Invista agora
a evolução na edução financeira, conheça a Magnetis.

O que é fintech e como ela revoluciona hoje o mercado financeiro?

Você sabe o que é fintech? O nome pode soar estranho, mas você certamente vai se interessar por essa tendência. Afinal, unir tecnologia com finanças parece ser uma excelente ideia, não é mesmo?

Hoje, perder tempo com certas burocracias e a ineficiência de alguns serviços bancários é inadmissível. A boa notícia é que já existem empresas que ajudam a resolver esse problema com rapidez, praticidade, economia e segurança.

Quer saber mais sobre as fintechs? Continue a leitura e descubra como elas estão revolucionando o mercado financeiro!

O que é fintech?

Fintech é um termo em inglês formado pela junção das palavras financial (financeiro) e technology (tecnologia). Portanto, estamos falando de empresas de tecnologia focadas no mercado financeiro.

Essa é uma forte tendência do mercado atual e tem suas origens nas demandas do novo consumidor. Graças à vontade de inovar os serviços financeiros, o modelo tem se destacado e conquistado um grande público.

Sendo assim, as fintechs são jovens empresas que prestam serviços financeiros, tendo na tecnologia seu maior diferencial. Muitas sequer têm agências físicas para atendimento aos clientes — eles resolvem tudo pelo computador ou smartphone.

Esses negócios disponibilizam diversos serviços financeiros, como cartões de crédito, empréstimos e investimentos. Na verdade, há uma tendência de se especializar em um nicho de atuação para oferecer qualidade — diferentemente dos bancos tradicionais.

O conceito é novo no mercado, porém é fruto de uma ideia disruptiva. Ao entender as necessidades do consumidor, as fintechs romperam antigos modelos do mercado financeiro.

Vale a pena destacar que, conforme o estudo Fintech Mining Report 2019, o Brasil já tem 550 fintechs. Porém, há uma expectativa de que esse número cresça ainda mais nos próximos anos.

Qual é a diferença entre fintech e startup?

Muitas pessoas acreditam que fintech e startup são a mesma coisa. No entanto, é preciso deixar claro que, apesar de muitas semelhanças, existem diferenças.

Em primeiro lugar, a startup é uma empresa inovadora focada em tecnologia. Porém, ela está em sua fase inicial, ou seja, acabou de chegar ao mercado e, em muitos casos, ainda não é lucrativa. Apesar disso, tem um grande potencial de desenvolvimento.

Ao contrário de empresas comuns, ela se apresenta ao mercado com uma ideia disruptiva e baseada em tecnologias digitais. Assim, busca investimentos para começar a operar e colocar em prática as suas ações.

Como vimos, a fintech é uma empresa de serviços financeiros que também se preocupa em inovar e incorporar tecnologia ao mercado. Seu objetivo é criar produtos fáceis de contratar e usar, com preços mais acessíveis.

Diante disso, podemos dizer que as fintechs podem surgir como startups. Entretanto, elas limitam sua atuação ao setor financeiro. Já as startups podem ser direcionadas a vários mercados, como:

  • seguros;
  • alimentação;
  • vestuário;
  • entretenimento.

Quais são os diferenciais das fintechs?

Sem dúvidas, a junção de tecnologia e serviços financeiros é bem interessante para o mercado. Mas quais são os principais diferenciais desse tipo de negócio?

Já é possível encontrar fintechs com diferentes focos no mercado brasileiro. Elas disponibilizam cartões de crédito, empréstimos, investimentos, contas bancárias, sistemas de pagamentos e aplicativos de controle financeiro para o consumidor.

O que todas elas têm em comum? Confira os pontos que tornam essas empresas diferentes e revolucionam o mercado!

Foco na tecnologia

A tecnologia é uma grande aliada do indivíduo contemporâneo. Sendo assim, nada mais inteligente que usá-la para resolver as suas principais demandas no mercado financeiro.

A fintech está atenta a tudo o que gera perda de tempo para o consumidor e trabalha para acabar com esses gargalos de maneira eficiente. Com o apoio da tecnologia, ela apresenta alternativas simples, rápidas e 100% digitais para a solução do problema.

Menos burocracia

Há quem diga que banco é sinônimo de burocracia. Para abrir uma conta, por exemplo, o consumidor precisa ir até uma agência, pegar filas e levar cópias de vários documentos.

Um dos diferenciais das fintechs é eliminar processos que só dificultam a vida do cliente. Com isso, excluem a necessidade de enfrentar filas, esperar correspondências e até aguardar incontáveis minutos no telefone para conferir o saldo bancário.

Tudo passa a ser resolvido de maneira rápida e sem sair de casa — dá até para assinar um contrato pelo celular!

