Rentabilidade Magnetis 2º trimestre 2019: saiba tudo sobre o retorno das Carteiras Magnetis

por Luciano Tavares, CFP® | 10/07/2019

Rentabilidade Magnetis 2º trimestre 2019: saiba tudo sobre o retorno das Carteiras Magnetis

Parece que o ano novo foi há tão pouco tempo… mas aqui estamos: no meio de 2019! E como em todo encerramento de trimestre, preparamos um conteúdo especial sobre a rentabilidade das Carteiras Magnetis entre abril e junho.

O Ibovespa bateu novos recordes e chegou aos 102 mil pontos pela primeira vez em 21 de junho de 2019. E foi também neste período que a bolsa caiu ao menor nível neste ano: em 17 de maio o mercado ficou nos 89 mil pontos. Em outras palavras: a boa e velha volatilidade do mercado.

Agora, neste comecinho de terceiro trimestre, o recorde foi novamente ultrapassado e a bolsa bateu os 104 mil pontos em 5 de julho. 

Essa última notícia poderia, sim, ser uma conversa para daqui três meses – uma vez que o novo pico contempla o trimestre que iniciamos agora. Mas existem questões interessantes por trás dessa subida que iremos explicar ao longo deste post.

Você vai entender como o conceito da diversificação das Carteiras Magnetis existe para lidar com situações instáveis como a de agora. Para começar, vamos apresentar os destaques do que mexeu com o mercado nacional e internacional.

Destaques do mercado financeiro no 2º trimestre de 2019

No segundo trimestre a bolsa teve picos e vales. Como já falamos na introdução, a bolsa chegou à mínima do ano em maio; depois alcançou uma de suas máximas em junho. 

No Brasil, a discussão sobre a reforma da Previdência foi pano de fundo para o comportamento do Ibovespa. A reforma não avançou como o esperado em abril e maio. Isso acentuou o clima de dúvida sobre os rumos da economia. Mesmo assim, para quem acreditava na maldição de que maio é sempre um mês ruim para a bolsa, se enganou. O mês de maio fechou melhor que o esperado!

A máxima de junho na bolsa pode ser explicada pelo avanço no trâmite da reforma desde então. Mas o clima de incerteza não desapareceu – e por isso sempre batemos na tecla da diversificação dos investimentos. Não podemos prever qual será o real impacto da reforma da Previdência na economia brasileira e qual será o texto aprovado.

Quer se manter sempre em dia com os principais acontecimentos dos cenários internacional, nacional e de investimentos? Todo mês preparamos um conteúdo excepcional com o nosso consultor de investimentos Daniel Jannuzzi, contando todas as novidades importantes do mercado financeiro. Confira a edição de julho de 2019:

No exterior, a tensão comercial entre China e Estados Unidos chamou atenção. A boa notícia é que no mês de junho houve uma certa trégua entre os dois países. Sinal positivo de que, em breve, pode acontecer um diálogo produtivo entre as duas (gigantes) economias.

Sobre juros: o Banco Central dos EUA (Fed) tem sinalizado em seus últimos pronunciamentos que é possível que os juros americanos possam baixar em breve. E isso pode ser muito bom para o Brasil. Isto porque, quando uma economia forte – nesse caso, a maior do mundo – reduz sua taxa de juros, muito capital acaba sendo deslocado para países emergentes em busca de melhores rentabilidades, que é o nosso caso.

Por aqui, o nosso Banco Central também deu a entender que existe a chance da Selic baixar, por conta do fraco desempenho da economia. A nossa taxa de juros está em 6,5% ao ano desde março de 2018.

O que isso tem a ver com seus investimentos?

Inseguranças e incertezas são parte do dia a dia do mercado financeiro. E apesar da volatilidade, tanto a bolsa brasileira quanto a americana fecharam positivas no 2º trimestre de 2019, mas com uma performance um pouco menor que nos primeiros três meses do ano.

O cenário como um todo refletiu positivamente nas Carteiras Magnetis que têm renda variável. Vamos ver a seguir como ficou o resultado consolidado da rentabilidade dos clientes da Magnetis.

Antes, vale uma ressalva: nós da Magnetis estamos aqui para ser o seu guia financeiro. Por isso, em momentos como esse (de alta na bolsa), é nosso papel te lembrar que o mais importante é você investir de acordo com os seus objetivos. Dessa maneira, você terá sempre a melhor rentabilidade para o seu perfil de risco. 

Muitas vezes ficamos animados com o otimismo do mercado e passamos a aceitar mais riscos, querendo comprar mais ativos de renda variável (ações e multimercado) após uma alta expressiva.

Para proteger o seu patrimônio e manter a sua carteira sempre balanceada, recomendamos que você faça aportes frequentes para que possamos manter a sua carteira diversificada, especialmente aumentando a alocação em ativos conservadores e internacionais via multimercados – blindando o seu portfólio da volatilidade local.

A construção de patrimônio se dá por meio de aportes constantes, diversificação e paciência.

