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PGBL ou VGBL: tudo que você precisa saber sobre as modalidades de previdência

“Não dá para contar apenas com os recursos do governo para ter uma aposentadoria confortável”. Se você se identifica com essa ideia, é provável que já tenha pensado em investir em previdência privada. Mas, afinal, quais são as maiores diferenças entre PGBL e VGBL?

Veja mais: Sabia que você também pode investir em previdência privada com a Magnetis? Monte grátis o seu plano!

Sabemos que não é uma tarefa fácil escolher entre os diversos produtos de previdência que existem no mercado. São muitos detalhes para considerar na hora de decidir qual é o melhor investimento para a aposentadoria. Planejar o futuro é importante, mas requer bastante atenção e estudo para fazer a melhor escolha.

As dúvidas mais comuns sobre previdência privada são a respeito do Imposto de Renda (IR) cobrado sobre essas aplicações e os benefícios tributários. Estamos falando dos 12% de dedução no PGBL e das tabelas Progressiva e Regressiva do IR. 

Se na teoria já é confuso, imagina na prática! É por isso que estamos aqui: para resolver essa questão. Além disso, também fizemos um estudo para mostrar qual é a diferença entre PGBL e VGBL. Com essas informações, será mais fácil escolher o plano de previdência privada de acordo com seus objetivos financeiros.

Primeiramente, vamos recapitular alguns conceitos antes de começar e entender por que é importante ter uma previdência privada. Continue a leitura e tire suas dúvidas!

Por que é importante ter uma previdência privada?

A previdência privada é uma alternativa interessante ao INSS, porque funciona como um investimento de longo prazo. Ela ajuda a ampliar os rendimentos e a garantir um futuro mais confortável. 

Após as mudanças da Reforma da Previdência, aplicar na previdência privada tornou-se uma opção mais vantajosa aos brasileiros. Além de ser mais uma possibilidade de diversificar a carteira de investimentos, o procedimento de contratação é bem simples.

Além disso, os fundos de previdência privada oferecem altas taxas de rentabilidade no mercado. Você pode contribuir com qualquer valor e decidir como será o saque no futuro, sem nenhum impedimento.

Em primeiro lugar, o ideal é descobrir qual é o seu perfil: agressivo, moderado ou conservador? Depois, basta separar uma quantia de dinheiro adequada para começar. A previdência privada pode ser útil para diferentes propósitos, seja para fazer uma viagem, garantir a aposentadoria, adquirir um imóvel, entre outras opções.

Inclusive, ela não precisa ser voltada exclusivamente para a aposentadoria, isto é, você pode utilizá-la até mesmo como reserva de emergência.

A principal diferença entre a previdência privada e o INSS, por exemplo, é que na primeira opção você pode sacar o dinheiro quando quiser. Isso pode incluir perdas, mas tudo o que você depositar será seu – com o acréscimo de juros.

No entanto, na previdência social existem várias regras e porcentagens predefinidas pelo governo, então, você só consegue obter os benefícios após vários anos de contribuição. A aposentadoria social é oferecida, em primeiro lugar, para quem trabalha sob o regime CLT. Logo, quem exerce sua profissão como Pessoa Jurídica, por exemplo, deve buscar a contribuição individual por outras vias.

Em virtude disso, a previdência privada pode ser um caminho mais rentável para planejar a aposentadoria. Futuramente, as preocupações com as finanças serão menores, já que você poderá receber um valor mais gratificante.

Outra vantagem da previdência privada é que não existe idade mínima para começar a investir. Também não é preciso comprovar renda, ou seja, qualquer pessoa pode dar entrada em um plano PGBL ou VGBL.

Nessa modalidade de investimento, quanto antes você começar a depositar, maior será a rentabilidade no futuro. O resgate do valor estará disponível a qualquer momento, caso você tenha necessidade de retirar o dinheiro para algum propósito específico. Então, mesmo que as vantagens a longo prazo sejam maiores, o fundo oferece uma liquidez razoável.

Todavia, é preciso escolher um plano para investir: o PGBL ou o VGBL. A seguir, veja as principais características de cada um e qual é o modelo mais indicado para você.

O que é PGBL?

