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Padrão de vida: como ajustar o orçamento para viver bem

Seu padrão de vida é definido pelo nível das coisas que você consome e pela quantidade de dinheiro que sobra (ou não) após suprir todas as despesas do mês.

Ele é definido pelas prioridades de gastos e pela forma como organizamos as finanças pessoais, a fim de adequá-las aos nossos desejos e necessidades.

Por isso, é essencial saber definir seu padrão de vida e ajustá-lo à sua realidade de ganhos: tomar essa medida permitirá um melhor planejamento e evitará gastos desnecessários que não excedam o orçamento e prejudiquem sua saúde financeira.

A escolha no consumo de bens e produtos da rotina deve ser assertiva, de acordo com sua renda e objetivos financeiros: se gastar mais do que deveria, ocorrerão processos de dívidas, tornando ainda mais difícil recuperar seus confortos do padrão antigo, ou evoluir em seu nível de padrão de vida.

Para desenvolver ainda mais sua consciência sobre seu padrão de vida, nesse artigo você vai entender o que ele é e como ele deve ser considerado ao se planejar financeiramente. Também verá como avançar para padrões de vida mais confortáveis sem sofrer perdas financeiras futuras.

Padrão de vida: o que é e como escolher o ideal?

O padrão de vida é um indicador econômico ditado pelo acesso de um cidadão a bens e serviços de acordo com seu poder aquisitivo – ou seja, ele é definido diretamente por aquilo que cada um escolhe consumir: gastando suas finanças para compra de itens materiais, de necessidade básica, lazer e outros costumes comuns à vida humana.

Essa definição é muito particular para cada pessoa, podendo não estar diretamente relacionada aos ganhos financeiros do indivíduo.

Por exemplo, uma pessoa que ganha até três salários mínimos pode levar um padrão de vida alto, consumindo itens fora do seu orçamento ou de sua realidade financeira: essa pessoa leva um alto padrão de vida, porém incompatível com seu poder aquisitivo.

Por outro lado, alguém mais afortunado financeiramente pode optar por gastos básicos, sem despender de altas quantias em bens de consumo e poupando dinheiro. Assim, gasta apenas o necessário para uma vida confortável. Essa pessoa, portanto, optou por um padrão de vida baixo, ainda que pudesse fazer o contrário.

A qualidade de vida e o conforto são, por vezes, refletidos pelo padrão de vida, embora forçar um padrão que não está de acordo com sua realidade financeira provavelmente vá ocasionar problemas que afetarão justamente seu conforto e sua segurança.

O padrão de vida que alguém possui tem relação direta com seus custos recorrentes, como as despesas fixas (aluguel e assinatura de streamings), as despesas variáveis (compras de supermercado e farmácia), as despesas anuais (IPTU e IPVA) e demais atividades de lazer, bem-estar e urgências.

Para que você se situe melhor, é necessário conhecer os tipos de padrão de vida e definir em qual deles se encaixa.

Baixo

Padrão de vida mínimo, que comporta despesas fixas e variáveis para manter necessidades básicas – como moradia, eletrodomésticos, energia elétrica, alimentação, acesso à saúde e  à educação.

Nesse padrão de vida, luxos e confortos são exceções, pois fogem do padrão e podem atrapalhar a manutenção das outras necessidades essenciais – caso o orçamento não contemple excessos.

As opções de lazer são poucas e, por vezes, negligenciadas a troco de fazer um uso mais racional do dinheiro.

Médio

Nesse nível, a quantidade de acesso a bens e serviços aumenta, pois o poder aquisitivo geralmente é mais alto. Isso permite que as pessoas com padrão de vida médio possam adquirir carros e casa própria, investir em educação – como cursos superiores e formações complementares –, pagar plano de saúde, usufruir de opções de lazer mais variadas e de maior custo, além de outros benefícios que o dinheiro pode proporcionar.

O padrão de vida médio é o equilíbrio entre os ganhos e os gastos, de forma a facilitar a conservação do patrimônio e os investimentos maiores em reservas de emergência.

