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Planejamento financeiro pessoal: para que serve e como fazer?

O planejamento financeiro pessoal é um conjunto de ações que visam organizar as despesas pessoais. Além disso, ele tem a função de estabelecer melhores práticas para o uso estratégico e inteligente das finanças.

A inteligência financeira, nesse contexto, ocupa uma posição importante, já que contribui para que a pessoa aprimore a sua relação com o dinheiro.

Podemos dizer, então, que o planejamento financeiro é uma ferramenta de aplicação dos conhecimentos de educação financeira.

Com boas práticas é possível gastar menos e criar um patrimônio que vai muito além da reserva de emergência, sabia?

Ao desenvolver tais habilidades você passa a ter uma relação mais saudável com as suas finanças e até mesmo com as práticas de consumo.

Neste artigo, você vai ter acesso a um panorama completo do assunto. Vamos mostrar a importância do planejamento financeiro pessoal, dicas de como fazer o seu e os principais erros que devem ser evitados. Confira!

Para que serve o planejamento financeiro pessoal?

O planejamento financeiro pessoal tem o propósito de ajudar a pessoa a equilibrar a sua renda. Por meio dele você consegue realizar o controle de gastos, estabelecendo objetivos econômicos. E eles podem ser de curto, médio e longo prazo.

Assim, fica fácil definir e alcançar suas metas, como fazer uma viagem, comprar uma casa, pagar um curso específico, entre outros.

Colocar esse conceito em prática não é tão simples, principalmente para quem não tem disciplina. Entretanto, após estabelecer uma rotina de controle, as metas financeiras traçadas ficam cada vez mais próximas da concretização.

Essa dificuldade de manter o controle das finanças é uma realidade na sociedade brasileira. De acordo com pesquisas da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção do Crédito (SPC Brasil) seis em cada dez brasileiros admitem que dedicam pouco ou nenhum tempo às finanças pessoais.

Esses dados são importantes, pois apontam para a importância do controle financeiro no dia a dia das pessoas. A estratégia, quando aplicada de forma inteligente, favorece não só o desenvolvimento econômico pessoal, mas da sociedade como um todo.

É fundamental ter em mente que o planejamento financeiro pessoal é uma prática para a vida. Equilibrar as finanças — sabendo controlar as necessidades e tendo condições de guardar dinheiro a fim de atingir suas metas futuras — deve fazer parte da rotina de qualquer cidadão.

Como fazer um planejamento financeiro?

O planejamento financeiro consiste basicamente na aplicação de uma metodologia que ajuda você a se organizar financeiramente.

No Dicionário Michaelis Online o termo planejamento é definido como organização de uma tarefa com a utilização de métodos apropriados.

No âmbito das finanças, ele pode ser denominado enquanto busca pelo equilíbrio entre renda e gastos — visando atingir objetivos específicos.

Por isso, o planejamento sempre começa com a organização, partindo para os demais processos. Confira como colocá-los em prática a seguir!

Organize as suas contas pessoais

O seu planejamento financeiro pessoal deve começar com a organização das contas. Aqui, é importante listar todas as despesas fixas e variáveis.

Despesas fixas

São consideradas fixas todas as despesas recorrentes, que você tem que pagar todo mês.

Como exemplos, podemos destacar o aluguel, um financiamento de imóvel ou carro, as contas de condomínio, a mensalidade escolar, um plano de saúde, internet, academia, TV a cabo, serviços de streaming etc.

Despesas variáveis

As despesas variáveis, por sua vez, são aquelas cujo valor varia de um mês para o outro. Em alguns casos, podem até não ocorrer todos os meses.

Alguns exemplos de despesas variáveis são gastos com passeios, cuidados pessoais, farmácia, vestuário e animais de estimação.

A alimentação, assim como uma conta de luz, entram na categoria de despesas variáveis. Isso porque, mesmo sendo despesas recorrentes, os valores gastos mensalmente podem variar.

Saber categorizar essas despesas fixas e variáveis ajuda a entender melhor os seus gastos mensais e a traçar um plano de redução dos gastos.

A ideia é ter o controle absoluto de tudo — até daquilo que não estava previsto no mês. Dessa forma, é possível rever hábitos, cortar supérfluos e, claro, investir melhor o dinheiro em outras coisas.

