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Com certeza você tem planos para 2015 e para os próximos anos. Alguns muito provavelmente envolvem a compra de bens. Quem sabe um imóvel ou um carro novo. Quem sabe ainda, no lugar de uma aquisição, você quer realizar uma grande viagem. Tudo isso envolve muita expectativa e também bastante dinheiro, uma combinação que nem sempre leva às melhores decisões. Então, aproveitando esta época de reflexão que o fim do ano traz, que tal parar para pensar numa questão fundamental: é sempre melhor investir o dinheiro para comprar depois, à vista, ou em alguns casos pode valer a pena comprar agora e financiar o pagamento?

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Enfim, senti que era hora de ir além dos investimentos no meu banco e usar uma corretora para acessar muitas outras alternativas de aplicações. Me esforcei para levantar um dinheiro extra, vendendo alguns eletrônicos e uma coleção de discos; escolhi uma corretora entre as várias opções do mercado; e encarei o processo de abertura de conta. Estava pronto para a fase seguinte: definir o fundo em que eu aplicaria o meu dinheiro. Se antes me faltavam opções por estar restrito ao meu banco, agora praticamente sobravam. Eu me vi diante de um universo enorme de fundos…

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Inovador nos negócios e conservador nas finanças. Assim é Gustavo Caetano, fundador da SambaTech e da Associação Brasileira de Startups. Paradoxal? De forma nenhuma. Essa combinação de opostos foi a fórmula que ele encontrou para ter uma vida balanceada, algo difícil para quem se dedica ao empreendedorismo. Gustavo destaca que iniciar e tocar um negócio próprio envolve altos riscos. Uma forma de tentar compensá-los é contar com reservas financeiras sólidas. “Tento ser um pouco menos ousado nos investimentos para ter mais de segurança. Funciona como um contraponto: de um lado o risco, de outro a segurança”, explica ele. Quer saber mais? Acompanhe a entrevista.

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Decidi começar meus investimentos no banco em que tenho conta basicamente por praticidade. Mas vários aspectos envolvidos nessa escolha me incomodavam, a começar pelo meu histórico de relação insatisfatória com instituições financeiras. Para piorar, os fundos com melhor desempenho e menores taxas não estavam acessíveis para mim naquele momento inicial, por conta dos ainda baixos valores que eu tinha para aplicar. Enfim, chegou um momento em que me vi pronto para dar um novo passo: investir por meio de uma corretora. Quer saber as razões que me levaram à mudança?

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Fim de ano é hora de balanço e planejamento financeiro. E isso não vale apenas para as empresas. As pessoas que adotam essa prática saem ganhando e muito, pois conseguem monitorar de perto seus recursos, tomar melhores decisões de gastos e se programar para investir, garantindo a realização de sonhos e um futuro tranquilo. Infelizmente, esses benefícios ainda não são levados em conta por boa parte da população nacional. Entre 33% e 40% dos brasileiros de 16 a 54 anos admitem não manter a vida financeira sob controle, conforme pesquisa realizada pelo Ibope a pedido do Serasa Consumidor e divulgada neste final de outubro. Se você se enxerga nessa estatística, que tal aproveitar o espírito de renovação que a mudança de ano traz para transformar a sua relação com o dinheiro? A gente tem 7 dicas que vão ajudá-lo a colocar as contas em ordem de uma vez por todas.

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Anotar despesas e receitas, uma a uma, pode parecer chato para muitas pessoas. Há quem diga que essa prática torna as pessoas reféns do dinheiro. Engana-se quem pensa assim, garante Karine Drumond, uma das fundadoras do Negócio de Mulher. “Para a vida financeira, a questão da disciplina é fundamental. Não é preciso muito dinheiro. O importante é criar o hábito da organização. Eu ouvia muito que tomar conta das finanças, anotar tudo, nos tornava reféns. No entanto, aprendi na prática que é exatamente o oposto: isso dá mais liberdade.” Essa lição Karine passa adiante principalmente para as mulheres. “A questão da organização financeira é um dos principais problemas que bloqueiam as mulheres de empreender”, justifica.

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Recentemente, ouvi de um amigo a seguinte observação: “Agora que você finalmente conseguiu começar a investir, tudo vai dar certo, com tranquilidade”. Fiquei feliz da vida com o incentivo, mas, infelizmente, não foi bem assim. Mal comecei a aplicar meu dinheiro e… ops! Percebi que havia subestimado as despesas das semanas seguintes e que faltaria dinheiro na conta corrente. Lá fui eu resgatar parte do que havia acabado de investir. Uma decepção. Em vez de simplesmente lamentar, resolvi aprender mais uma lição: investir, sim; porém, antes, calcular direitinho o valor disponível. Depois disso, não aconteceu mais de eu planejar errado o montante a aplicar. Um alívio. É reconfortante perceber esses e outros sinais de que a minha conscientização financeira está aumentando.

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Previdência Magnetis

Ele é sem dúvida um dos grandes nomes da internet no Brasil, destacando-se pela fundação de startups como BlogBlogs e Webco e pela atuação no Grupo Abril, onde é CTO. Mas na vida financeira, Manoel Lemos prefere ficar em segundo plano. O controle do orçamento ele deixa por conta da esposa, que colocou suas contas em ordem desde a época do namoro. “Ela era e é muito boa nisso. Inclusive hoje a divisão em casa é: eu gero dinheiro e ela cuida”, resume, em tom de brincadeira. Quer saber mais? Nesta entrevista para o blog, Lemos, que também está à frente do projeto Fazedores e é advisor do Magnetis, mostra que, embora atribua à mulher a responsabilidade por cuidar do dinheiro, sabe, sim, do que está falando.

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Criar uma reserva financeira e investir para o futuro não significa abrir mão de tudo no presente. Nada de se tornar um Tio Patinhas, que guarda dinheiro por guardar. O fundamental é estabelecer prioridades para os gastos e adotar um padrão de vida sustentável, diz Conrado Navarro, sócio-fundador do Dinheirama e autor de livros sobre finanças pessoais. “O que defendo é que se estabeleça um padrão de vida sustentável, com prioridades claras a serem satisfeitas. Cada pessoa tem uma necessidade específica a ser contemplada”, conta ele em entrevista ao blog.

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Depois de várias dificuldades na minha vida financeira, finalmente eu estava sem dívidas e com a determinação de poupar. Percebi que não podia desperdiçar esse momento tão oportuno e comecei a dar passos pequenos, mas importantes para me tornar um (ainda pequeno) investidor. Como a essa altura eu já conhecia melhor o meu orçamento, pude identificar que, com as minhas dívidas todas quitadas, sobrava mensalmente uma parcela de aproximadamente 10% da minha renda. Era o suficiente para iniciar. E, acredite, a internet foi minha grande parceira nesse processo.

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No último post, contei sobre a minha tumultuada vida financeira, sempre gastando tudo o que recebia em despesas correntes, sem conseguir poupar. Falei também sobre dois mentores que apareceram na minha vida e incentivaram para que começasse a investir para garantir um futuro tranquilo. Mas, por mais que eu sentisse que era preciso tomar uma atitude, faltava dinheiro para iniciar esse movimento. Foi então que um empurrãozinho me convenceu de vez…

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