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Planejando o orçamento, consegui investir mais

Há poucos meses, quem diria que eu conseguiria organizar minha vida financeira e ainda por cima ajudar outra pessoa a fazer o mesmo? Tudo isso é sem dúvida muito gratificante e me faz ter certeza de que essa grande mudança está valendo a pena.

O pedido da minha mãe que mencionei no último post, para que eu a ajudasse a escolher um bom investimento, funcionou como um reforço positivo. Estou fazendo a coisa certa e isso está sendo notado.

Mas esse episódio também aumentou a minha responsabilidade de dar passos cada vez mais firmes e acertados. Por isso, resolvi redobrar os meus esforços.

Mais atenção ao orçamento

Achei que, além de continuar os meus estudos sobre os diferentes tipos de investimentos, valia a pena aumentar a minha atenção com o que considero a base de tudo na vida financeira: o orçamento.

No começo dessa minha trajetória, aproveitando meus conhecimentos como analista de sistemas, criei um programinha para registrar todas as minhas entradas e saídas de dinheiro ao longo do mês. Quem está me acompanhando desde o começo deve estar lembrado…

Neste momento, entretanto, considerei que devia ir além dos registros para controle. Era hora de avançar em termos de planejamento. Como sempre, recorri à internet e encontrei um sem-fim de alternativas com esse propósito, tanto nacionais como estrangeiras.

Exemplos de ferramentas

Aqui no Brasil, por exemplo, existe o Guia Bolso, um sistema gratuito e automatizado de controle financeiro em que você define o orçamento mês a mês. Depois, no dia-a-dia, vai acompanhando e comparando o planejado e o que de fato aconteceu. Achei bom.

Gostei ainda mais de um app chamado You Need a Budget, em inglês, que é pago, mas pode ser testado sem custo. Ele tem me ajudado em aspectos como me organizar melhor para encarar despesas grandes que surgem pelo caminho, como comemorar meu aniversário de namoro. Também me mostrou a importância de não depender estritamente da entrada do salário para dar conta das despesas correntes. Eles chamam essa estratégia de viver da receita do mês anterior e, de verdade, me organizar dessa forma tem me deixado bem mais tranquilo, numa espécie de ‘paz financeira’.

Essas são duas das opções que encontrei na web. Há inúmeras e com certeza você vai descobrir uma que funciona para sua realidade. Ou então se inspire nelas e crie sua própria forma de controle e planejamento. Não precisa ser nada complicado. O fundamental é fazer.

Ajustes e trocas no caminho

Nessa nova etapa de planejamento do meu orçamento, estabeleci quanto gostaria de gastar em cada área (alimentação, transporte, saúde, moradia, lazer etc.) e também quanto poupar. A partir dessas definições, passei para a realidade.

É claro que tenho precisado fazer ajustes no meio do caminho. Faz parte do processo de aprendizado. Contudo, sinto que essas adequações, com o tempo, vão ser cada vez menores, na medida em que eu conseguir me planejar melhor.

Tem funcionado assim: nesta semana, precisei aumentar a despesa com transporte? Então o jeito é buscar opções de lazer mais baratas. Na outra, apareceu um gasto extra com saúde? O caminho é tentar reduzir o valor da compra do mercado, eliminando supérfluos e optando por marcas mais baratas.

Mais uma vez, noto que estou mudando meu mindset, ou seja, o meu modelo mental. Vou me abrindo, naturalmente, a essas trocas, repriorizando os gastos para que tudo caiba no orçamento, inclusive o dinheiro para investir. E sem dor porque estou olhando não apenas para o presente, mas para o futuro.

Aliás, falando em futuro, eu já havia comentado em outro post que lamentava não conseguir aplicar mais do que 10% da minha renda mensal… Pois agora, com o meu planejamento, estou me esforçando para alcançar os 20%. Pode até ser que não consiga ainda neste mês ou no próximo, mas chego lá!

Um grande abraço a até o próximo post.

Alberto

 

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