Use uma planilha de controle mensal

Talvez você esteja se perguntando: mas como eu vou fazer isso? Apenas listar as contas? Na verdade, a sugestão é utilizar uma planilha de controle mensal.

Assim, durante todos os meses, é só preencher a planilha com salários, renda extra, pagamentos etc.

Esse controle é fundamental, pois, além de ajudar no controle das despesas, ele traz uma visão mais ampla acerca das suas contas e das possibilidades de realizar investimentos.

Defina objetivos e metas financeiras

Depois de organizar as suas contas e já manter a prática de alimentar a planilha de controle mensal, o próximo passo é definir os seus objetivos e metas para o sucesso financeiro.

Talvez essa seja uma das etapas mais empolgantes, já que você começa a dar forma aos seus planos de vida.

Os objetivos e metas podem ser uma viagem internacional, por exemplo, a compra de um imóvel próprio, uma reserva financeira para a aposentadoria e por aí vai.

Aprenda sobre educação financeira

A educação financeira é a capacidade de saber usar o próprio dinheiro, independentemente da sua renda.

Ao investir nesse tipo de educação a pessoa consegue tomar as melhores decisões sobre o que fazer com os seus rendimentos.

Com essa instrução na vida, você faz com que o dinheiro trabalhe a seu favor. Ele deixa de ser um problema e passa a auxiliar nas metas, objetivos e até em possíveis imprevistos.

Mas, afinal, como se educar financeiramente? Você pode estudar por meio de livros específicos sobre o assunto ou consumir conteúdos na internet.

Priorize portais sérios e comprometidos em entregar materiais e informações de qualidade, como o blog da Magnetis, combinado?

Faça um controle financeiro

Não basta lançar informações em uma planilha e controlar as entradas e saídas. Você também deve realizar um controle financeiro contínuo.

Isso demanda entender quais são os gastos desnecessários e as despesas que podem ser cortadas ou remanejadas.

A educação financeira vai ajudar a interpretar melhor essas informações e estabelecer critérios seguros nas suas escolhas pessoais de consumo.

Entre as práticas que podem fazer parte dessa mudança em relação ao uso do dinheiro, é válido:

  • reduzir os gastos com lazer, principalmente se eles estiverem representando um custo mensal muito alto;
  • pesquisar os preços antes de qualquer compra e priorizar o pagamento à vista, sempre que for mais vantajoso;
  • não gastar mais do que você ganha, em hipótese alguma;
  • evitar dívidas;
  • não parcelar o pagamento do cartão de crédito e usar essa forma de pagamento o mínimo possível.

Realize investimentos periodicamente

Os investimentos são ferramentas que vão ajudar você a atingir vários objetivos almejados. Por meio da escolha de produtos financeiros, do dinheiro obtido com juros e da valorização de ações de empresas, fica fácil chegar ao destino concebido no seu planejamento financeiro.

Mas é importante que você saiba que não existe um único investimento classificado como o melhor. Há uma série de alternativas disponíveis, que podem ser combinadas de acordo com os recursos, o perfil da pessoa que investe e os objetivos a serem alcançados.

Se você quer guardar dinheiro para planejar uma viagem de férias, por exemplo, a renda fixa é uma boa opção. Afinal, apresenta poucos riscos e é mais previsível.

Por outro lado, se você quer criar um fundo para a sua aposentadoria, pode avaliar a possibilidade de começar a investir em ações.

Sabemos que todo investimento, mesmo o mais seguro e previsível, está suscetível a algum tipo de risco e, consequentemente, perdas financeiras.

Elas geralmente estão relacionadas a diferentes fatores: volatilidade, economia, mudanças regulatórias e até conhecimento de mercado.

Para reduzir esses riscos e aumentar as chances de ter resultados positivos, a recomendação dos especialistas é a diversificação de investimentos. Assim, você distribui seus recursos entre diferentes ativos.

Quais erros devem ser evitados?

Como você viu, um planejamento financeiro pessoal demanda educação financeira, organização e controle eficiente de todos os seus gastos.

Não é uma tarefa fácil, mas possível de ser realizada por qualquer pessoa. Com o tempo você vai perceber que a prática de controle se torna uma atividade automática, parte do seu dia a dia.

Para ter bons resultados, no entanto, é essencial driblar alguns erros muito comuns. A seguir, vamos falar um pouco mais sobre cada um deles.

