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Bolsa em nível recorde e nova queda nos juros: quanto renderam as Carteiras Magnetis no 3° trimestre de 2017

Se o segundo trimestre deste ano foi marcado por fortes emoções no mercado financeiro, principalmente por conta da delação da JBS, no terceiro trimestre a Bolsa viveu um rali.

O Índice Bovespa, principal referência do mercado de ações, atingiu máximas históricas em moeda brasileira. Esse avanço se refletiu positivamente no retorno das carteiras Magnetis risco 3, 4 e 5.

Mais uma vez, nossa estratégia de diversificação mostrou sua força, pois esses resultados positivos foram obtidos com um nível de risco controlado. Vamos detalhar esse ponto mais adiante.

Antes dos resultados, vamos relembrar os principais destaques do período de julho a setembro de 2017:

Retorno das Carteiras Magnetis no 3º trimestre de 2017 e nos últimos 12 meses

Consolidamos abaixo, na tabela, os resultados das carteiras Magnetis no período de julho a setembro deste ano e nos últimos 12 meses:

Nesses resultados, já estão descontados todos os custos, como corretagem, taxa de administração de fundos (saiba mais sobre esses custos) e a taxa de consultoria Magnetis. Não foi descontado o Imposto de Renda (IR) sobre ganhos de capitais.

Outro ponto que merece atenção é que a rentabilidade das carteiras que apresentamos aqui considera a mediana dos resultados obtidos por todos os nossos clientes, de acordo com seu nível de risco.

Assim, um resultado individual pode ser um pouco diferente do apresentado aqui. Essas diferenças acontecem pois cada carteira é única. Se você tiver, por exemplo, feito uma aplicação após o início do trimestre, seu resultado será diferente de quem já começou há mais tempo.

Para você ter uma base de comparação, aqui estão os resultados dos principais benchmarks (índices de referência) do mercado também no 3º trimestre e em 12 meses até setembro deste ano:

Rentabilidade acima da inflação

As carteiras Magnetis risco 1 e 2, mais conservadoras, tiveram um desempenho acima do CDI, que é o índice de referência para os investimentos em renda fixa.

E mesmo com a queda nos juros – com a Selic dois pontos percentuais abaixo do patamar do começo do trimestre – é importante o investidor ter bem claro o conceito de rentabilidade real, que significa o quanto a aplicação rendeu acima da inflação.

Nesta linha, no 3º trimestre o retorno real foi de 1,81% para a carteira Magnetis risco 1 (9,15% em 12 meses) e de 2,37% para a carteira Magnetis risco 2 (10,60% em 12 meses).

Já o CDI teve um retorno real de 1,66% entre julho e setembro e de 8,79% em 12 meses.

A importância da diversificação

O gráfico a seguir resume os dados das tabelas acima e permite visualizar melhor o desempenho de cada uma das aplicações que mencionamos:

Como você deve se lembrar, no mês de maio o mercado financeiro viveu momentos de tensão após denúncias de corrupção feitas por executivos da JBS contra o presidente Michel Temer.

Naquela época, tanto a Bolsa quanto ativos de renda fixa prefixados sofreram bastante, principalmente nos primeiros dias após a revelação dessas denúncias. A influência desse episódio é bastante evidente no gráfico no período entre meados de maio e início de junho, especialmente na linha vermelha, que representa o Ibovespa.

De julho em diante, a Bolsa deu uma guinada (continue reparando na linha vermelha do gráfico acima) e as carteiras Magnetis que têm ativos de renda variável conseguiram capturar esse efeito positivo de forma consistente, assim como não tiveram uma queda tão brusca no período anterior.

Por que isso acontece? Por causa da nossa metodologia de investimentos, que é focada na diversificação e controle de risco.

As carteiras Magnetis risco 3, 4 e 5 experimentaram um trimestre bastante movimentado pelo mercado de ações. A alta recorde da Bolsa chegou a ser responsável por até metade da rentabilidade dessas carteiras no período de julho a setembro. 

Com isso, em 12 meses, o resultado da carteira Magnetis risco 5 foi de 181% do CDI. Na comparação com o Tesouro Selic, o resultado foi 86% maior no mesmo período.

Você pode até questionar por que não concentrar todos os investimentos na Bolsa em tempos de mercado em alta. Mas eu te pergunto: como saber de antemão quando ela vai subir ou cair?

O sucesso da nossa metodologia não depende em acertarmos o momento exato de alta ou baixa dos ativos (também conhecido como “market timing“). Focamos em construir carteiras bem diversificadas visando uma rentabilidade de longo prazo mais estável e menos suscetível a mudanças no cenário econômico.

Nossos algoritmos foram programados para selecionar a melhor combinação de investimentos para cada investidor, sempre buscando a maior rentabilidade, dentro do risco tolerado, e o menor custo. Acreditamos que essa é a forma mais eficiente de acumular patrimônio em longo prazo, de forma segura e transparente.

Gostou do que viu? Que tal fazer hoje uma simulação grátis de investimentos em nosso site? Nela, você vai descobrir qual é a carteira Magnetis mais indicada para seu perfil de risco e já pode começar a investir seguindo apenas alguns passos.

Luciano Tavares, CFP®

Luciano Tavares, CFP® é fundador e CEO da Magnetis. Administrador de carteiras credenciado pela CVM e planejador financeiro CFP ®, tem mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro.

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