Alto

O padrão de vida alto é definido pelo consumo de artigos mais caros e luxuosos, assim como o acesso a locais e experiências mais seletas, devido ao seu alto custo.

Pessoas que levam um alto nível de vida costumam ter recursos de acordo com os gastos, sem gerar dívidas ou ter necessidade de reduzir o padrão de vida: consomem roupas de grife, têm mansões, usufruem de viagens internacionais e restaurantes caros com frequência.

É importante pontuar, entretanto, que nem sempre o padrão de vida está de acordo com a situação financeira de cada indivíduo.

Existem pessoas que optam por consumos exacerbados para elevar seu status social, ou até para suprir características pessoais da personalidade – assim como existem pessoas com muito dinheiro que decidem seguir um padrão de vida mais baixo ou mediano, por condizer mais com sua personalidade e suas necessidades pessoais de nível de conforto, exposição, preferências, privacidade etc.

Como escolher o padrão de vida de acordo com sua realidade

Para decidir qual o padrão de vida mais adequado à realidade de sua vida, é preciso levar em consideração diversos fatores sobre suas finanças.

Calcular os gastos é um ótimo primeiro passo para entender o que se consome, com qual frequência e quanto se deposita dos seus rendimentos ou reservas, nesse consumo.

Também é preciso entender suas prioridades: se você é uma pessoa que ama viagens e artigos luxuosos, será preciso uma renda alta – ou, provavelmente, o consumo desses itens acarretará em dívidas e problemas financeiros.

Se a renda mensal é baixa e cobre apenas as despesas fixas e variáveis como alimentação, contas, saúde, etc, será preciso se ater ao consumo limitado por sua qualidade de vida. Essa disciplina pode ajudar no trato de sua saúde financeira, permitindo até mesmo que, com certo planejamento, você evolua seu nível de vida com o tempo.

Portanto, a decisão deve ser feita de forma calculada (levando em conta seus ganhos, gastos e despesas recorrentes) e também intuitiva (de acordo sua personalidade, gostos, preferências e rotina). Ainda assim, sempre tenha atenção aos gastos exagerados e entenda que nem tudo deve ou precisa ser adquirido no presente momento. 

Assim, você pode até consumir itens que fogem de sua realidade financeira, mas essa não será uma situação sustentável a longo prazo. O que deve ditar o consumo e padrão de vida é seu poder aquisitivo e objetivos, e não o contrário.

Saiba enxugar gastos: cuide bem do seu dinheiro e do padrão de vida escolhido

A partir da consciência da capacidade financeira aliada aos níveis de padrão de vida é possível se organizar para que esses índices permaneçam positivos. Por isso, enxugar seus gastos é o caminho para manter-se longe de dívidas e, com o passar do tempo, organizar-se e evoluir seu padrão de vida.

Se hoje você leva um padrão de vida médio, com gastos definidos e uma renda mensal constante, é possível evitar gastos desnecessários e prever despesas, de forma a manter esse nível de vida.

O ideal é gastar até 70% de suas economias, mantendo sempre os outros 30% como uma poupança das finanças. O impacto da economia em longo prazo a transformará em um valor mais significativo, abrindo possibilidades de incluir novos itens de consumo em seu padrão de vida, ou até mesmo iniciar investimentos, subindo de forma permanente o seu padrão de vida.

Basicamente, definir seus gastos de acordo com o que sua renda permite é o ideal. Assim, torna-se possível viver sem surpresas de insegurança financeira, progredindo paulatinamente seus níveis de vida e suas opções de consumo. Você terá mais qualidade de vida, conforto e liberdade para si mesmo e sua família.

4 dicas de planejamento financeiro (a última fará você evoluir seu padrão de vida!)

Para ajudar você ainda mais no desafio de adequar seu padrão de vida às suas finanças de forma coerente, separamos algumas dicas para guiar seu planejamento e progredir – ou manter – seu nível de padrão de vida.

