O rendimento da poupança hoje é ruim! Saiba como investir melhor

por Luciano Tavares

O Banco Central decidiu manter a Selic (a taxa básica de juros da economia) em 6,5% ao ano. Esse continua sendo o menor juro da história do Brasil, mas como ele afeta o rendimento da poupança?

Hoje, o rendimento da poupança é de 4,55% ao ano, bem abaixo da rentabilidade de outras aplicações financeiras. Vamos explicar ao longo deste post como esse cálculo é feito.

Se você está em busca de ter rendimentos melhores em suas aplicações financeiras, chegou ao lugar certo! Aqui, você vai entender como o rendimento da caderneta é calculado, por que ele é ruim e quais são as alternativas à poupança que existem no mercado.

Você vai descobrir que existem opções tão seguras e democráticas quanto a caderneta e que é possível melhorar seus investimentos sem nenhuma burocracia.

Venha conosco e descubra todas as respostas neste post!

Qual o valor da taxa Selic atual?

Conforme anunciado no dia 20 de junho de 2018, a Meta Selic continua em 6,5% ao ano. Essa decisão do BC veio de acordo com o esperado pelo mercado. 

Por enquanto, a expectativa é que a taxa de juros fique nesse nível até o fim de 2018. No entanto, nada impede que o BC mude sua posição nas próximas decisões.

Vale lembrar que a taxa básica de juros é definida a cada 45 dias pelo Copom.

O rendimento da poupança é ruim. Entenda por que

O rendimento da poupança está diretamente ligado com a trajetória da taxa de juros da economia (Selic)

Nova regra da poupança: como fica o rendimento hoje?

Desde setembro de 2017, quando a Selic caiu para 8,25% ao ano, a nova regra de cálculo do rendimento da poupança foi acionada. A rentabilidade da poupança já era ruim, mas com a queda da Selic ficou ainda pior.

rendimento da poupança hoje é de 70% da Selic, mais a Taxa Referencial (TR). Com a Selic a 6,5% ao ano, a performance da caderneta fica em 4,55% ao ano, mais TR, que atualmente está zerada. 

A poupança sempre foi muito utilizada pelos brasileiros pela facilidade de aplicar e resgatar recursos a qualquer momento. O baixo risco também é outro fator que conta muito a favor.

Além disso, a movimentação é livre de impostos e os créditos são imediatos, desde que respeitada a data de aniversário da caderneta.

Ou seja: se você investir R$ 100 na poupança hoje, sem dúvida você sacará R$ 104,55 no ano que vem, de acordo com os indicadores atuais de rentabilidade da poupança.

Embora atualmente a poupança supere a inflação, ela não rende tanto quanto outras aplicações de renda fixa que também são seguras.

Quem deseja evitar que o valor do seu dinheiro seja corroído ao longo do tempo deve procurar investimentos com melhores rendimentos. A boa notícia é que existem alternativas de investimentos melhores e de fácil acesso. Abordaremos algumas delas ao longo deste post.

Saiba mais: Quer ajuda para investir melhor? Conheça a Magnetis 

Como o rendimento da poupança é calculado

As regras de rendimento da poupança foram alteradas em 4 de maio de 2012 pelo governo. Portanto, para depósitos feitos desde essa data, o investidor deve prestar atenção na taxa Selic. São duas as regras de cálculo, conforme resume a imagem abaixo:

O cálculo de rendimento da poupança muda quando a taxa de juros atinge 8,5% ao ano

Cálculo do Rendimento da Poupança:

  • Quando a taxa de juros estiver acima de 8,5% ao ano, o rendimento da poupança será fixo: 0,5% ao mês mais a TR.
  • Quando a taxa de juros estiver abaixo ou igual a 8,5% ao ano, a poupança rende 70% da Selic mais a TR.

A TR é uma taxa calculada pela média de rendimento dos Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) de 30 dias, que são negociados a taxas pré-fixadas no mercado interbancário.