Rentabilidade das Carteiras Magnetis no 2º trimestre de 2019

Entre abril e junho de 2019, o desempenho das Carteiras Magnetis com ativos de renda fixa (Carteiras 1 e 2) foi de até 131% do CDI. 

Já nas carteiras com renda variável na composição (Carteiras 3, 4 e 5), o resultado chegou a 281% do CDI. Veja na tabela a seguir:

Rentabilidade Magnetis 2º trimestre 2019: saiba tudo sobre o retorno das Carteiras Magnetis
Tabela referente à rentabilidade das Carteiras Magnetis no 2º trimestre de 2019.

É válido ressaltar que os resultados que apresentamos já descontam todos os custos, como corretagem, taxa de administração e a taxa Magnetis (saiba mais sobre esses custos). Não foi descontado o Imposto de Renda, como é padrão no mercado.

Também é importante lembrar que esses números se referem à mediana de cada Carteira Magnetis. Ou seja: a maior parte de nossos clientes obteve resultados iguais ou bem próximos a esses valores. 🙂

Caso a rentabilidade da sua Carteira Magnetis seja diferente da que apresentamos aqui, você não precisa se preocupar! Isso acontece porque provavelmente você começou a investir conosco em um período diferente dos que consideramos nos nossos cálculos.

Rentabilidade acumulada das Carteiras Magnetis

Nos últimos 12 meses, as Carteiras Magnetis de renda fixa tiveram retorno de até 117% do CDI. As carteiras com ações alcançaram 275% do CDI.

Rentabilidade Magnetis 2º trimestre 2019: saiba tudo sobre o retorno das Carteiras Magnetis
Tabela referente à rentabilidade acumulada das Carteiras Magnetis em 12 meses.

Nos últimos 24 meses, as Carteiras Magnetis 1 e 2 também renderam até 117% do CDI. Enquanto isso, as carteiras 3, 4 e 5 tiveram um retorno de até 223% do CDI. 

Rentabilidade Magnetis 2º trimestre 2019: saiba tudo sobre o retorno das Carteiras Magnetis
Tabela referente à rentabilidade acumulada das Carteiras Magnetis em 24 meses.

Apesar do sobe e desce do mercado financeiro, a rentabilidade acumulada das Carteiras Magnetis se manteve estável. Você sabe por quê? A resposta é muito simples: nossas carteiras são diversificadas, blindadas para as incertezas do mercado.

A ideia da diversificação nada mais é do que buscar a harmonia dos ativos que compõem uma carteira de investimentos. Ao diversificar é possível unir diferentes estratégias de diferentes ativos, com o objetivo deles se complementarem, maximizando a relação risco-retorno a médio e longo prazos. 

Além disso, aproveitamos as vantagens que cada produto oferece individualmente. Por exemplo, investindo diretamente em títulos de renda fixa (e não por meio dos fundos), temos a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e rentabilidade livre do come-cotas.

Caso alguns ativos de uma carteira não estejam com uma rentabilidade tão boa no curto prazo, outros serão capazes de compensar, mantendo o equilíbrio e a segurança. Dessa forma, as Carteiras Magnetis se protegem contra a natural volatilidade do mercado.

Vamos ver um exemplo:

Essa tabela mostra a rentabilidade e a volatilidade das nossas carteiras no 2º trimestre de 2019. 

Rentabilidade Magnetis 2º trimestre 2019: saiba tudo sobre o retorno das Carteiras Magnetis
Tabela referente à rentabilidade e volatilidade das Carteiras Magnetis no 2º trimestre de 2019.

Nas carteiras 1 e 2 podemos perceber que a volatilidade é menor. Ou seja, há menos emoção no retorno das carteiras. Ele é mais constante, sem sobe e desce. Na carteira 1, a volatilidade é quase zero!

Já nas carteiras 3, 4 e 5, que têm ativos de renda variável, a volatilidade aumenta. Pareceu muito para você? Então observe melhor a volatilidade da Ibovespa e S&P500, logo abaixo. Muito maior que das Carteiras Magnetis, não é mesmo?

O que mais interessa para nós é garantir para você o melhor retorno ajustado ao risco. Traduzindo: não correr riscos desnecessários. Neste exemplo: o Ibovespa teve volatilidade de 17% no trimestre e retorno de 5%. Nossa carteira de risco 5 teve volatilidade muito menor, de 5%, e retorno perto do Ibovespa, de 4%.

É importante lembrar que as nossas carteiras são adequadas a cada perfil de cliente. Isto é, nem todos os perfis investidores contemplam todos os ativos disponíveis. É por isso que a Magnetis monta carteiras personalizadas, guiando você para que tenha a melhor experiência ao investir.

E aí? O que achou da rentabilidade das Carteiras Magnetis no 2º trimestre de 2019? Queremos saber o que você achou! Comente abaixo se quiser nos contar, ou se ficou com alguma dúvida.

E se você ainda não tem uma Carteira Magnetis, faça sua simulação grátis em nosso site ou aplicativo! Nós vamos te ajudar a investir no que importa para você!

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