Confira 4 importantes tópicos a seguir.

1. Priorize seu controle financeiro a partir da renda líquida

Calcule sua renda de uso após o desconto de todos os impostos ou dívidas que recaiam sobre ela: o planejamento deve ser feito com a renda disponível para o consumo dos bens que definirão seu padrão de vida.

Seu dinheiro deve ser muito bem usado e direcionado para coisas necessárias à sua vivência, evitando compras por impulso ou fora do orçamento. A partir disso, você poderá começar a ter controle sobre seus gastos e sobre quanto sobra de capital – podendo acumular uma reserva de emergência para objetivos como viagens, estudos, investimentos, aposentadoria ou outras prioridades.

2. Seja forte e não se renda ao uso do cartão de crédito

O cartão de crédito pode ser uma alternativa atrativa para compras imediatas e com preços que não estão dentro do seu orçamento, mas essa também pode ser uma escolha perigosa: afetar diretamente seus gastos e ganhos pode conduzir seu padrão de vida de forma regressiva, devido a dívidas acumuladas.

É preciso ter disciplina e dispensar o uso de cartão de crédito para pagamentos corriqueiros ou compras por impulso: no entanto, planejar o uso dessa ferramenta e adequar as parcelas de forma racional em seu cenário financeiro pode ser benéfico.

Fique atento às compras por aplicativos que usam cartão, fazendo uma minuciosa análise antes de decidir comprar através do crédito. Evite dívidas e você já terá 80% de sua saúde financeira bem acertada!

3. Reduza luxos: saiba dosar seus gastos e aproveitar melhor seus ganhos

Retornando à lógica de 70% de gastos para 30% de poupança, é essencial que seus gastos em consumo estejam sempre um degrau abaixo de sua renda; por isso, abra mão de luxos e mordomias, reduzindo gastos onde for possível.

Esse planejamento permite que você acumule patrimônio para, porém, usufruir disso mais à frente (além de manter seu momento presente livre de dívidas ou confusões com seu dinheiro). Assim, gaste menos do que ganha e defina estratégias para aumentar seu padrão de vida no futuro.

Muitas vezes, esses gastos estão camuflados por consumos que não percebemos. Se o seu salário não é tão alto ou se sua renda é média, talvez seja preciso rever o bairro onde escolheu morar, ou suas saídas do final de semana – pois são gastos que estão acima do seu padrão de vida e podem ser mudados sem grandes perdas de conforto e bem-estar.

4. Agir hoje para aproveitar a longo prazo: invista na sua felicidade!

Tomando ciência de todas essas informações, você poderá definir seu padrão de vida e realizar escolhas mais assertivas para suas finanças.

Acumulando uma quantia certa de dinheiro, será possível iniciar investimentos que trazem rentabilidade a médio e longo prazo, melhorando sua situação financeira e proporcionando um padrão de vida cada vez mais alto.

Os investimentos em renda fixa e variável costumam trazer bons frutos dentro de uma carteira diversificada, deixando você menos preocupado com os gastos ou com aquilo que consome. 

Os rendimentos podem te proporcionar liberdade financeira, que com certeza acarretará mais segurança à sua vida: caberá a você somente entender seu perfil de investidor e definir seus objetivos a longo prazo para dar o pontapé inicial em aplicações financeiras.

A Magnetis é uma gestora de investimentos que ajuda você a alcançar esses objetivos e acompanhar toda sua trajetória de investimentos. Ao escolher aplicar suas economias, estará também optando por uma vida de alto padrão e com mais responsabilidade no uso do seu dinheiro.

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Andressa Siqueira, CFP®
Andressa Siqueira, CFP®

Formada em Economia pela PUC-SP, é analista de conteúdo, especialista em investimentos na Magnetis desde 2019. Possui as certificações CEA pela ANBIMA e de planejadora financeira CFP®, trabalha no mercado financeiro há mais de 8 anos.

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