Retrospectiva 2017: os 10 posts mais lidos do blog da Magnetis

por Mariana Congo

Mais um ano chegou ao fim e, como não poderia deixar de ser, é hora de lembrarmos tudo o que aconteceu em 2017 aqui no blog da Magnetis.

Houve dias de fortes emoções, como o primeiro circuit breaker na Bolsa em quase dez anos, mas também momentos de grande alegria (saudades FGTS!).

O 10 posts mais lidos do ano você confere a seguir 😉

10º lugar - Investimentos pré ou pós-fixados?

Investimentos pré ou pós-fixados? Saiba o que tudo isso significa

Não parece, mas a taxa básica de juros, a Selic, estava em 13,75% ao ano no início de 2017. De lá para cá, foram cortes e mais cortes até que ela chegou aos 7% ao ano, o menor patamar desde o início do Plano Real.

Com isso, encontrar investimentos com boa rentabilidade na renda fixa ficou mais complicado. E foi assim que começou a surgir a dúvida: diante da queda dos juros, o que é melhor? Prefixado ou pós-fixado? Entenda o que cada um significa.

9º lugar - Onde investir em 2017?

Onde investir 2017: veja recomendações de especialista em investimentos

Uma das dúvidas mais frequentes dos investidores no início do ano é: qual será o investimento da vez? Para responder a essa pergunta, antes precisamos entender alguns pontos importantes. Saiba quais são eles.

8º lugar - JBS, Selic, inflação: quanto renderam as Carteiras Magnetis no 2° trimestre

Selic, JBS, inflação: quanto renderam as Carteiras Magnetis no 2° trimestre de 2017

O mercado financeiro é cheio de surpresas e o segundo trimestre de 2017 trouxe um dos episódios mais arrepiantes do ano. Em maio, o presidente da República foi denunciado por corrupção por um alto executivo do frigorífico JBS em um enredo digno de um filme de Hollywood.

No dia seguinte à denúncia, a bolsa de valores caiu cerca de 10% e teve um dos piores desempenhos de sua história. A queda foi tão grande que o mecanismo de circuit breaker (uma espécie de alarme de incêndio) chegou a ser disparado, algo que não acontecia há quase dez anos.

A boa notícia é que a estratégia de diversificação da Magnetis mostrou sua eficiência e, nas carteiras que possuíam uma parcela de renda variável, o impacto dessa queda foi reduzido. Veja como foi a rentabilidade no 2° trimestre.

7º lugar - Desafio Fintech: Como investir em Bitcoin e tudo sobre criptomoedas

Desafio Fintech: dá para investir em bitcoin de um jeito seguro?

O bitcoin virou um febre ao bater recordes históricos de alta e se tornou assunto até em conversa de bar. Mas será que é possível investir em um ativo mais arriscado sem ter algum prejuízo?

Pensando nisso, nosso CEO, Luciano Tavares, montou uma carteira de criptomoedas usando os princípios da diversificação de investimentos para distribuir suas aplicações. Esse mesmo método, aliás, é o utilizado para montar as Carteiras Magnetis. Confira o resultado do experimento.

6º lugar - Fundos DI: Como as taxas corroem uma fatia dos rendimentos

Fundos DI: Como as taxas corroem uma fatia dos seus rendimentos

Nesse estudo EXCLUSIVO, mostramos como as taxas de administração dos fundos DI dos grandes bancos podem prejudicar - e muito - a rentabilidade dessa aplicação.

Um fundo DI, aliás, é um dos investimentos mais básicos e serve inclusive para você guardar aquele dinheiro para algum imprevisto. Logo, uma taxa de administração mais alta pode fazer ele render até menos do que a poupança (!!!). Leia o estudo completo.

5º lugar - Fundos ‘melhores’ que robôs de investimento? Uma resposta à InfoMoney

robo de investimento

Uma matéria do portal InfoMoney questionou o desempenho de robôs de investimento diante da habilidade de gestores dos “melhores” fundos de investimento. Apesar de a discussão ter sido bem interessante, alguns conceitos ficaram um pouco distorcidos. Veja a nossa análise sobre o duelo entre robôs e fundos de investimento.

4º lugar - Quanto renderam as Carteiras Magnetis em 2016?

Magnetis: rentabilidade no 1º trimestre de 2017 e em 12 meses

O ano de 2016 também foi cheio de emoções na economia e na política, o que afetou diretamente os investimentos das pessoas. Crise, desemprego e até uma troca de presidentes influenciaram o desempenho de aplicações tanto na renda fixa quanto na renda variável.

No entanto, o método usado para montar as Carteiras Magnetis - a diversificação - foi desenvolvido para resistir a todas essas tensões. Veja como foi o desempenho das Carteiras Magnetis em 2016.

3º lugar - Onde investir com a queda da Selic?

Onde investir em tempos de queda dos juros e da taxa Selic

O segundo semestre de 2017 mal havia chegado e a Selic já tinha caído para 9,25% ao ano. Os questionamentos sobre como ter uma boa rentabilidade na renda fixa continuaram e permanecem até hoje. Afinal, o mercado financeiro acredita que o Banco Central deve cortar ainda mais a taxa de juros. Então, como escolher investimentos após a queda dos juros? Conheça a resposta.

2º lugar - Como consultar o seu saldo no FGTS

Consulta FGTS: Como consultar seu saldo no FGTS

A liberação do saldo das contas inativas do FGTS deixou muita gente feliz em 2017. Seja para pagar dívidas ou investir, o dinheiro extra veio em boa hora.

Mas uma pergunta que até hoje faz sentido, inclusive para outros investimentos, é: quanto rende uma determinada quantia de dinheiro aplicada no longo prazo em diferentes investimentos? Veja a nossa simulação.

1º lugar - Desafio Fintech: Testamos a NuConta, a conta digital do Nubank

Desafio Fintech: Testamos a NuConta, do Nubank

O Nubank quebrou a internet em outubro ao anunciar o lançamento de uma conta digital gratuita. E mais: ela também é uma opção de investimento com rendimento acima da poupança. Mas nem tudo ficou tão bem explicado assim e nós fomos investigar. Confira o resultado.


Obrigada por fazer parte de nossa história em 2017!

O ano que vem está chegando e várias novidades estão saindo do forno para melhorar ainda mais a sua experiência com investimentos.

Tem algum assunto que você gostaria de sugerir para abordarmos em nosso blog? Deixe suas sugestões aqui nos comentários!

Mariana Congo é Gerente de Conteúdo da Magnetis e jornalista especializada em finanças pessoais.

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