas.

Saber esses pontos, objetivos e rendimentos é crucial para fazer um bom investimento e alcançar os objetivos, aumentando a renda.

Do mesmo modo, é preciso identificar que essas características são diferenças pontuais que ajudam a identificar qual é o melhor investimento de acordo com os objetivos e os recursos que o investidor tem disponíveis.

Entenda as vantagens dos ETFs

O assunto deste texto tem características tanto de fundos de investimentos, quanto de ativos típicos da Bolsa de Valores.

Por essa razão, essa modalidade de investimento tem benefícios em relação a outras opções disponíveis no mercado. Conheça as vantagens nos tópicos abaixo.

  1. Negociações simples

A compra e venda de ETFs é bastante simples. Cada operação é acompanhada por taxas de corretagem. As cotações podem ser monitoradas através dos dados que a B3 divulga diariamente.

Além disso, o desempenho do ETF é baseado na performance de todas as ações e dos papéis incluídos no fundo de investimento. 

Com isso, o profissional de um veterinário 24h que não tem tempo para acompanhar a carteira de ações não fica em desvantagem.

  1. Investimentos diversificados

Um ETF permite que se invista em vários ativos de uma vez só. Por isso, o risco da carteira diminuir é reduzido, ainda que o recurso empregado seja pequeno.

Montar um portfólio ação por ação é muito mais caro e difícil  do que fazer isso por meio dos ETFs, visto que demanda atenção e estudo diários.

Quem faz isso comprando cotas do fundo economiza tempo e dinheiro. Dessa forma, a evolução do empreendimento de portão residencial preço vai se dar com mais fluidez e equilíbrio.

  1. Facilidade de balanceamento

Os índices de referência do mercado são atualizados periodicamente. A participação de cada carteira tem que ser ajustada a cada atualização.

No caso dos ETFs, os cotistas não precisam fazer nada. Os ajustes ficam a cargo dos gestores e os riscos de perda são reduzidos, já que a categoria de produtos é mais diversa.

Dessa forma, o balanceamento dos fundos é feito de maneira otimizada. Novamente, a economia de tempo entra em cena.

  1. Custos menores

Os custos operacionais relacionados às ETFs são baixos. Por exemplo, os fundos de índices negociados na B3 em 2020 tiveram taxas entre 0,05% e 0,69% ao ano.

Essa redução ocorre porque os ETFs se baseiam em uma política passiva de investimento, diretamente ligada a indicadores subjacentes.

Portanto, os responsáveis pelas empresas de portaria e controlador de acesso, que têm interesse em começar a investir na Bolsa podem fazer isso sem comprometer os recursos do negócio.

  1. Aplicações variadas

Outra possibilidade que os ETFs proporcionam é utilizá-los como margem para fazer outras operações.

Isso porque eles podem ser aplicados em operações de empréstimos, por exemplo. 

Neste caso, os investidores costumam emprestar as cotas a outros investidores em troca de uma taxa de remuneração.

Nessa modalidade, os ETFs atuam como ferramentas para conseguir renda extra, enquanto os fundos tradicionais não podem ser usados dessa maneira.

  1. Exposição no exterior

Os fundos de investimentos possibilitam que o investidor se exponha às empresas mais renomadas de todo o mundo.

Assim, o ETF vai ser baseado em negócios que trabalham em dólar, por exemplo. Isso agrega valor aos investimentos e à carteira como um todo.

A internacionalização é um passo para alcançar um posicionamento de evidência no mercado de ações.

  1. Transparência

Quem adquire ETFs não corre o risco de empregar recursos em carteiras que não conhece.

Isso é possível graças à associação com o índice subjacente. Assim, há a garantia de que os ativos seguem o índice, logo, o investimento ganha transparência.

Todo gasto precisa ser realizado com segurança, desde um restaurante que precisa comprar gás r22 até ações na Bolsa.

A transparência típica dos ETFs é um dos meios pelos quais os investidores podem se planejar, além de tornar essa opção mais atrativa, sendo facilmente acompanhada.

  1. Menos impostos

No ETF não há o imposto semestral que se aplica a fundos de renda fixa e multimercado.

No caso de ETFs de renda fixa, a tributação acontece de acordo com o prazo médio dos títulos presentes na carteira.

Tradicionalmente, a alíquota do Imposto de Renda é de 15% sobre o rendimento, não importa qual é o prazo da aplicação.

Com fundos e títulos de renda fixa, a realidade muda. A tributação segue a tabela regressiva do IR: as alíquotas começam na faixa dos 22,5% e diminuem à medida que o dinheiro continua investido.

Considerações finais

Os ETFs (fundos de índices) têm ganhado destaque no mercado de ações. A flexibilidade de negociação e as menores taxas de impostos são alguns dos motivos para isso.

Essa modalidade de investimento é uma prova de que começar a investir na Bolsa de Valores não é nada de outro mundo.

É plenamente possível fazer aplicações seguras e rentáveis, sem prejudicar suas economias.

As informações do texto que você acabou de ler são essenciais para planejar as finanças com cautela e fazer negócios lucrativos.

Então, pesquise os ativos nacionais e estrangeiros que mais interessam, bem como informações pertinentes para ingressar em corretoras e comece a investir hoje mesmo. 

Isso porque estamos falando de um mercado que está em crescimento, logo, com potencial de grande rentabilidade no futuro.

Esse material foi desenvolvido para te ajudar a administrar e evitar os riscos inerentes do investimento em ações da Bolsa. 

Tenha noção das oportunidades e se proteja das taxas e impostos. Com informações adequadas e constante estudo, as chances de você fazer grandes negócios são muito altas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Business Connection, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Andressa Siqueira, CFP®
Andressa Siqueira, CFP®

Formada em Economia pela PUC-SP, é analista de conteúdo, especialista em investimentos na Magnetis desde 2019. Possui as certificações CEA pela ANBIMA e de planejadora financeira CFP®, trabalha no mercado financeiro há mais de 8 anos.

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