Como mencionado, a nova regra da poupança foi acionada em setembro de 2017 pela segunda vez desde que foi criada.

A partir daquele momento, o rendimento da poupança ficou cada vez mais espremido, acompanhando a queda da Selic, como você pode ver na tabela a seguir.

Data da decisão
do Copom

Taxa
Selic

Rendimento da poupança - nova regra (12 meses)

20/6/2018

6,5% ao ano

4,55%

16/5/2018

6,5% ao ano

4,55%

21/3/2018

6,5% ao ano

4,55%

7/2/2018

6,75% ao ano

4,73%

6/12/2017

7% ao ano

4,90%

25/10/2017

7,5% ao ano

5,25%

6/9/2017

8,25% ao ano

5,78%

Estou perdendo dinheiro na poupança?

Quem investiu R$ 100 na poupança em 1 de janeiro de 2017, chegou a 1 de janeiro de 2018 com R$ 106,61, um retorno de 6,61% - segundo a Calculadora do Cidadão, recurso disponível na página do Banco Central.

Em 2017, a inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 2,95%. O IPCA é calculado pelo IBGE e é referência oficial para a inflação brasileira.

perfil professora claudia yoshinaga

O rendimento da poupança superou a inflação em 2017, é verdade. Mas nem sempre foi assim. Em 2015, quando o IPCA terminou o ano em 10,67%, a poupança rendeu 7,29%.

Assim, apesar de a poupança estar superando a inflação hoje, não significa que você possa ficar confortável ao deixar seu dinheiro lá.

Isso porque você pode fazer outros investimentos igualmente seguros e que rendem muito mais. 

Vamos ver outro exemplo: suponha que você tenha R$ 1 mil para investir hoje e que vá fazer aplicações adicionais de R$ 100 todo mês durante 30 anos. Ao final desse período, você terá R$ 106.474,08 na poupança.

Mas ainda não acabamos! Uma carteira diversificada de baixo risco, um investimento com a mesma segurança, renderia R$ 115.897,41 nos mesmos parâmetros. 

A diferença é de R$ 9.423,33 em 30 anos. São R$ 314,11 perdidos a cada ano que o dinheiro permanece investido na poupança (!).

Calculadora da Poupança Magnetis: Faça a sua simulação

Simule o rendimento da poupança na Calculadora da Poupança Magnetis

Poupança x outras aplicações

Veja abaixo uma comparação de rentabilidade da poupança com alguns investimentos em renda fixa. A simulação foi feita considerando a Selic em 6,5% ao ano e TR zerada.

Poupança X Fundos DI

Por que o rendimento da poupança é ruim

Poupança X CDB, Tesouro Selic e Carteira Diversificada

Por que o rendimento da poupança é ruim

Premissas e critérios utilizados na simulação:

  • Selic: 6,5% ao ano;
  • TR: 0% ao ano;
  • Imposto de Renda: tabela regressiva (alíquota de 22,5% ao ano para até 6 meses, 20% ao ano de 6 a 12 meses, 17,5% ao ano de 12 a 24 meses, 15% ao ano acima de 24 meses);
  • Os valores obtidos acima já estão totalmente líquidos, descontados de Imposto de Renda e taxas de administração e custódia (exceto a poupança, que é isenta de Imposto de Renda);
  • Para Tesouro Direto, consideramos investimentos em corretoras que não cobram taxas além da taxa de custódia de 0,3% ao ano da CBLC;
  • Foi assumido o mesmo valor para a taxa DI e a Selic, mas vale destacar que no mercado existe uma pequena diferença entre as duas taxas.

É importante dizer que, agora com a queda dos juros, fica mais importante o investidor buscar fazer a diversificação dos seus investimentos e não apostar suas fichas em apenas um tipo um produto.

Hoje em dia já existem consultorias de investimentos online, como a própria Magnetis, que atendem investidores de qualquer perfil, com praticidade e por um custo baixo.

Inflação: como ela afeta o rendimento da poupança

Outro indicador da economia que interfere no rendimento da poupança é a inflação.

