O rendimento da poupança hoje é ruim! Saiba como investir melhor

por Luciano Tavares

O Banco Central decidiu manter a taxa Selic (a taxa básica de juros da economia) em 6,5% ao ano pela sétima vez seguida. Esse continua sendo o menor juro da história do Brasil, mas como ele afeta o rendimento da poupança?

O rendimento da poupança hoje é de 4,55% ao ano, bem abaixo da rentabilidade de outras aplicações financeiras. Vamos explicar ao longo deste post como esse cálculo é feito e quais opções de investimentos rendem mais do que a caderneta.

Ou seja: se você investir R$ 100 na poupança hoje, sem dúvida você sacará R$ 104,55 no ano que vem.

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Se você está em busca de ter rendimentos melhores, chegou ao lugar certo! Aqui, você vai ver mais detalhes sobre:

  • qual é o rendimento mensal da poupança?
  • juros da poupança: como eles são calculados após a nova regra?
  • qual é o valor da taxa Selic hoje?
  • como a inflação afeta a rentabilidade da poupança;
  • simulador de poupança: saiba se você está perdendo dinheiro na caderneta;
  • investimento melhor do que a poupança: veja 5 opções.

Você vai descobrir que existem opções tão seguras e práticas quanto a caderneta. Também vai ver que é possível melhorar seus investimentos sem nenhuma burocracia.

Se você tiver alguma dúvida, fique à vontade para compartilhar nos comentários, no fim deste post. Vamos começar?

Qual é o rendimento mensal da poupança hoje?

Hoje, o rendimento da poupança é de 0,37% ao mês. Como veremos mais adiante, a rentabilidade da caderneta é calculada com base na taxa básica de juros brasileira, a Selic.

Essa taxa é definida a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom), um conselho de diretores do Banco Central do Brasil. A Selic hoje é de 6,5% ao ano, sendo 0,54% ao mês.

Além do rendimento da poupança, a Selic também serve como parâmetro para as aplicações de renda fixa. A mais conhecida delas é o Tesouro Selic, um título público negociado na plataforma do Tesouro Direto.

Juros da poupança: como eles são calculados?

Para entender quanto rende a poupança hoje, primeiro é preciso entender a regra de cálculo da caderneta.

Em 2012, o governo mudou a forma como os juros da poupança são calculados. Todos os depósitos feitos até 3 de maio de 2012 rendiam 0,5% ao mês, mais a Taxa Referencial, a chamada TR (taxa de que hoje está zerada). Em 2018, por exemplo, a poupança antiga rendeu 6,16%.

A partir de 4 de maio de 2012, a nova regra de cálculo da poupança passou a valer para depósitos feitos daquela data em diante. Ela diz o seguinte:

Rendimento da Poupança: nova regra

  • Quando a taxa de juros estiver acima de 8,5% ao ano, o rendimento da poupança será fixo: 0,5% ao mês mais a taxa referencial (TR).
  • Quando a taxa de juros estiver abaixo ou igual a 8,5% ao ano, a poupança rende 70% da Selic mais a TR.

Desde setembro de 2017, quando a Selic caiu para 8,25% ao ano, a nova regra de cálculo da poupança foi acionada pela segunda vez desde sua criação.

A partir daquele momento, o rendimento da poupança ficou cada vez mais espremido, acompanhando a queda da Selic.

Assim, o rendimento da poupança hoje é de 70% da Selic, mais a TR (que está zerada). Em 2018, o rendimento da poupança nova foi de 4,68%.

Rendimento da poupança hoje

Os juros da poupança são incorporados ao valor investido na caderneta a cada 30 dias corridos, no chamado aniversário da poupança.

Essa data começa a ser contada a partir da abertura da conta e geralmente aparece no extrato bancário ou no internet banking.

Segundo o Banco Central, a rentabilidade é calculada sobre o menor saldo de cada período de rendimento, contando a partir do aniversário. E esse é só mais um dos motivos pelos quais o rendimento da poupança é ruim. Vamos ver a seguir como a taxa de juros do país afeta a rentabilidade da caderneta.

Qual é o valor da taxa Selic hoje?

Conforme anunciado no dia 6 de fevereiro de 2019, a Selic continua em 6,5% ao ano. Essa decisão do BC veio de acordo com o esperado pelo mercado. 