PGBL é a sigla para Plano Gerador de Benefício Livre. Trata-se de um plano de previdência cujo principal benefício é a possibilidade de dedução do Imposto de Renda. Assim, quem investe em PGBL e faz a declaração completa do IR pode deduzir até 12% da renda tributável com esse investimento.

Outra característica importante do PGBL é a forma como o imposto incide sobre a aplicação: o IR é aplicado sobre o valor total do investimento (capital + rendimentos). Esse imposto é retido na fonte no momento do saque.

Tanto o PGBL quanto o VGBL podem ser compostos por aplicações de renda fixa ou de renda variável.

Os planos são personalizados e montados de acordo com seu perfil e as melhores condições tributárias para você. O saque do dinheiro pode ser feito de uma única vez ou o investimento pode ser transformado em renda mensal no futuro.

O que é VGBL?

VGBL é a sigla para Vida Gerador de Benefício Livre. É atualmente o tipo de plano mais vendido no mercado de previdência no Brasil.

Um dos principais diferenciais do VGBL é a forma como os recursos são tributados: os impostos incidem apenas sobre o lucro do investimento. Outra vantagem interessante é que o VGBL não entra em inventário e não está sujeito ao imposto sobre herança (o chamado ITCMD).

Assim, ele funciona de forma semelhante a um seguro de vida: a pessoa escolhe seus beneficiários no momento da contratação do plano.

Quais são as principais diferenças entre PGBL e VGBL?

Agora que você já sabe o que é PGBL e VGBL, é importante conhecer as principais diferenças entre essas modalidades. O modelo de tributação é o principal ponto a ser destacado, já que os valores mudam de um plano para outro.

No PGBL, há a possibilidade de dedução do Imposto de Renda, então, é a melhor alternativa para pessoas com rendas elevadas. Se você realiza a declaração anual pelo modelo completo, o Plano Gerador de Benefício Livre é o caminho mais interessante. A maior vantagem de quem aplica nessa modalidade é deduzir até 12% da renda tributável.

Em contrapartida, no VGBL os impostos incidem somente sobre o lucro obtido, levando a maioria dos brasileiros a optar por essa categoria. Assim, é mais indicado aos contribuintes que declaram o IR no modelo simplificado.

Basicamente, são essas as diferenças entre PGBL e VGBL. Mesmo que elas sejam mínimas, podem fazer bastante diferença para quem vai começar a investir.

Agora, vamos saber como funciona a tributação do PGBL e do VGBL.

Como funciona a tributação do PGBL e do VGBL?

O PGBL e o VGBL são os dois principais investimentos quando se fala em previdência privada. Assim como os fundos de investimento, eles são estruturados por instituições especializadas.

Como já mencionamos, esses planos podem conter diferentes tipos de investimento (títulos públicos, títulos privados, ações, outros fundos etc.) unificados em uma mesma aplicação.

Porém, há uma grande diferença entre esses planos e um fundo de investimento. O PGBL e o VGBL não sofrem com o come-cotas (antecipação de Imposto de Renda a cada seis meses).

Assim, os recursos só estarão sujeitos à cobrança de IR no resgate ou quando o contribuinte começar a receber uma renda mensal decorrente do plano. Isso faz com que a quantia acumulada seja maior ao longo dos anos.

É importante lembrar que no caso do VGBL o IR incide apenas sobre o rendimento. Isto é, sobre a diferença entre o que foi aplicado e o que foi resgatado. Já para o PGBL, o IR incide sobre o total de recursos investidos no plano.

Além disso, também existem dois regimes de tributação:

Tabela progressiva compensável

O IR deve ser recolhido pelo contribuinte no momento em que recebe os recursos de seu plano, seja como parcela única ou como renda mensal.

No caso de saque em parcela única, incide a alíquota de 15% de IR sobre o rendimento do VGBL. Para o PGBL, essa mesma alíquota é cobrada sobre o total dos recursos.

Caso o plano preveja renda mensal após a aposentadoria, as alíquotas sobre essa renda obedecem à tabela usada na declaração anual de IR. A seguir, veja as alíquotas válidas para o ano de 2020.