Inflação pode ser definida como o aumento generalizado de preços de forma persistente em um determinado período de tempo. 

Ou seja, os preços dos bens, produtos e serviços sobem de forma consistente e você terá de pagar mais caro para conseguir comprar a mesma quantidade de coisas: seu dinheiro perde valor.

A inflação atinge produtos básicos (como alimentação e bebidas), afeta o custo de vida (habitação, vestuário, transporte e educação - além de outros itens, dependendo do índice) e influencia também na rentabilidade dos seus investimentos.

Apesar de não estarmos mais na era da Selic de dois dígitos, hoje em dia existe um espaço maior entre a taxa de juros e a inflação, conforme o gráfico a seguir.

O rendimento da poupança é ruim. Entenda por que.

Quando os juros estavam em 14,25% ao ano - entre julho de 2015 e setembro de 2016 -, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) era mais alta e, portanto, afetava mais os ganhos do investidor. Logo, a rentabilidade real era menor.

Hoje os juros caíram, mas o IPCA está em suas mínimas históricas, o que favorece um ganho real maior para quem investe em renda fixa.

Repare no gráfico que o ganho real do investidor está justamente na região entre a linha do IPCA e a da Selic.

Ou seja: nos tempos dos juros altos, os dois dígitos eram uma ilusão, uma vez que o ganho real era menor e a inflação alta consumia boa parte do poder de compra das pessoas.

Agora veja como ficou a situação do rendimento da poupança no período de setembro de 2017 até maio de 2018, desde que a nova regra da poupança entrou em vigor. Note que, com a queda dos juros, o rendimento da poupança está mais espremido entre a Selic e a inflação.

O rendimento da poupança é ruim. Entenda por que.

Não somente a poupança, mas outras aplicações de renda fixa tiveram que ir para o divã, com muitas pessoas se perguntando onde investir com a queda dos juros.

Mas ainda não é o momento desse tipo de questão. Primeiro, é preciso entender melhor o que significam as principais expressões do mundos dos investimentos antes de escolher a melhor aplicação para você. É sobre isso que vamos falar no próximo tópico.

Alternativas à poupança

Investir em aplicações que rendem mais que a poupança não é complicado, porém é importante, antes de fazer qualquer investimento, pensar qual é o seu objetivo para o dinheiro que você quer investir.

É preciso avaliar qual é o seu horizonte de investimento (em qual prazo você deseja resgatar os recursos), e qual é a sua necessidade de capital no curto prazo.

Se você precisar ter acesso a qualquer momento ao valor aplicado, uma opção são os fundos de renda fixa com liquidez diária, nos quais é possível sacar o dinheiro aplicado a qualquer momento, mas - lembrando - desde que tenha taxa de administração menor que 1% ao ano.

Já para um montante que seria uma reserva de emergência, pode ser aplicado no Tesouro Selic, CDBs de bancos médios ou mesmo em fundos. Nesses casos, se você precisar do dinheiro de volta, vai conseguir o resgate em um ou dois dias úteis.

CDB, CDI, Tesouro Direto: entenda a sopa de letrinhas

Se você se preocupa com seus investimentos, já deve ter pesquisado sobre alternativas de aplicações financeiras melhores do que a poupança. Porém, deve ter se deparado com siglas e expressões que não são muito amigáveis.

Mas não desanime! Aqui está um guia rápido para entender o que significam os nomes mais comuns no mundo dos investimentos.

É fundamental entender o que eles significam na hora de tomar as suas decisões de investimento. Assim, você fica mais tranquilo ao aplicar o seu dinheiro.

Renda Fixa

É o mercado do investimentos cuja rentabilidade é possível prever no momento em que o investidor faz uma aplicação. 

Essa previsão pode ser feita no momento da compra, seja por indicadores como a inflação ou a taxa de juros, seja por uma taxa prefixada.

É diferente do mercado de investimentos de renda variável, cujo desempenho depende de uma série de fatores envolvendo a situação da economia local, nacional e até mesmo internacional.