Pensar que só quem tem muito dinheiro deve fazer planejamento financeiro

Engana-se quem acredita que só quem tem muito dinheiro deve se planejar financeiramente. Este tipo de pensamento é equivocado e está diretamente relacionado à falta de educação financeira.

Qualquer pessoa, independentemente da sua renda, deve cuidar bem das suas finanças. E o mesmo vale para o mercado de investimentos — todos podem investir, mesmo quem tem pouco dinheiro.

Não priorizar a realização de investimentos

Outro erro muito comum é não investir. Isso mesmo, há quem tenha um bom planejamento financeiro, mas deixa o dinheiro aplicado em produtos tradicionais, como a poupança.

Ela, aliás, deixou de ser há muito tempo o melhor lugar para manter o seu dinheiro aplicado. Hoje, existem inúmeras opções de investimentos mais rentáveis e tão (ou mais) seguros que a caderneta de poupança.

Além disso, é possível diversificar a sua carteira, escolhendo produtos alinhados aos seus objetivos e metas econômicas. Apenas encontre opções adequadas às suas necessidades e possibilidades.

Acreditar que os bancos oferecem as melhores opções

Outro erro está associado à crença de que o banco oferece as opções de investimentos mais vantajosas.

De fato, instituições bancárias têm alternativas de produtos financeiros populares. Entretanto, nem sempre elas são as melhores opções.

Para saber quais são os produtos ideais ao seu perfil, o recomendado é buscar o suporte especializado de uma consultoria de investimentos.

Não valorizar a ajuda de profissionais especializados

Falando em consultoria, outro erro muito comum de quem está começando a investir é não buscar o suporte de uma consultoria especializada.

As consultorias de investimentos atuam especificamente no processo de recomendação de aplicações financeiras alinhadas ao perfil e aos objetivos individuais de cada pessoa.

O trabalho é conduzido por consultores que têm tanto experiência técnica quanto conhecimento prático.

O propósito do trabalho desenvolvido por estes profissionais é alinhar o perfil do cliente às estratégias mais adequadas para atingir o objetivo financeiro pretendido.

São escolhidos produtos que ofereçam a relação mais adequada entre risco e retorno. Muito embora seja um serviço ainda restrito no Brasil, é possível encontrar boas empresas de consultoria e que atendem diferentes públicos e perfis.

Como destacamos, a maior parte dos brasileiros associa a carteira de investimentos a produtos como a poupança.

A falta de conhecimento e de suporte especializado faz com que essas pessoas deixem de aproveitar opções atraentes, como o mercado de ações.

Os serviços de consultoria têm o propósito de compartilhar conhecimento sobre aplicações financeiras e democratizar o acesso a melhores opções de investimentos.

Como a Magnetis pode ajudar você?

A Magnetis conta com uma equipe de especialistas preparados para ajudar você a fazer escolhas financeiras de acordo com seu momento de vida e objetivos.

O seu planejamento financeiro pessoal ligado aos investimentos é feito levando em consideração o perfil de risco e as metas individuais a serem alcançadas.

Investir pode parecer complicado, principalmente a quem ainda não tem familiaridade com o assunto. Mas, com educação financeira e o suporte de profissionais especializados, você vai ver que o processo é bem tranquilo.

Com a Magnetis, você vai descobrir que é possível fazer bons investimentos e ter resultados alinhados às suas expectativas.

Ao colocar em prática os processos de elaboração do planejamento financeiro pessoal e os cuidados com os erros mais comuns, é possível criar uma jornada de sucesso no mercado de investimentos.

Além de atender suas expectativas e ter bons resultados, você vai ver como é possível fazer seu dinheiro render e criar uma nova relação com o dinheiro.

O planejamento financeiro pessoal é fundamental a quem busca educação financeira, economia e uso inteligente do seu dinheiro. Somado a isso, realizar investimentos é uma parte relevante do processo. Então, continue sua busca por conhecimento: aproveite para conferir como investir na bolsa sem perder dinheiro!

Andressa Siqueira, CEA
Andressa Siqueira, CEA

Formada em Economia pela PUC-SP, é analista de conteúdo, especialista em investimentos na Magnetis desde 2019, possui certificação CEA pela ANBIMA e trabalha no mercado financeiro há mais de 8 anos.

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