Rentabilidade das Carteiras Magnetis em 2016

por Luciano Tavares, CFP® | 15/02/2017

Qual foi a rentabilidade das carteiras Magnetis em 2016

“Se eu investir com a Magnetis, quanto meu dinheiro vai render?”

Essa é uma pergunta comum dentre novos clientes da Magnetis.  Mas, ao contrário de alguns "gurus" de mercado, não alegamos ter uma bola de cristal, pois sabemos que o futuro é incerto e prever o comportamento do mercado financeiro é uma tarefa muito difícil, senão impossível.

Nosso papel na Magnetis é analisar as aplicações financeiras que existem no mercado e encontrar, para cada cliente, a combinação ideal que maximiza sua probabilidade de ganhos no longo prazo.

Usamos a diversificação como principal ferramenta para reduzir as incertezas do mercado e buscar um retorno mais seguro e adequado para cada tipo de perfil. Feito esse esclarecimento, vamos olhar a rentabilidade dos investimentos das Carteiras Magnetis em 2016.

Com isso, quero mostrar porque o segredo para um bom desempenho está na diversificação — algo que ninguém no mercado brasileiro de investimentos automatizados faz melhor do que a Magnetis.

Antes de começarmos, é válido observar que todos os valores mostrados aqui são brutos de impostos e líquidos de todas as taxas e custos, incluindo a taxa de consultoria Magnetis, taxas de administração de fundos e corretagem, etc.

Uma observação importante! Todos os valores mostrados aqui são brutos de impostos e líquidos de todas as taxas e custos, incluindo a taxa de consultoria Magnetis, taxas de administração de fundos e corretagem, etc. 

O que é custo total?

Rentabilidade das Carteiras Magnetis

A tabela abaixo mostra quanto renderam as Carteiras Magnetis em 2016, para cada perfil de risco - sendo as de risco 1 mais conservadoras e as de risco 5 mais arrojadas:

Nível de risco

Retorno em 2016*

1

14,31%

2

14,63%

3

17,45%

4

19,87%

5

21,29%

* Mediana dos retornos de todas as carteiras individuais pertencentes ao mesmo perfil de risco. 

Para quem gosta de gráficos, a imagem abaixo mostra a mesma informação:

Rentabilidade Magnetis: qual foi o retorno das carteiras

Comparando investimentos

Você pode estar se perguntando: "Essas rentabilidades parecem boas, mas como elas se comparam com outros tipos de investimentos?". Ver um índice de referência (no jargão, benchmark) é importante para termos uma maneira justa de analisar e comparar o desempenho de diferentes investimentos.

Para a renda fixa, por exemplo, o Tesouro Selic é um benchmark comum. É o título do Tesouro Direto mais conservador que existe no mercado. Ele rende o mesmo que a taxa básica de juros da economia, a Selic.

O Tesouro Selic 2021 rendeu 13,43% em 2016, já descontada a taxa de custódia.

Comparamos o resultado do Tesouro Selic com as Carteiras Magnetis:

Comparação da rentabilidade em 2016 das carteiras Magnetis com o Tesouro Selic

Percebe-se que todas as carteiras superaram o Tesouro Selic em 2016, inclusive as de risco 1 e 2, de perfil de renda fixa. Isso é possível graças à presença, nessas carteiras, de títulos privados que rendem mais que o Tesouro Direto.

No caso da renda variável, um importante benchmark é o índice Ibovespa. Ele é o índice que mostra o retorno das ações mais negociadas e representativas da bolsa, ou seja, é um termômetro do mercado de ações em geral.

O gráfico abaixo mostra o Índice Ibovespa e as Carteiras Magnetis:

Comparação do retorno das carteiras Magnetis com o Ibovespa em 2016

O gráfico mostra claramente o conceito de risco e a importância da diversificação para os investimentos. Observe que a linha do Ibovespa no gráfico tem sobes e desces muito bruscos. O comportamento do índice é mais instável que o comportamento das Carteiras Magnetis.

Isso ocorre, pois, quando olhamos o Ibovespa, estamos analisando o desempenho de um único índice de renda variável. Enquanto quando observamos o resultado das carteiras risco 3, 4 e 5, estamos medindo o resultado de carteiras diversificadas, compostas por ativos financeiros com diferentes características e que juntos formam uma excelente combinação.

Veja a tabela completa comparando a rentabilidade das Carteiras Magnetis com diferentes benchmarks:

Ativo

Retorno em 2016

Carteira Magnetis 1

14,31%

Carteira Magnetis 2

14,63%

Carteira Magnetis 3

17,45%

Carteira Magnetis 4

19,87%

Carteira Magnetis 5

21,29%

Poupança

8,30%

Tesouro Selic 2021

13,43%

CDI

13,99%

Ibovespa

38,94%

Inflação (IPCA)

6,29%

Diferentes perfis das Carteiras Magnetis

O que diferencia uma carteira da outra é a presença, maior ou menor, de ativos de risco no portfólio. Por exemplo: enquanto no nível de risco 5 o investimento em ações pode representar 35% do total aplicado, no risco 1 é nulo.

