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Mercado financeiro: o que é? Como ele funciona?

Muitas pessoas ainda desconhecem o mercado financeiro e como esse universo funciona. Isso ocasiona a crença em mitos, desinformações e um desconhecimento generalizado acerca desse mercado.

Embora as informações e os detalhes sejam realmente complexos e extensos, o mercado financeiro é uma importante peça da economia nacional, e pode ser explicado de forma prática.

Quer aprender como funciona esse mercado tão vívido e intenso? Nessa publicação, abordamos os principais pontos de interesse sobre o assunto e introduzimos indicações para aprimorar seus investimentos. Boa leitura!

O que é o mercado financeiro?

Mercado financeiro é o ambiente onde os participantes/negociadores compram e vendem ativos.

Tais participantes podem pertencer a três frentes distintas: os emissores, os intermediários e os investidores. Cada um deles exerce uma função diferente dentro do mecanismo de mercado. 

Os emissores são instituições privadas ou federais que, como revela o próprio nome, emitem títulos públicos ou disponibilizam suas ações à venda no mercado. A compra desses ativos forma o patrimônio dos emissores, que retornam esse valor aos acionistas como retorno dos investimentos.

Esses acionistas são os chamados investidores, os quais investem seu capital comprando ativos dos mais variados tipos, a troco de valorização do investimento e retorno financeiro a longo prazo.

Os intermediários são os players que fazem a ponte de negociação entre investidores e emissores – representados pelas corretoras de valores, gestoras de investimentos, fintechs, bancos, entre outros.

A movimentação financeira realizada por essas frentes é o que forma, basicamente, o funcionamento do mercado financeiro – ou seja, na compra e venda diária de produtos financeiros que podem variar entre diversas alternativas (oferecidas ou sugeridas pelos emissores, e compradas pelos investidores).

As denominadas mercadorias financeiras tornam-se, então, as opções de alocação do dinheiro dos investidores, sendo realmente variadas. Confira alguns dos principais ativos negociados no mercado financeiro nacional.

Títulos públicos

São títulos de investimento emitidos pelo Governo Federal, que acumulam recursos para financiamento de atividades públicas.

São considerados um investimento de baixo risco, por serem ativos em que o investidor aceita as condições de remuneração já no momento da compra – isto é, conhece desde o princípio qual será o valor de rendimento.

Eles podem ser de três tipos: Prefixados, Tesouro Selic ou Tesouro IPCA – com variações nas condições e características, que devem ser analisadas para acompanhar os objetivos e o perfil do investidor antes da decisão de compra.

Ações

Emitidas por empresas, as ações são partes do capital social da instituição, oferecidas no mercado financeiro para valorização através de negociação, cenário e especulação – o que gera retorno rentável para todos os envolvidos.

Ao investir em ações, você adquire uma parte da companhia em questão, recebendo dividendos baseados nos resultados dos negócios daquela empresa.

As ações são negociadas nas bolsas de valores, conferem direito sobre a distribuição de lucros aos acionistas e representam algum risco, por terem renda variável.

ETFs

ETFs é uma sigla para representar Exchange Traded Funds, ou fundos negociados em bolsa de valores.

Eles são fundos de investimento onde diversos investidores aplicam seus recursos em conjunto. O objetivo, aqui, é replicar um indicador financeiro e também sua rentabilidade. 

Representam uma opção de baixo custo e com diversidade de ativos, pois com apenas uma ordem de compra é possível investir em ações das empresas que compõem um índice do mercado (como o Bovespa, por exemplo).

Fundos imobiliários

São fundos de investimento onde diversos investidores aplicam seus recursos em conjunto para uso no mercado imobiliário.

O capital é utilizado na construção ou aquisição de imóveis, e os retornos financeiros dessas aplicações são devolvidos aos investidores proporcionalmente ao investimento inicial de cada um.

É preciso ter certa atenção com esse tipo de investimento por conta dos riscos não diversificáveis que possuem. Os FIIS possuem elementos atrelados à renda variável e à renda fixa; assim, seus resultados são relacionados aos fatores de risco de ações e títulos de renda fixa.

