Entenda mais sobre as taxas de administração e de performance

por Mariana Congo

Todo investidor tem como preocupação principal garantir uma boa rentabilidade para o seu patrimônio. Porém, o foco exclusivo na busca por aplicações com alto retorno sobre o capital aplicado muitas vezes faz com que os custos envolvidos, mesmo sendo um dos fatores com maior impacto sobre essa rentabilidade, não recebam a atenção devida.

Isso ocorre frequentemente devido ao desconhecimento, por parte dos investidores, de como é efetuada a cobrança desses custos, já que em muitos casos esse procedimento não é totalmente transparente. Os descontos e incidências de taxas ocorrem em momentos distintos da vida da aplicação, tornando o cálculo do custo total cobrado pelos gestores e administradores dos investimentos uma tarefa muito difícil.

Os fundos de investimento são um dos melhores exemplos de aplicação financeira em que o efeito dos custos sobre a rentabilidade costuma ser subestimado. Boa parte dos investidores acompanha apenas a evolução de suas cotas, pouco atentando para o valor das taxas cobradas; isso vale especialmente para as taxas de administração e de performance, que são as principais deduções aplicadas sobre o valor investido nos fundos.

Quer entender mais sobre elas? Então siga acompanhando este artigo, e descubra como é o funcionamento desses e de outros custos e qual seu impacto nos rendimentos dos fundos de investimento!

Como são cobrados os custos nos fundos de investimento?

Você provavelmente já sabe, mas não custa lembrar: os fundos de investimento funcionam como um condomínio de investidores, que optam por transferir a administração de seus recursos para um gestor profissional. Assim como ocorre no caso de um condomínio de apartamentos, os custos de administração e manutenção do fundo são divididos entre os investidores.

Como a divisão desses custos precisa ser proporcional ao volume de recursos aplicado por cada investidor, a cobrança é feita por meio da taxação de suas cotas, que representam parcelas do patrimônio do fundo. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), entidade reguladora do mercado de capitais brasileiro, determina que todos os custos dos fundos de investimento devem ser necessariamente descontados do valor da cota.

Todas as taxas e custos que incidem sobre o patrimônio de um fundo de investimento precisam estar discriminados em seu regulamento. Como esse documento também traz diversas outras informações importantes sobre o funcionamento geral do fundo, é fundamental que o investidor dedique algum tempo para fazer uma leitura atenta, antes de decidir pela aplicação de seus recursos.

Cabe ainda destacar que o administrador do fundo não pode aumentar nenhuma taxa de forma unilateral, sem que haja aprovação pela assembleia geral. Ele pode, no entanto, optar por reduzi-las por sua livre iniciativa, bastando apenas que comunique essa decisão à CVM e aos cotistas do fundo, além de proceder à modificação do regulamento publicado.

As principais taxas que podem incidir sobre os fundos de investimento são a taxa de administração e a taxa de performance. Vamos ver a seguir as principais características e particularidades de cada uma delas.

O que é a taxa de administração?

A taxa de administração é o custo mais conhecido e mais frequentemente encontrado nos fundos de investimento. Ela serve para remunerar os serviços dos administradores, gestores e eventuais outros prestadores de serviço do fundo. Normalmente, essa taxa é expressa como um percentual fixo ao ano (por exemplo, 2% ao ano). Porém, sua cobrança é provisionada diariamente, de forma proporcional, e efetivamente descontada do valor das cotas em periodicidade mensal.

A taxa de administração incide sobre todo o patrimônio líquido do fundo, independentemente do desempenho dos investimentos. Por isso, seu efeito sobre a rentabilidade é muito relevante; no entanto, ele nem sempre é notado, uma vez que as cotas são divulgadas já líquidas das taxas. Vejamos um exemplo bastante simplificado do seu cálculo:

Considere que um investidor aporte R$ 20 mil em um fundo que cobra uma taxa de administração de 2% ao ano. Após um ano, mesmo se os investimentos do fundo não obtiverem nenhuma rentabilidade, terão sido descontados R$ 400 do valor aplicado a título de taxa de administração.

Alternativamente, imagine que os ativos do fundo tivessem obtido uma rentabilidade bruta de 10% no mesmo período. Com o desconto da taxa de administração, a rentabilidade líquida de taxas seria de aproximadamente 8% ao ano.

Como não há limites legais mínimos ou máximos para o estabelecimento da taxa de administração, o valor cobrado costuma variar bastante entre os fundos de investimento atualmente disponíveis no mercado brasileiro, exigindo uma pesquisa atenta por parte do investidor.

Essa diversidade de taxas é parcialmente explicada pelas diferentes estratégias de investimento que o gestor de um fundo pode adotar. Fundos que atuam em mercados mais complexos, por necessitarem de uma equipe mais especializada e exigirem um maior trabalho de gestão dos ativos, tendem a cobrar taxas de administração maiores. Já fundos que concentram suas aplicações em ativos mais padronizados, como títulos públicos, conseguem cobrar taxas significativamente menores.