Por enquanto, a expectativa é que a taxa de juros fique nesse nível até a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para os dias 5 e 6 de fevereiro de 2019. Nada impede que os diretores do BC mudem sua posição até lá.

Selic hoje: trajetória da taxa de juros

O rendimento da poupança está diretamente ligado com a trajetória da taxa de juros da economia (Selic)

Como a inflação afeta a rentabilidade da poupança?

Inflação pode ser definida como o aumento generalizado de preços em um determinado período de tempo.

Ou seja, os preços dos bens, produtos e serviços sobem de forma consistente e você terá de pagar mais caro para conseguir comprar a mesma quantidade de coisas: seu dinheiro perde valor.

A inflação atinge produtos básicos (como alimentação e bebidas), afeta o custo de vida (habitação, vestuário, transporte e educação - além de outros itens, dependendo do índice) e influencia também na rentabilidade dos seus investimentos.

Apesar de não estarmos mais na era da Selic de dois dígitos, por algum tempo a distância entre a inflação e a taxa de juros foi maior.

Essa situação, porém, já está mudando. Como você vê no gráfico a seguir, a inflação atingiu mínimas históricas entre 2016 e 2017, mas já voltou a subir levemente.

Por outro lado, a taxa de juros, que está no mesmo patamar desde março de 2018, torna mais espremida a rentabilidade real dos investimentos em renda fixa. Veja a diferença no gráfico a seguir:

Rentabilidade real: Selic x inflação

Quando os juros estavam em 14,25% ao ano - entre julho de 2015 e setembro de 2016 -, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) era mais alta e, portanto, afetava mais os ganhos do investidor. Logo, a rentabilidade real era menor.

Hoje os juros caíram, mas o IPCA está sob controle, o que favorece um ganho real maior para quem investe em renda fixa.

Repare no gráfico que o ganho real do investidor está justamente na região entre a linha do IPCA e a da Selic.

Ou seja: nos tempos dos juros altos, os dois dígitos eram uma ilusão, uma vez que o ganho real era menor e a inflação alta consumia boa parte do poder de compra das pessoas.

Agora veja como ficou a situação do rendimento da poupança no período de setembro de 2017 até maio de 2018, desde que a nova regra da poupança entrou em vigor. Note que, com a queda dos juros, o rendimento da poupança está mais espremido entre a Selic e a inflação.

O rendimento da poupança é ruim. Entenda por que.

Não somente a poupança, mas outras aplicações de renda fixa tiveram que ir para o divã, com muitas pessoas se perguntando onde investir com a queda dos juros.

Simulador de poupança: saiba se você está perdendo dinheiro na caderneta

Quem investiu R$ 100 na poupança em 1 de janeiro de 2018, chegou a 1 de janeiro de 2019 com R$ 104,68, um retorno de 4,68% - segundo a Calculadora do Cidadão, recurso disponível na página do Banco Central.

Em 2018, a inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 3,75%. O IPCA é calculado pelo IBGE e é referência oficial para a inflação brasileira.

O retorno financeiro da caderneta superou a inflação em 2018, é verdade. Porém, ele ficou mais espremido: em 2017, o rendimento da poupança foi de 6,61%, enquanto a inflação foi de 2,95%.  

O pior cenário é quando a inflação supera o resultado da caderneta. Em 2015, quando o IPCA terminou o ano em 10,67%, a poupança rendeu 7,29%. Na prática, o dinheiro perdeu poder de compra.

Assim, apesar de a poupança estar superando a inflação hoje, não significa que é confortável deixar seu dinheiro lá.

Vamos ver outro exemplo, agora pensando no futuro: suponha que você tenha R$ 1 mil para investir hoje e que vá fazer aplicações adicionais de R$ 100 todo mês durante 30 anos. Ao final desse período, você terá R$ 106.474,08 na poupança.

Mas ainda não acabamos! Uma carteira diversificada de baixo risco, um investimento com a mesma segurança, renderia R$ 115.897,41 nos mesmos parâmetros. 

A diferença é de R$ 9.423,33 em 30 anos. São R$ 314,11 perdidos a cada ano que o dinheiro permanece investido na poupança (!).