Debêntures

São títulos de dívidas emitidos por empresas que lançam debêntures no mercado financeiro, visando captar recursos e pagar débitos – ou, ainda, realizar investimentos de negócios. 

Funcionam como um empréstimo a instituições privadas: o retorno acontece com juros no pagamento desse empréstimo, o que gera a rentabilidade ao investidor.

É um investimento de médio prazo e sem garantia do FGC, o que representa certo risco na aplicação.

As debêntures podem ser incentivadas ou não incentivadas. Isso significa que o primeiro termo refere-se às debêntures isentas do imposto de renda; já as comuns recebem a carga tributária do imposto. 

CDBs

O investimento em CDBs (ou Certificados de Depósito Bancário) consiste em uma operação de empréstimo – mas aqui, diferentemente dos debêntures, esse crédito será enviado a uma instituição financeira.

Existem alternativas de baixo risco dentro dos CDB, principalmente os oferecidos por bancos de renome e com sólida experiência.

Todas essas opções de investimentos são parte do mercado financeiro, funcionando como aplicações de maior ou menor risco à disposição dos investidores.

Funcionamento do mercado financeiro

O mercado financeiro possui regras próprias para conectar a negociação entre pessoas físicas e pessoas jurídicas, com interesses e objetivos comuns sobre investimentos, em busca de rentabilidade.

Para o funcionamento dessas negociações, o mercado se divide em 4 segmentações:

  • Mercado monetário: operações de curto prazo a partir de títulos públicos.
  • Mercado de capitais: envolve todas as operações relacionadas a ações ou títulos de dívidas, negociadas pelas corretoras nas bolsas de valores.
  • Mercado de crédito: parte do mercado financeiro que trabalha com a concessão de crédito para consumo e capital de giro.
  • Mercado de câmbio: opera as transações entre troca de moedas de diferentes países.

Algumas instituições funcionam como órgãos regulatórios e fiscalizadores do mercado financeiro, a fim de manter diretrizes e práticas organizadas. Assim, há um melhor funcionamento do sistema.

O Banco Central supervisiona o mercado financeiro e detém poder exclusivo de emissão de dinheiro. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) fiscaliza o mercado de valores mobiliários, estimulando aplicações e protegendo os investidores, e conta com o Conselho Monetário Nacional para definir metas de inflação e estabelecer diretrizes das políticas monetária, cambial e creditícia.

Essas instituições existem para apoiar o mercado financeiro e evoluir o cenário no país, prezando por negociações justas e transparentes para todos os participantes.

Renda fixa e renda variável: aproveitando as volatilidades do mercado

Conhecer bem as diferenças entre renda fixa e renda variável pode ser crucial para o sucesso dos investimentos.

Entendendo suas particularidades, é possível escolher por ativos que tornem sua carteira de investimentos mais diversificada, trazendo maior chance de rentabilidade.

Ativos de Renda Fixa

Esses ativos têm seu fator de rentabilidade e prazo de vencimento disponíveis para o investidor antes mesmo do momento de aplicação.

Dessa forma, o investidor consegue ter a noção de quanto o ativo vai render durante o tempo de investimento e sabe, também, o prazo final da aplicação – ou seja, momento em que poderá sacar os rendimentos.

Obedecem 3 parâmetros: prefixado, pós-fixado e misto – que definem a rentabilidade e acompanham diferentes índices de mercado.

É uma boa alternativa para investimentos seguros, indicados aos investidores de perfil mais conservador.

Ativos de Renda Variável

Na renda variável, o investidor não tem a noção prévia dos parâmetros de rentabilidade. O valor de investimento é mais passível de sofrer com a volatilidade, o que aumenta o risco do investimento – mas também pode aumentar os valores de retorno.

É necessário que o investidor tenha ambos os conceitos muito claros em sua mente e saiba optar de acordo com seu perfil e objetivos, montando uma carteira diversificada de ativos de renda fixa e também variável. Dessa forma, poderá manter seus investimentos, explorando as possibilidades do mercado financeiro.

Faça a escolha correta entre as aplicações e a manutenção das mesmas, utilizando a volatilidade ao seu favor: em busca do lucro.

Perfil do investidor: como se comportar no mercado financeiro?