Vale dizer que apesar de termos cinco perfis de portfólios, cada Carteira Magnetis é única. Assim, duas carteiras com mesmo perfil de risco podem ter rentabilidade diferentes. Isso acontece porque o retorno é influenciado pelo nível de risco, pela data de início daquele investimento e pelo reflexo disso nos preços dos ativos comprados.

Para clientes de perfil mais conservador e com objetivos de menor prazo, o nosso algoritmo recomenda basicamente carteiras com perfil de risco 1 e 2. É caso, por exemplo, de clientes como a Laiana Rando, que investiu com a Magnetis durante um ano para poder dar entrada em um imóvel ( leia a história dela aqui).

A carteira de risco 2 tem uma parcela maior de títulos de renda fixa, tais como CDB, LC, LCI e LCA, do que a de risco 1. Eles oferecem retornos consideravelmente superiores ao Tesouro Selic e são cobertos pela proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Diversificar não significa
somente comprar muitos ativos
- é preciso que eles
sejam fundamentalmente diferentes entre si 

A carteira de risco 3 é a "campeã de vendas" da Magnetis. Por ter um perfil intermediário — bastante juros e renda fixa, e uma pitada de ações e fundos multimercados — é a mais indicada para investidores que estão investindo para o longo prazo e não têm muita tolerância à volatilidade.

A carteiras de risco 4 e 5 têm os mesmos ativos, porém com pesos maiores para aplicações com maior risco e também com maior expectativa de rentabilidade. Essas carteiras são indicadas para investidores que buscam maximizar seu capital no longo prazo e podem tolerar perdas no curto prazo.

O mercado de ações deu uma guinada positiva entre fevereiro e março de 2016 e isso se refletiu nas carteiras mais arrojadas. Mas o contrário também é verdadeiro. No início de 2016 a carteira 5 foi a que mais sofreu com a volatilidade da bolsa. Isso é esperado e normal, justamente pelo perfil desses portfólios que têm maior exposição a investimentos de perfil arriscado.

Pelo bom desempenho em 2016, isso significaria que todo mundo deve investir na carteira de risco 5? A resposta é NÃO! E isso tem a ver com a diversificação dos investimentos.

O segredo da diversificação dos investimentos

Como eu disse antes, o mercado é difícil de prever.

Para dar um exemplo, veja a lista abaixo, com diferentes aplicações financeiras:

  • ​Tesouro Selic 2021
  • ​CDB que paga 110% do CDI
  • ETF do Ibovespa (BOVA11)
  • Fundo multimercado de uma gestora independente

O que é ETF?

“Qual dessas aplicações terá o melhor desempenho em 2017?”. Se você se basear somente na rentabilidade de 2016, pode ficar tentado a apostar todas suas fichas no ETF do Ibovespa! Afinal, o índice rendeu quase 40% em 2016.

Mas não é bem assim que o mundo real funciona: no início do ano passado, ninguém sabia se o Ibovespa ia subir 40%, cair 13% (como em 2015) ou ter qualquer outro tipo de comportamento. Da mesma forma, ninguém sabe de antemão qual será o retorno do Ibovespa em 2017. Ou em 2018, 2019...

Por isso que é importante diversificar seus investimentos, pois o objetivo da diversificação é não contar com a sorte. É garantir que você tenha um retorno adequado para seu perfil de risco, distribuindo as apostas em diferentes investimentos que combinam entre si.Um alerta importante: diversificar não significa somente comprar muitos ativos. Erro comum dentre investidores menos experientes é aplicar em vários produtos com características semelhantes. Cria-se uma falsa sensação de segurança, até o dia em que todos os ativos se desvalorizam juntos.

A verdadeira diversificação só ocorre quanto sua carteira é construída com ativos que irão se comportar de maneiras distintas em diferentes cenários. A boa rentabilidade de um ativo acaba compensando a perda no outro e o resultado global da carteira é mais estável.

Por isso que na Magnetis não ficamos restritos apenas a uma categoria de produtos. Analisamos milhares de ativos financeiros para encontrar aplicações variadas, de características diversas e assim construir carteiras com real diversificação.

Acreditamos que uma carteira verdadeiramente diversificada é o caminho mais seguro para se obter uma rentabilidade de fundos de investimentos superior a longo prazo.

Para garantir maior retorno, o ideal é contar com a Magnetis para ajudar a escolher o melhor investimento para você de acordo com o seu perfil e com o cenário em que você se encontra. Por isso, não perca mais tempo e entre em contato conosco!


Luciano

Luciano Tavares é fundador e CEO da Magnetis. Administrador de carteiras credenciado pela CVM e planejador financeiro CFP ®, tem mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro.

AVISO LEGAL: A rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. O investidor não deve se basear nesses dados para tomar uma decisão de investimento.

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