Base de cálculo e alíquota de IR (válidas para 2020)

  • Até R$ 1.903,98: isento;
  • De R$ 1.903,99 até R$ 2.826,65: 7,5%;
  • De R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05: 15%;
  • De R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68: 22,5%;
  • Acima de R$ 4.664,68: 27,5%;

Tabela regressiva definitiva

A tributação acontece na fonte, no momento do resgate, e as alíquotas diminuem ao longo do tempo até o mínimo de 10%. Assim, quanto mais tempo o seu dinheiro ficar investido, menos imposto você vai pagar.

Existem diversas vantagens e desvantagens nos planos de previdência privada. Nesse sentido, a questão tributária é um dos principais fatores a serem levados em conta na hora de decidir entre o PGBL e o VGBL.

No caso do PGBL, há mais um detalhe tributário. É possível aproveitar um benefício fiscal que permite deduzir até 12% da renda bruta anual para investir esses valores no plano.

Dessa forma, o contribuinte adia o pagamento do IR para quando sacar o dinheiro ou começar a receber sua renda mensal no futuro.

Porém, para aproveitar esse benefício é preciso fazer a declaração completa do IR. É necessário também contribuir em um regime de previdência oficial, mesmo no caso de quem trabalha por conta própria.

Ou seja: quem opta por essa modalidade mas faz a declaração simples do IR não consegue usufruir do benefício. O mesmo vale para quem não contribui no INSS – ou outro regime de previdência oficial, no caso de servidores públicos.

Previdência privada: quanto rende o dinheiro investido em PGBL ou VGBL?

Não saber exatamente como um produto financeiro funciona pode fazer você investir seu dinheiro em algo que não está de acordo com seu perfil. Em casos extremos, você pode até perder dinheiro se resgatar antes do prazo recomendado ou não aproveitar os benefícios oferecidos.

Fizemos um estudo para mostrar como a relação entre PGBL, VGBL e Imposto de Renda funciona na vida real.

Comparamos a previdência privada com outros investimentos de renda fixa. Nossos cálculos mostraram que um investimento bem planejado pode representar o dobro do valor de outro que não considera o perfil de quem investe.

Imagine a diferença entre ter R$ 250 mil e R$ 500 mil (!!!) na sua conta no momento da aposentadoria. Independentemente do seu objetivo, obter R$ 250 mil a mais nunca será uma má opção.

Quais são os outros investimentos indicados para a aposentadoria?

Além do PGBL e do VGBL, consideramos também investimentos como o Tesouro Selic e um CDB que rende tal como os encontrados em grandes bancos.

Também acrescentamos a Carteira Magnetis 2 à simulação, pois ela diversifica os investimentos e aumenta as chances de um retorno maior em prazos mais longos.

Além disso, a estratégia usada para montar essa carteira também a torna mais resistente às turbulências na economia.

Quanto às taxas cobradas por cada produto, simulamos diferentes faixas de taxa de administração para o PGBL e o VGBL. Assim, será possível ver o impacto dessas tarifas em um prazo mais longo.

Lembrando que para o Tesouro Selic existe uma taxa de custódia de 0,25% ao ano sobre o valor total dos títulos. No caso da Carteira Magnetis 2, há uma taxa de consultoria de 0,4% ao ano, também sobre o valor investido.

Dadas todas essas informações, ainda foi preciso considerar a forma como os impostos incidem sobre essas aplicações.

No caso de Tesouro Direto e CDB, as alíquotas de IR vão de 22,5% (aplicações de até seis meses) a 15% (acima de dois anos). Esse imposto, como o nome já diz, incide apenas sobre a diferença entre o valor investido e o valor resgatado.

Como a Carteira Magnetis 2 é montada com títulos privados (geralmente CDBs de bancos médios, com melhor rentabilidade), consideramos os mesmos custos para esses produtos.

Há também uma parcela de 20% dessa carteira alocada em fundos. 10% são aplicados em fundos DI (taxa de administração de 0,3% ao ano) e 10% em fundos multimercado (taxa de administração média de 2%).

Já os impostos sobre PGBL e VGBL podem ser cobrados de forma diferente, conforme vimos no tópico anterior.

Esclarecidos todos esses pontos, agora sim vamos aos números da nossa simulação.