Para alcançar seus objetivos no mercado financeiro, é preciso estar ciente do seu perfil de investidor: isso ditará seu comportamento na negociação de ativos.

Caso seu perfil seja conservador, os ativos com menos volatilidade são ideais para compor a maior parte das suas aplicações, pois garantem segurança e maiores chances de retorno – por exemplo, os ativos de renda fixa ou títulos públicos.

Se você se identifica com um perfil moderado, seus investimentos devem estar em harmonia com ativos de boa rentabilidade e segurança; embora seja, por vezes, um desafio, é também um comportamento que evita altos riscos ao participar do mercado financeiro.

O perfil arrojado assume riscos pela melhor rentabilidade – isso diz respeito a enfrentar oscilações, investir em ativos menos seguros e tomar decisões mais ousadas, mas que podem ter chances de alta rentabilidade.

Seja qual for seu perfil, existem gestoras de investimentos – como a Magnetis – que contam com especialistas que avaliam investimentos diariamente, definindo estratégias de carteiras específicas para cada perfil de investidor. É assim que se baseiam as melhores decisões de investimento: de acordo com suas características e planejamentos.

Por meio de uma estratégia quantitativa, avaliamos os indicadores de mercado e trabalhamos para manter as carteiras dos nossos clientes com retornos consistentes e boa gestão de risco.

Os indicadores do mercado estão relacionados a muitos fatores, como a política, dados econômicos, desempenho do mercado de ações e outras causas externas (como decisões de órgãos reguladores ou autarquias). Entender essas influências pode nortear sua estratégia de investimentos, tal qual fazem os especialistas.

Eis alguns importantes indicadores do mercado financeiro para manter em seu radar:

IBOVESPA

Reflete o desempenho médio dos ativos com alto nível de negociação e maior parcela de representatividade dentro do mercado de ações brasileiro. Acompanha as oscilações e resultados da Bolsa de Valores de São Paulo – a Bovespa.

Taxa Selic

Corresponde à taxa básica de juros que se aplica ao mercado financeiro no Brasil e acompanha as metas da inflação. Referência para juros de financiamentos e de remuneração de investimentos corrigidos pela Taxa Selic – nesse caso, seu aumento é um bom indicador de valorização do retorno de investimento.

IBrX

Parecido com o intuito do Ibovespa, o Índice Brasil (IBrX) representa o desempenho das ações de forma mais diversificada, demonstrando todos os ativos negociados e de representatividade no mercado acionário do país. É um bom complemento de indicador para o mercado de capitais.

TR (Taxa Referencial)

Essa taxa de juros é referência para o cálculo de rendimento de investimentos específicos – como saldos do FGTS, financiamentos imobiliários e títulos de capitalização.

A TR sofre influência da Taxa Selic, o que pode ocasionar impactos negativos no rendimento de alguns ativos.

IMOB (Índice Imobiliário)

Importante índice para investidores que têm uma carteira composta, em sua maioria, de ativos do mercado imobiliário. Reflete o desempenho dessa categoria de investimentos e é calculado em tempo real pelas variações de ações do mercado.

IFIX (Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários)

Aponta o desempenho médio das cotações em FIIs (Fundos Imobiliários) e é perfeito para análise de investidores que mantêm aplicações nos fundos em questão. Demonstra todo o impacto que a distribuição de rendimentos teria no retorno do índice.

É necessário entender o funcionamento e acompanhar a maioria desses indicadores para manter uma carteira bem estruturada, diversificada e com rentabilidade.

Se você quer evitar falhas e contar com a ajuda de especialistas em carteiras de alta rentabilidade, invista com a Magnetis: captamos seu perfil para montar a melhor carteira de investimentos, alcançando seus objetivos e renovando seus ativos de acordo com as tendências.

Marque sua presença no mercado financeiro: invista com a Magnetis.

Andressa Siqueira, CFP®
Andressa Siqueira, CFP®

Formada em Economia pela PUC-SP, é analista de conteúdo, especialista em investimentos na Magnetis desde 2019. Possui as certificações CEA pela ANBIMA e de planejadora financeira CFP®, trabalha no mercado financeiro há mais de 8 anos.

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