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Maurício é um fotógrafo talentoso, mas que, por não ter um salário fixo, via sempre sua renda oscilar. Como as despesas não davam folga e tinha três filhos para sustentar, virava e mexia caia no cheque especial, com juros na casa dos 8% ao mês. Logo que entrava o pagamento por algum trabalho realizado, quitava a dívida e tudo voltava ao normal. Assim ele levava a vida. Porém, num ano difícil, em que as demandas por seus serviços caíram, o período no cheque especial se estendeu. E como o limite de que ele dispunha era alto, de quase R$ 30 mil, a dívida explodiu. “Num dia eu devia R$ 5 mil, depois quase R$ 6 mil e assim por diante”, revela. O tempo foi passando e a dívida crescendo.

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Quem nunca viveu ou viu de perto uma história complicada na área financeira, que provocou perdas ou sofrimento, mas no final resultou em um aprendizado para a vida toda? Pois hoje começamos aqui no blog uma série de posts para contar experiências reais e ajudar a conscientizar mais gente sobre armadilhas que podem e devem ser evitadas pelo bem do nosso patrimônio. Para começar nossa série de “Histórias de Horror”, conheça o caso da Ana. Ela investiu num negócio que pouco depois se revelou uma pirâmide financeira. A dificuldade dela serve de alerta para que você não passe pela mesma situação.

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Roberto tinha apenas 17 anos. Morava com os pais e ia ao colégio, como a maior parte dos adolescentes. Mas, diferente da maioria, já trabalhava e guardava um dinheirinho todos os meses. Quando conseguiu juntar o equivalente a quatro vezes o seu salário, entendeu que era hora de pensar em formas de fazer seus recursos renderem mais. Até então, mantinha as economias numa poupança atrelada à sua conta corrente, com rendimentos pequenos. O rapaz optou por procurar a gerente do seu banco por avaliar que poderia lhe dar orientação especializada. Perguntou sobre a possibilidade de investir em ações e fundos, mas ela rapidamente rechaçou o ideia. Deu a ele a impressão de que essas não eram alternativas válidas para a sua realidade. O melhor caminho, indicou a profissional, eram os títulos de capitalização. Roberto até titubeou, mas a gerente foi muito convincente…

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Fernanda havia acabado de se formar em Direito e foi aprovada para um cargo de confiança no setor público. Como os salários eram pagos apenas por meio de determinado banco, mais que depressa ela foi a uma agência e solicitou a abertura de uma conta corrente. De cara, Fernanda recebeu uma sugestão do profissional que a atendeu: “A sra. sabia que tem à sua disposição um crédito pré-aprovado de R$ 60 mil, com juros de apenas pouco mais de 1% ao mês? Então, se desejar financiar as suas compras, em vez de pagar o valor mínimo no cartão de crédito e deixar incidir encargos, opte por fazer um CDC”. Aquela proposta parecia tentadora e ficou na cabeça dela…

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