Leia mais: Guia do Investimento em Renda Fixa

Tesouro Direto 

É um dos primeiros investimentos com que uma pessoa tem contato quando começa a descobrir as aplicações financeiras.

Trata-se de uma plataforma por meio da qual pessoas físicas podem comprar títulos públicos, que funcionam como uma espécie de empréstimo ao governo federal.

O investidor compra esses títulos e, no futuro, recebe o seu dinheiro corrigido por uma determinada taxa. É possível receber o pagamento de juros semestrais ou ter todo o dinheiro pago de uma vez, no vencimento do título.

O Tesouro Direto é considerado uma aplicação democrática, pois a rentabilidade é igual para todos os valores aplicados — a partir de R$ 30. Quer saber o quanto o seu dinheiro renderia? Basta usar a Calculadora do Tesouro Direto e fazer as suas próprias contas!

CDI e taxa DI

Quando se fala em investimentos, a sigla CDI está por toda parte. Ela significa Certificado de Depósito Interbancário.

O CDI é um título emitido por uma instituição financeira, como um banco ou uma corretora, para tomar dinheiro emprestado de outra instituição.

A partir dos juros cobrados nesses empréstimos entre instituições financeiras, é obtida a taxa DI, que você vê quando vai investir. 

A taxa DI é uma média dos empréstimos feitos entre os bancos. Como eles costumam negociar títulos públicos entre si, essa taxa costuma ficar um pouco abaixo da Selic.

Quando um banco oferece um título para um investidor, ele promete uma rentabilidade que tem como referência a taxa DI, geralmente expressa em porcentagem (%) do CDI: 100% do CDI, 90% do CDI, e assim por diante. Quanto menor for essa porcentagem, menos renderá a aplicação.

CDB

É a sigla para Certificado de Depósito Bancário. O CDB é um título de renda fixa emitido pelos bancos, que o utilizam para captar dinheiro. O mecanismo é semelhante ao do Tesouro Direto.

Quando um investidor aplica dinheiro em um CDB, ele na verdade está emprestando dinheiro ao banco em troca do pagamento de juros sobre o valor emprestado. No prazo combinado, esse valor será devolvido com essa correção.

Você pode estar pensando que o Tesouro Direto é mais seguro, pois o risco de o governo brasileiro quebrar é menor do que o risco de qualquer banco brasileiro quebrar. E você tem razão.

No entanto, para proteger os investidores e garantir a atratividade de seus títulos, os próprios bancos se reuniram e criaram um fundo para ressarcir investidores caso um deles quebre. Trata-se do Fundo Garantidor de Créditos, o famoso FGC.

O FGC é um seguro para quem investe em títulos bancários, pois oferece a garantia de até R$ 250 mil por emissor, até o limite de R$ 1 milhão por CPF.

Isso quer dizer que, caso um banco quebre, o FGC devolve o dinheiro (depósitos e rendimentos) dos investidores e correntistas desse banco, até o limite de R$ 250 mil.

A rentabilidade prometida de um CDB pode ser expressa em porcentagem do CDI ou em formato misto: uma taxa prefixada, mais um indicador de inflação, ou a própria taxa DI.

LCI e LCA

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) ou do Agronegócio (LCA) são títulos de renda fixa emitidos por bancos para financiar projetos relacionados a esses dois setores da economia.

A grande vantagem para o investidor pessoa física é que eles oferecem isenção de Imposto de Renda (IR).

No entanto, não é só porque um título oferece essa isenção que a sua rentabilidade será a melhor. Vale ficar atento e comparar as taxas ofertadas por diferentes instituições para saber qual investimento é o mais vantajoso.

Vale também comparar diferentes modalidades de investimento e avaliar qual é a mais adequada para seu perfil e seus objetivos financeiros.

Fundos DI 

São fundos de investimento de renda fixa que aplicam o dinheiro de seus investidores em ativos mais conservadores de renda fixa.