IR Progressivo

PGBL com benefício fiscal - Imposto de Renda ProgressivoPGBL sem benefício fiscal - Imposto de Renda ProgressivoTesouro SelicCarteira Magnetis 2

IR Regressivo

PGBL com benefício fiscal - Imposto de Renda RegressivoPGBL sem benefício fiscal - Imposto de Renda RegressivoVGBL - Imposto de Renda Regressivo

Um dos primeiros detalhes em que você vai reparar é o impacto da taxa de administração sobre os investimentos ao longo do tempo.

É essa taxa que faz o VGBL ter um rendimento menor que o Tesouro Selic em todos os cenários. Isso ocorre porque a menor taxa de administração de um VGBL (0,5% ao ano) é maior que a taxa de custódia do Tesouro Selic (0,25%).

E mesmo um CDB de um grande banco pode render mais do que um VGBL, dependendo da taxa de administração deste último.

Em períodos mais curtos, essas taxas podem não fazer uma diferença tão grande. O quadro, porém, se inverte quanto maior for o prazo da aplicação.

O prazo, aliás, também é crucial para o rendimento de um investimento, como já explicamos neste outro post sobre o poder dos juros compostos. Nesta simulação, é possível ver claramente que, quanto mais tempo o dinheiro permanece aplicado, maior é o efeito multiplicador sobre ele.

Na comparação com outros investimentos, a Carteira Magnetis 2 tem um resultado consistente em prazos mais longos. Nossa estratégia de diversificação mescla ativos de diferentes classes e permite aproveitar os melhores resultados de cada investimento com menor risco.

Você vai notar que, no caso da tabela progressiva, ela é a aplicação com a melhor rentabilidade. Isso porque, nessa modalidade, a tributação dos rendimentos do PGBL e do VGBL fica maior conforme a renda recebida. E como para os demais investimentos vale a alíquota de 15% após dois anos da aplicação, o rendimento da Carteira Magnetis 2 se sobressai.

No caso da tabela regressiva, o PGBL com taxa de administração abaixo de 1% acaba tendo performance melhor se o benefício fiscal for aproveitado. A possibilidade de recolher IR somente ao final do período de acumulação a uma alíquota de 10% é o que torna o investimento mais vantajoso. Porém, a conclusão mais impressionante está relacionada à questão fiscal.

É possível mudar a previdência de VGBL para PGBL?

A portabilidade de previdência privada só acontece entre planos da mesma modalidade, ou seja, não é possível mudar de VGBL para PGBL. Ademais, também não é permitido trocar o regime tributário regressivo para o progressivo. Por isso, é importante prestar bastante atenção nas regras da previdência privada antes de fazer a contratação do plano.

Caso você não queira mais o PGBL, por exemplo, o mais indicado seria resgatá-lo e reinvestir o dinheiro no VGBL. Porém, você precisará pagar o Imposto de Renda e liquidar o prazo de investimento. Não é uma opção vantajosa e pode trazer mais prejuízos do que proventos.

Entretanto, não há impedimentos para trocar de instituição financeira ou buscar uma alternativa mais rentável. Se você optar pela portabilidade de previdência privada, poderá realizar a mudança sem custo nenhum.

Existem duas possibilidades para quem deseja fazer a migração: a portabilidade interna e a externa. Na portabilidade interna, você muda de plano dentro da mesma instituição financeira; na externa, a migração ocorre entre instituições diferentes. O processo é simples e não envolve pagamento de multas ou tributos.

A portabilidade pode ser vantajosa, porque não há necessidade de resgatar os recursos e também não é obrigatório contratar um novo plano. Dessa maneira, você consegue adequar suas estratégias de investimentos para obter o melhor lucro, com as menores despesas possíveis.

Qual é o impacto do Imposto de Renda nos planos de previdência privada?

A principal conclusão que tiramos deste estudo é a importância de investir de acordo com o seu perfil, inclusive tributário.

Escolher um plano PGBL ou VGBL em um regime tributário progressivo pode ser vantajoso para quem tem rendimentos enquadrados nas duas primeiras faixas do IR. Ou seja, para quem não precisa declarar IR ou é tributado em até 7,5%.