Calculadora da Poupança Magnetis: Faça a sua simulação

Simule o rendimento da poupança na Calculadora da Poupança Magnetis

Investimento melhor do que a poupança: veja 5 opções

A poupança sempre foi muito utilizada pelos brasileiros pela facilidade de aplicar e resgatar recursos a qualquer momento. O baixo risco também é outro fator que conta muito a favor.

Além disso, a movimentação é livre de impostos e os créditos são imediatos, desde que respeitada a data de aniversário da caderneta.

Embora atualmente a poupança supere a inflação, ela não rende tanto quanto outras aplicações de renda fixa que também são seguras.

Quem deseja evitar que o valor do seu dinheiro seja corroído ao longo do tempo deve procurar investimentos com melhores rendimentos. A boa notícia é que existem alternativas de investimentos melhores e de fácil acesso. Vamos ver as principais delas a seguir:

1. Tesouro Direto

Mesmo quem não tem muito dinheiro para começar a investir consegue encontrar opções de investimentos seguros. Prova disso são os títulos públicos do Tesouro Direto, que permitem aplicações a partir de R$ 30.

A lógica por trás desses títulos é bastante simples: para se manter funcionando, o Estado precisa de recursos que vão além daqueles arrecadados com a cobrança de impostos. Por isso, ele emite papéis para captar dinheiro e qualquer pessoa pode investir alguma quantia.

Em troca, há o pagamento de juros dentro do prazo estipulado pelo título. Ou seja, quem investe no Tesouro Direto está emprestando dinheiro ao Estado.Embora não haja a cobertura do FGC, o risco desses títulos é baixíssimo. Eles não serão pagos apenas em caso de insolvência total do Estado, o que é muito difícil de acontecer, mesmo em momentos de dificuldade econômica.

Em última instância, o Estado pode imprimir moeda para honrar o pagamento dos títulos.Para investir no Tesouro Direto, é preciso ter conta em um banco ou corretora autorizada. Com o cadastro na instituição, será possível acessar a plataforma na qual os títulos são negociados.

São várias as opções de títulos disponíveis, divididos entre prefixados (com o rendimento definido na hora da compra) e pós-fixados (corrigidos de acordo com uma taxa, como o IPCAe a Selic). É preciso observar as taxas e impostos, para que elas não comprometem o retorno da aplicação.

2. LCI e LCA

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) são títulos emitidos pelos bancos para financiar, respectivamente, o setor imobiliário e o agronegócio.

A grande vantagem desses investimentos é isenção do Imposto de Renda (IR), além da cobertura do FGC. Por outro lado, essas letras de crédito costumam ter prazos de vencimento mais longos, o que é ruim para quem não tem muita certeza de quando vai precisar do dinheiro.

As taxas de retorno variam de acordo com o banco que emitiu o título. Logo, é necessário fazer comparações entre diferentes títulos e bancos, em busca da melhor rentabilidade. 

3. Fundos DI

Fundos DI são fundos de investimento que investem pelos menos 80% da carteira em títulos públicos, ativos de baixo risco e em cotas de outros fundos de renda fixa. A rentabilidade desses fundos busca acompanhar o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), taxa muito próxima da Selic (os juros básicos da economia nacional).

Os riscos para quem investe em fundos DI são relativamente pequenos, já que o dinheiro é aplicado em ativos de baixíssimo risco. Não há cobertura do FGC, mas, em caso de quebra do banco, o dinheiro fica protegido, já que, do ponto de vista jurídico, os investimentos dos fundos não fazem parte do patrimônio da empresa.

Fundos DI contam com alta liquidez, permitindo que os recursos sejam sacados no momento em que for necessário. Ademais, é possível encontrar opções que permitem começar com aportes pequenos.

Como desvantagem, cabe mencionar a cobrança de taxas de administração, comuns em fundos de investimentos. Além disso, há a incidência do Imposto de Renda come-cotas, uma cobrança antecipada de IR que incide sobre a rentabilidade duas vezes ao ano, em maio e em novembro.

4. CDB

Lembra quando falamos dos títulos do Tesouro Direto e dissemos que eles funcionam como uma espécie de empréstimo ao Estado pelo qual quem aplica o dinheiro é remunerado?

A lógica dos CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) é a mesma, mas quem capta os recursos são bancos privados, que utilizam o dinheiro para emprestá-los a outros clientes. Diferente dos títulos públicos, os CDBs são cobertos pelo FGC, dentro do limite estipulado.