Menos produtos, mais especialização

Empresas que atuam com tudo correm o sério de risco de oferecer serviços de baixa qualidade. Especializar-se é um passo importante para conquistar qualidade e eficiência.

Exatamente por isso, a maioria das fintechs tem modelos de negócio bem específicos. Os bancos digitais, por exemplo, têm um número reduzido de produtos e, assim, concentram seus esforços para prestar um bom atendimento.

Soluções inéditas

Pensar fora da caixa para disponibilizar soluções inéditas. Esse é um dos principais diferenciais das fintechs, que surgem para atender a uma demanda que não era contemplada pelas empresas financeiras tradicionais.

Quem nunca desejou um cartão de crédito sem anuidade, uma conta bancária sem tarifas ou mesmo uma consultoria online personalizada para investimentos? De modo inovador, essas empresas solucionam o problema e modificam todo o mercado.

Quais são os diferentes tipos de fintechs?

As empresas de tecnologia que atuam no setor financeiro são tendências mundiais. Com diferentes serviços, elas revolucionam o mercado e a relação das pessoas com o dinheiro.

A verdade é que, mesmo sem saber, você já deve ter desfrutado de algum de seus serviços. Lembrando que o conceito não se resume aos bancos digitais. Pelo contrário, existem diversos tipos de fintechs. Conheça-os melhor!

Fintechs de pagamento

Fintechs de pagamento se especializam em tornar as atividades de compra e venda mais simples e rápidas. De olho nas necessidades do mercado, elas disponibilizam máquinas de cartão de crédito e contas digitais para pagamento de despesas, por exemplo.

A ideia principal é incorporar tecnologia ao cotidiano das pessoas. Conseguir pagar uma conta por meio de um aplicativo de celular é uma de suas vantagens.

Fintechs de investimento

Investir não precisa ser uma tarefa complexa e demorada. Pensando nisso, as fintechs de investimento têm transformado o mercado ao democratizar esse universo.

Elas possibilitam facilidades a quem deseja investir, com base em experiências digitais. Dessa forma, a pessoa tem acesso a serviços facilitados, bem como a conteúdos e orientações para fazer o dinheiro render mais.

Fintechs de crédito

Você já precisou pegar dinheiro emprestado ou fazer um financiamento bancário? Provavelmente, enfrentou uma certa dificuldade para ter acesso ao dinheiro. No entanto, com as fintechs de crédito, isso pode ser mais simples do que pensava.

Essas empresas conseguem aproximar quem precisa do dinheiro de quem pode emprestar. Com menos burocracia, estrutura enxuta e taxas de juros mais baixas, a análise de crédito é automatizada, rápida e eficiente.

Fintechs de gestão financeira

Manter as finanças em dia é um desafio para muitas pessoas. Atentas a essa demanda, as fintechs de gestão financeira desenvolvem soluções inovadoras e intuitivas para tornar a tarefa menos árdua.

Em geral, com o auxílio do celular, é possível fazer todo o controle financeiro pessoal e empresarial. A pessoa pode pagar contas, verificar saldos e traçar metas de economia com simplicidade.

Fintechs de blockchain

Os Bitcoins surgiram como promessas do universo financeiro, modernizando as transações digitais. A tecnologia por trás disso é a blockchain, que traz segurança à moeda digital.

Por isso, diversas fintechs surgem para facilitar as transações, tornando-as mais acessíveis e seguras.

As fintechs são seguras?

Sempre que uma novidade chega ao mercado, é comum existir uma certa insegurança. Afinal, como saber se esse novo modelo de negócio é seguro?

Quando as fintechs surgiram, em meados dos anos 2000, houve desconfiança. Isso porque a ideia de usar internet banking era muito arrojada e até impensável para algumas pessoas. Mas isso mudou, e, hoje, é bem provável que quase todo mundo já pagou pelo menos um boleto online.

Essa modernização do mercado financeiro era um processo inevitável. Os serviços precisam ser descomplicados, baratos e eficazes para atender ao novo perfil de consumidor. Em um mundo digital, contas de papel e bancos físicos são cada vez menos necessários.

É importante dizer que todas as mudanças e evoluções do mercado financeiro são acompanhados de perto por órgãos reguladores. Portanto, antes que uma empresa comece a operar e um serviço seja ofertado, ela passa por uma verificação rigorosa.

Aliás, você sabia que o Conselho Monetário Nacional (CMN) já autorizou que algumas fintechs ofereçam empréstimos direto ao consumidor? Essa permissão é um avanço para o mercado, já que as taxas cobradas são menores. Ou seja, estamos falando de crédito mais barato.