Para ser categorizado como Fundo DI é necessário que no mínimo 95% do patrimônio do fundo seja investido em títulos atrelados à taxa básica de juros (Selic) ou à taxa DI.

Esses investimentos geralmente são feitos pelos gestores desses fundos em títulos públicos que acompanham a Selic ou em CDBs.

No entanto, fundos DI de grandes bancos costumam ter taxas mais caras, o que pode comprometer bastante a rentabilidade do investidor.

Carteira Diversificada

Uma carteira de investimentos diversificada é um conjunto de aplicações financeiras que leva em conta o perfil de risco do investidor e seus objetivos financeiros para alcançar a melhor rentabilidade com o menor risco e o menor custo possível.

Longe de escolher aplicações aleatoriamente, uma boa carteira diversificada leva em conta princípios e teorias consagrados para equilibrar aplicações em um determinado porcentual dentro de um portfólio de investimentos, que varia conforme o perfil do investidor.

Fintech

Fintechs são empresas financeiras com um forte braço tecnológico cuja finalidade é facilitar o acesso a serviços financeiros. 

No caso das fintechs de investimento - como é o caso da Magnetis -, elas tornaram mais acessível um processo que antes era burocrático e só valia a pena para quem tinha um grande volume de recursos para administrar.

Hoje, com apenas alguns cliques, é possível abrir uma conta, definir o seu perfil de risco, o seu objetivo ao investir e acompanhar o desempenho de suas aplicações. Tudo isso 100% online, sem você precisar sair de casa.

plano de investimentos

Conhecimento: a chave para os melhores investimentos

O mercado financeiro brasileiro é um dos mais sofisticados do mundo, porém a maior parte da população não investe o seu dinheiro.

Uma pesquisa divulgada em 2017 pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) revelou que menos de 25% dos brasileiros investe em algum produto financeiro. E quem investe costuma optar pela poupança (!).

A falta de educação financeira torna cuidar do dinheiro uma atividade extremamente desgastante e complexa em algumas situações.

Além disso, não são poucos os casos de pessoas que foram enganadas pelos seus bancos, fazendo aplicações com taxas caras e baixo retorno.

Por isso, o conhecimento é o primeiro passo para colocar o dinheiro trabalhar para você por meio do poder dos juros compostos.

Mas calma! Não precisa ficar triste ou preocupado se você não souber por onde começar. Existem empresas que fazem todo o trabalho duro por você com transparência e a um custo bem acessível. A Magnetis, por exemplo, é uma dessas empresas.

A Magnetis é uma gestora de recursos que, por meio do serviço de consultoria online de investimentos, ajuda você a encontrar o melhor caminho para aplicar o seu dinheiro. Tudo isso de forma simples, automatizada e sem burocracia. Você não precisa nem sair de casa!

Tornamos o ato de investir algo descomplicado e seguro, pois buscamos sempre as melhores aplicações para o seu perfil.

Fazemos um teste rápido e gratuito para identificar quais são os seus objetivos e, com base nessas informações, oferecemos uma seleção de investimentos diversificados com o intuito de maximizar a rentabilidade com o menor risco. O resultado desse esforço é o melhor rendimento com o melhor custo-benefício para você!

Nosso time faz o monitoramento constante da sua carteira de investimentos, garantindo que ela estará sempre de acordo com o seu perfil. Além disso, nossa plataforma permite que você acompanhe a evolução de suas aplicações a qualquer momento, de qualquer lugar. Faça o seu teste grátis e entenda como funciona!

Ainda tem alguma dúvida sobre a poupança ou sobre as melhores alternativas de investimento? Deixe aqui seu comentário ou entre em contato conosco!

Luciano

Luciano Tavares é fundador e CEO da Magnetis. Administrador de carteiras credenciado pela CVM e planejador financeiro CFP ®, tem mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro.

*Texto atualizado em 20 de junho de 2018. Originalmente publicado em 2015.

O rendimento da poupança hoje é ruim! Saiba como investir melhor
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