O retorno de um CDB está geralmente atrelado ao já mencionado CDI e quase sempre é maior do que a rentabilidade das cadernetas de poupança, ainda que seja feita a cobrança de IR nesse tipo de investimento.

É importante, mais uma vez, comparar com outras opções de investimentos e em diferentes instituições financeiras para ter certeza se não existem alternativas melhores. A dica é procurar por bancos menores, que costumam oferecer taxas mais atraentes.

5. Nuconta

A Nuconta é um conta digital sem tarifas disponibilizada pela Nubank. Ela também funciona como um investimento de baixo risco, já que todo o dinheiro depositado é aplicado em títulos públicos em nome da empresa. Não há cobrança de taxas, mas incidem IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e o IR sobre os rendimentos, que são próximos aos do CDI.

Além de uma forma de investimento, é possível pagar boletos e receber o salário na Nuconta. Recentemente, foi incluída a possibilidade de pagamentos via cartão de débito e de saques, que são tarifados. Essas funções estão sendo liberadas aos poucos. Também é possível fazer TEDs gratuitos para uma conta-corrente de outro banco.

Os investimentos feitos por meio da Nuconta não são garantidos pelo FGC e nem são registrados em nome do titular do conta, o que pode ser um risco. Por outro lado, eles estão protegidos juridicamente, uma vez que os recursos das contas não são incluídos no patrimônio da Nubank e, portanto, não podem ser bloqueados caso a empresa apresente problemas.

Não é mais necessário receber um convite ou ter o cartão de crédito da Nubank, mas é preciso se inscrever no site da empresa e aguardar o retorno para pode utilizar o serviço, que é todo gerenciado por meio de um aplicativo.

Comparação de investimentos: poupança x outras aplicações

Veja abaixo uma comparação de rentabilidade da poupança com alguns investimentos em renda fixa. A simulação foi feita considerando a Selic em 6,5% ao ano e TR zerada.

Poupança X Fundos DI

Rendimento da poupança e fundos DI

Poupança X CDB, Tesouro Selic e Carteira Magnetis

Rendimento da poupança e CDB e Tesouro Direto

Premissas e critérios utilizados na simulação:

  • Selic: 6,5% ao ano;
  • TR: 0% ao ano;
  • Imposto de Renda: tabela regressiva (alíquota de 22,5% ao ano para até 6 meses, 20% ao ano de 6 a 12 meses, 17,5% ao ano de 12 a 24 meses, 15% ao ano acima de 24 meses);
  • Os valores obtidos acima já estão totalmente líquidos, descontados de Imposto de Renda e taxas de administração e custódia (exceto a poupança, que é isenta de Imposto de Renda);
  • Para Tesouro Direto, consideramos investimentos em corretoras que não cobram taxas além da taxa de custódia de 0,3% ao ano da CBLC;
  • Foi assumido o mesmo valor para a taxa DI e a Selic, mas vale destacar que no mercado existe uma pequena diferença entre as duas taxas.

É importante dizer que, agora com a queda dos juros, fica mais importante buscar a diversificação dos seus investimentos e não focar apenas em um tipo um produto.

Hoje em dia já existem consultorias de investimentos online, como a própria Magnetis, que atendem investidores de qualquer perfil, com praticidade e por um custo baixo.

CDI, renda fixa, diversificação: entenda conceitos básicos para fazer os melhores investimentos

Se você se preocupa com seus investimentos, já deve ter pesquisado sobre alternativas de aplicações financeiras melhores do que a poupança. Porém, deve ter se deparado com siglas e expressões que não são muito amigáveis.

Mas não desanime! Aqui está um guia rápido para entender o que significam os nomes mais comuns no mundo dos investimentos.

É fundamental entender o que eles significam na hora de tomar as suas decisões de investimento. Assim, você fica mais tranquilo ao aplicar o seu dinheiro.

CDI e taxa DI

Quando se fala em investimentos, a sigla CDI está por toda parte. Ela significa Certificado de Depósito Interbancário.

O CDI é um título emitido por uma instituição financeira, como um banco ou uma corretora, para tomar dinheiro emprestado de outra instituição.

A partir dos juros cobrados nesses empréstimos entre instituições financeiras, é obtida a taxa DI, que você vê quando vai investir. 