Desse modo, podemos afirmar que as fintechs são seguras, pois são regulamentadas e fiscalizadas. Entretanto, é importante destacar que isso não exclui a necessidade de pesquisar sobre a reputação do negócio escolhido. Trata-se de um cuidado que pode evitar vários transtornos.

A dica então é escolher com cuidado a empresa, verificar as avaliações de outros clientes. E, claro, conferir se ela está registrada nos órgãos responsáveis por regular o mercado financeiro.

Por que elas são importantes?

O número de fintechs em atividade no país está crescendo bastante. Não por acaso, já percebemos seu impacto na indústria de serviços financeiros — e, também, no modo como você lida com o dinheiro.

Focadas em facilitar a vida das pessoas, elas se destacam perante muitos bancos tradicionais. Isso porque ajudam a resolver problemas e contratar serviços com mais rapidez, comodidade e segurança.

Mas se você ainda não se convenceu sobre a importância desse novo modelo de negócio, separamos alguns argumentos interessantes. Confira!

As fintechs vieram para ficar

Uma pesquisa da PwC, de 2016, já revelava que 23% dos executivos de grandes bancos dos Estados Unidos acreditavam no potencial das fintechs. Na época, eles entendiam que, em cinco anos, os resultados das empresas financeiras tradicionais seriam atingidos.

De lá para cá, essa perspectiva vem se confirmando. No Brasil, aguarda-se uma nova onda de transformação do mercado financeiro, conhecida como open banking. O Banco Central já divulgou os requisitos para implementação do modelo, que deve iniciar no segundo semestre de 2020.

A ideia é ampliar a eficiência e a competitividade no setor, o que abre espaço para a atuação de novas empresas, inclusive das fintechs. Lembrando que a segurança cibernética está entre as exigências apresentadas para as empresas.

Mas isso não é tudo! Conforme relatório do banco Goldman Sachs, 33% dos millennials (nascidos entre 1980 e 2000) acreditam que não precisarão de uma conta em banco. Além disso, metade deles espera contar com os serviços de startups para as suas operações financeiras.

Isso tudo se dá pela inovação trazida pelas fintechs e pelas mudanças comportamentais dos consumidores.

Os grandes bancos não conseguem inovar

Os bancos tradicionais costumam ter procedimentos burocráticos internos que atrapalham as tentativas de modernização. Somado a isso, trabalham com muita variedade de produtos, não priorizando o investimento em soluções digitais.

Na prática, o desenvolvimento de sites, aplicativos e canais de atendimento online é visto por eles apenas como redução de custos. Ou seja, o foco não está em oferecer um produto melhor aos seus clientes.

De modo contrário, as fintechs têm a inovação em seu DNA. Elas já nascem sabendo que sites, plataformas e aplicativos são meios para entregar uma experiência melhor ao cliente.

Todas as suas plataformas de atendimento e todos os seus processos internos e produtos são baseados em inovação. Esse é seu maior diferencial para se destacar no mercado e concorrer com os bancos.

Os clientes querem fazer tudo pelo smartphone

A internet está cada vez mais presente na vida das pessoas — 80% das residências brasileiras têm acesso à rede mundial de computadores. Essa popularização também abriu espaço para o uso dos smartphones, que já fazem parte do estilo de vida de muitos.

E se você já assiste a filmes, ouve músicas, faz compras e chama motoristas pelo celular, por que não fazer investimentos e empréstimos? Por que perder tempo indo até agências bancárias ou conversando com o gerente?

Pessoas modernas desejam ter a comodidade de fazer transações financeiras pelo celular. Exatamente por isso, o espírito transformador dessas empresas é essencial para o desenvolvimento e aperfeiçoamento do mercado.

Bem, agora você já sabe o que é fintech, como essas empresas funcionam e por que elas são tão importantes. Sem dúvidas, essa é uma tendência que veio para ficar e ainda proporcionará muitas mudanças no mercado.

Essa é uma oportunidade de abandonar a velha burocracia dos bancos tradicionais e aproveitar as vantagens oferecidas por empresas jovens e inovadoras. Por isso, antes de fazer alguma transação financeira, conte com uma fintech!

A Magnetis é a pioneira entre as fintechs da área de investimento. Lançou o modelo de consultoria automatizada, por meio de robô advisor próprio, em março de 2015. Mais de 40 mil pessoas já utilizaram a solução da Magnetis para encontrar planos de investimento de alta qualidade, segurança e diversificação. E você? Vai ficar de fora?

Mariana Congo

Mari Congo tem paixão por explicar coisas difíceis de forma fácil. É jornalista, educadora financeira, especialista em finanças pessoais e investimentos e gerente de comunicação na Magnetis.

leia mais desse autor