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Por que troquei o banco pela corretora na hora de investir

Olá.

Como contei para vocês,  decidi começar meus investimentos no banco em que tenho conta basicamente por praticidade. Mas vários aspectos envolvidos nessa escolha me incomodavam, a começar pelo meu histórico de relação insatisfatória com instituições financeiras. Para piorar, os fundos com melhor desempenho e menores taxas não estavam acessíveis para mim naquele momento inicial, por conta dos ainda baixos valores que eu tinha para aplicar.

Pois bem. Além de seguir firme, separando todos os meses cerca de 10% do meu salário e investindo religiosamente na melhor alternativa que encontrei naquela conjuntura, tomei uma decisão difícil, mas importante. Qual foi essa decisão? Me desfazer de uma coleção de discos e de alguns eletrônicos para, assim, reforçar minhas economias e ter condições de olhar para novas possibilidades de investimento, mais rentáveis.

Anunciei meus produtos num site e recebi contatos de interessados. Negociei, cedi a alguns pedidos de barganha e recebi, no total, um bom dinheiro pelas vendas. Para vocês terem uma ideia, essas transações me permitiram levantar mais de duas vezes o valor que eu tinha investido. Nada mal, hein?

Alternativas além do meu banco

Como as vendas foram em dinheiro vivo, precisei ir ao banco depositar as cédulas. Fiz isso em duas ocasiões seguidas e, em ambas, preferi o atendimento humano, em vez do caixa automático, para que a compensação fosse imediata.

Coincidentemente, fui recepcionado pelo mesmo profissional nas duas vezes. Na primeira, ele apenas sugeriu que eu usasse o auto-atendimento. Na segunda, propôs que eu investisse o dinheiro ali mesmo, no banco.

Fui educado e agradeci, mas meus planos eram mais ambiciosos. Não era para simplesmente fazer mais do mesmo que eu havia aberto mão da minha coleção de discos. Eu queria mais e, para tanto, precisava olhar além do que o meu banco proporcionava. Que fundos no mercado poderiam oferecer retorno mais elevado para o meu dinheiro, cobrando taxas de administração menores?

Uma conta em corretora

Para acessar esse mundo novo, eu sabia que precisava dar um passo um tanto burocrático: abrir uma conta numa corretora de valores. Logo que comecei a investir, considerando o pequeno montante que eu tinha em mãos, achei que essa era uma ‘complicação’ que não valia a pena encarar. Mas agora era hora. Era esse o caminho a trilhar para ter acesso a muitas outras opções de investimento.

Novamente, a internet foi uma ‘mão na roda’. Pesquisei a fundo sobre as corretoras em operação no Brasil, suas vantagens e desvantagens. Um site que em particular se mostrou muito útil para mim foi o da BM&F/Bovespa.

Eles têm uma seção dedicada especialmente a orientar sobre o tema. Explicam o que faz exatamente uma corretora e que critérios levar em conta na escolha. Além disso, uma ferramenta interativa possibilita testar, a partir do valor que cada investidor tem e do tipo de aplicação que busca, que corretoras podem ser boas opções.

Elegi uma, acessei o seu site e preenchi um formulário de abertura de conta. Funciona mais ou menos como começar uma conta em banco. Há vantagens, como poder fazer boa parte do processo online. Por outro lado, algumas etapas ainda exigem soluções antigas, como o envio de documentos assinados. Enfim, tive um pouco de trabalho, mas sentia que ia valer a pena.

O próximo passo era escolher meu novo investimento, diante de inúmeras alternativas que passei a acessar. Como foi esse processo? Conto no próximo post!

Um grande abraço,

Alberto

 

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