A taxa DI é uma média dos empréstimos feitos entre os bancos. Como eles costumam negociar títulos públicos entre si, essa taxa costuma ficar um pouco abaixo da Selic.

Quando um banco oferece um título para um investidor, ele promete uma rentabilidade que tem como referência a taxa DI, geralmente expressa em porcentagem (%) do CDI: 100% do CDI, 90% do CDI, e assim por diante. Quanto menor for essa porcentagem, menos renderá a aplicação.

Renda fixa

É o mercado do investimentos cuja rentabilidade é possível prever no momento em que o investidor faz uma aplicação. 

Essa previsão pode ser feita no momento da compra, seja por indicadores como a inflação ou a taxa de juros, seja por uma taxa prefixada.

É diferente do mercado de investimentos de renda variável, cujo desempenho depende de uma série de fatores envolvendo a situação da economia local, nacional e até mesmo internacional.

Leia mais: Guia do Investimento em Renda Fixa

Diversificação dos investimentos

Uma carteira de investimentos diversificada é um conjunto de aplicações financeiras que leva em conta o perfil de risco do investidor e seus objetivos financeiros para alcançar a melhor rentabilidade com o menor risco e o menor custo possível.

Longe de escolher aplicações aleatoriamente, a diversificação dos investimentos leva em conta princípios e teorias consagrados para equilibrar aplicações em um determinado porcentual dentro de um portfólio de investimentos, que varia conforme o perfil do investidor.

Fintech

Fintechs são empresas financeiras com um forte braço tecnológico cuja finalidade é facilitar o acesso a serviços financeiros. 

No caso das fintechs de investimento - como é o caso da Magnetis -, elas tornaram mais acessível um processo que antes era burocrático e só valia a pena para quem tinha um grande volume de recursos para administrar.

Hoje, com apenas alguns cliques, é possível abrir uma conta, definir o seu perfil de risco, o seu objetivo ao investir e acompanhar o desempenho de suas aplicações. Tudo isso 100% online, sem você precisar sair de casa.

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Como fazer os melhores investimentos?

O mercado financeiro brasileiro é um dos mais sofisticados do mundo, porém a maior parte da população não investe o seu dinheiro.

Uma pesquisa divulgada em 2017 pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) revelou que menos de 25% dos brasileiros investe em algum produto financeiro. E quem investe costuma optar pela poupança (!).

A falta de educação financeira torna cuidar do dinheiro uma atividade extremamente desgastante e complexa em algumas situações.

Além disso, não são poucos os casos de pessoas que foram enganadas pelos seus bancos, fazendo aplicações com taxas caras e baixo retorno.

Por isso, o conhecimento é o primeiro passo para colocar o dinheiro trabalhar para você por meio do poder dos juros compostos.

Mas calma! Não precisa ficar triste ou preocupado se você não souber por onde começar. Existem empresas que fazem todo o trabalho duro por você com transparência e a um custo bem acessível. A Magnetis, por exemplo, é uma dessas empresas.

A Magnetis é uma gestora de recursos que, por meio do serviço de consultoria online de investimentos, ajuda você a encontrar o melhor caminho para aplicar o seu dinheiro. Tudo isso de forma simples, automatizada e sem burocracia. Você não precisa nem sair de casa!

Tornamos o ato de investir algo descomplicado e seguro, pois buscamos sempre as melhores aplicações para o seu perfil.

Fazemos um teste rápido e gratuito para identificar quais são os seus objetivos e, com base nessas informações, oferecemos uma seleção de investimentos diversificados com o intuito de maximizar a rentabilidade com o menor risco. O resultado desse esforço é o melhor rendimento com o melhor custo-benefício para você!

Nosso time faz o monitoramento constante da sua carteira de investimentos, garantindo que ela estará sempre de acordo com o seu perfil. Além disso, nossa plataforma permite que você acompanhe a evolução de suas aplicações a qualquer momento, de qualquer lugar. Monte o seu plano grátis e entenda como funciona!

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Luciano

Luciano Tavares é fundador e CEO da Magnetis. Administrador de carteiras credenciado pela CVM e planejador financeiro CFP ®, tem mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro.

(Post atualizado em 6/2/2019. Originalmente publicado em 2015)

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