A partir da faixa seguinte, o regime regressivo faz mais sentido para quem tem renda maior.

Além disso, há uma diferença bem grande entre aplicar em PGBL com ou sem benefício fiscal. Esse benefício é a possibilidade de adiar o pagamento do IR sobre esse investimento, destinando até 12% da renda anual para a aplicação.

Vamos considerar um investimento nesse tipo de produto com as mesmas condições (aplicação mínima, aportes adicionais e taxa de administração). A diferença entre usufruir ou não desse benefício pode significar cerca de R$ 100 mil para quem investe, ao final de três décadas e meia.

Observe a coluna do ano 35 na simulação e note o rendimento das aplicações em PGBL nos dois regimes tributários, com e sem benefício fiscal.

A diferença no regime regressivo é de, no mínimo, R$ 79,6 mil para uma taxa de administração de 2% ao ano. Para uma taxa de 0,5% ao ano, chega a R$ 112,8 mil.

No caso do regime progressivo, a diferença mínima é de R$ 64,1 mil para a taxa de administração de 2%. O impacto chega a R$ 90,1 mil para a taxa de 0,5%.

O IR incide apenas no resgate ou no recebimento da renda obtida com esse PGBL. Dessa forma, o efeito multiplicador dos juros compostos mostra o seu poder ao longo dos anos. Em vez de pagar IR anualmente por 35 anos, o dinheiro permanece aplicado e o imposto é pago apenas quando o período de acumulação terminar.

Ficou claro que um mesmo investimento pode tanto ter o melhor desempenho da sua carteira quanto ser o seu pior pesadelo. Tudo depende de saber aproveitar as vantagens que ele oferece e combiná-lo com o seu perfil financeiro.

O que levar em conta ao montar seu plano para a aposentadoria?

Nem só de PGBL e de VGBL se faz um plano de previdência privada. Tesouro Direto, renda fixa, imóveis e até renda variável podem fazer parte de uma carteira de investimentos para a aposentadoria.

É preciso ter objetivos claros na hora de investir. Saber quanto você precisa guardar para ter determinado padrão de vida no futuro vai ajudar muito na definição das melhores aplicações para seus objetivos financeiros.

Também é fundamental saber qual nível de risco você está disposto a suportar para obter determinado rendimento. No entanto, tenha em mente que o objetivo principal de investir para a aposentadoria é preservar o poder de compra. Assim, não faz sentido colocar essa reserva em uma aplicação mais arriscada, buscando o máximo de retorno. O risco de perdas geralmente é grande.

Quem não leva esses pontos em consideração pode estar aplicando dinheiro em um produto inadequado para o seu perfil. E, como já vimos na simulação acima, é possível perder muito dinheiro ao longo do tempo fazendo um investimento equivocado.

A estratégia ideal é construir uma carteira diversificada, balanceando aplicações que oferecem um pouco mais de risco com outras que preservem o patrimônio.

Conclusões

Ter várias aplicações financeiras em sua carteira é importante para ter mais segurança em seus investimentos. Isso porque, se houver alguma turbulência que prejudique o rendimento de parte dos ativos dessa carteira, os demais terão força para compensar o efeito negativo.

Aplicar em renda fixa e variável é o melhor caminho para garantir opções rentáveis e ampliar seus horizontes. Quando falamos em investimentos de longo prazo, os planos PGBL e VGBL são possibilidades atraentes, principalmente para quem deseja garantir uma aposentadoria confortável.

Atualmente, depender somente do INSS não é a opção mais viável ou segura. É claro que você pode continuar contribuindo para a previdência social, mas nunca é demais considerar novas maneiras de investir o seu dinheiro.

Enfim, os planos PGBL e VGBL oferecem inúmeros benefícios, especialmente no quesito da tributação do Imposto de Renda. Agora que você já tirou dúvidas sobre o tema, que tal contar com a Magnetis para diversificar seus investimentos? Responda este questionário e confira qual é o melhor plano para você alcançar seus objetivos financeiros.

Mariana Congo

Mari Congo tem paixão por explicar coisas difíceis de forma fácil. É jornalista, educadora financeira, especialista em finanças pessoais e investimentos e gerente de comunicação na Magnetis.

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