No entanto, existem outras razões que também influenciam o valor das taxas cobradas. Uma delas é a exigência de um volume mínimo de recursos aplicados: de um modo geral, quanto menor a aplicação inicial e o montante mínimo de permanência exigido, maior costuma ser a taxa de administração. Além disso, fundos que permitem resgates de recursos em prazos curtos normalmente também exigem taxas mais elevadas.

É importante apontar ainda que os grandes bancos muitas vezes se aproveitam da maior facilidade de acesso dos investidores aos seus produtos para cobrarem, nos fundos que oferecem, taxas de administração muito acima da média do mercado. Isso é verdade principalmente para os fundos mais simples, como os referenciados DI, que são oferecidos pelas administradoras independentes com taxas de administração inferiores a 0,5% ao ano, e cujas opções equivalentes em grandes bancos cobram taxas maiores, geralmente começando em 1,5% ao ano e chegando até mesmo a 5 ao ano%.

Por fim, vale destacar um caso particular: os fundos que investem em cotas de outros fundos precisam deixar claro em seu regulamento que sua taxa de administração também incluirá a taxa de administração cobrada pelos fundos nos quais investem. Em situações assim, o regulamento pode definir a taxa de administração máxima, que contempla também as taxas dos fundos em que o fundo principal investe, e uma taxa mínima, que não considera a dos demais fundos.

O que é a taxa de performance?

Ao contrário da taxa de administração, que tem como objetivo cobrir os custos de funcionamento do fundo, a taxa de performance funciona como uma espécie de bônus por desempenho; é um incentivo ao gestor para que ele busque obter uma rentabilidade superior à média do mercado. Essa taxa só pode ser cobrada se estiver prevista no regulamento do fundo.

Em geral, só podem exigir a taxa de performance os fundos com gestão ativa, ou seja, aqueles em que o gestor segue uma estratégia mais agressiva, buscando superar algum índice de referência (também chamado de benchmark). Enquadram-se nesse segmento principalmente os fundos de ações, câmbio e multimercados. Fundos de renda fixa não são autorizados a cobrar essa taxa, com exceção daqueles direcionados a investidores qualificados, aqueles chamados de "Longo Prazo" para fins fiscais ou aqueles denominados "Dívida Externa".

O índice de referência que serve de parâmetro para a taxa de performance deve necessariamente estar associado à categoria de ativos na qual o fundo aplica a maior parte de seus recursos, sendo os mais comuns o Índice Bovespa, para fundos de ações, e o CDI, para demais fundos. A taxa de performance é aplicada apenas sobre o rendimento que exceder o benchmark definido, após serem deduzidas todas as despesas, incluindo-se a taxa de administração. Na maior parte das vezes, a taxa de performance gira em torno de 20% do que exceder o índice de referência.

A meta mínima para balizar o pagamento da taxa de performance deve ser o atingimento integral do benchmark; ou seja, não é permitido que seja definida em regulamento a cobrança dessa taxa para desempenhos abaixo de 100% do índice referencial.

O ciclo de cobrança da taxa de performance deve ser no mínimo semestral, sendo permitida a definição de periodicidade maior. A exigência desse período mínimo se deve à necessidade de evitar que oscilações nos valores das cotas em prazos muito curtos resultem em cobranças desproporcionais ao verdadeiro desempenho de longo prazo do fundo de investimento, premiando o gestor mais por sua sorte do que pela rentabilidade entregue aos investidores.

Outro aspecto importante relacionado ao procedimento de cobrança é o conceito de “linha d’água”. Ele estabelece que, se um fundo obteve rentabilidade inferior ao do índice de referência em um período anterior, a taxa de performance no período seguinte só poderá ser cobrada após essa diferença ser compensada. Com isso, também se busca evitar a remuneração de desempenhos circunstanciais, privilegiando apenas o gestor que apresenta uma performance consistente.

A “linha d’água” (ou cota-base) é igual ao valor da cota apurado na data da última cobrança da taxa de performance. Assim, o cálculo da taxa deve considerar o valor da cota-base atualizado pela variação obtida pelo benchmark, levando em conta o tempo transcorrido. Para tornar isso mais claro, vamos ver alguns exemplos do cálculo da taxa de performance:

Considere um fundo de ações com taxa de performance semestral de 20%, vinculada à variação do Índice Bovespa. Em um determinado semestre, o Ibovespa apresentou valorização de 7%, enquanto o fundo apresentou rentabilidade de 12%, já descontadas as despesas e a taxa de administração.

Nesse caso, o gestor do fundo fará jus a uma taxa de performance no valor de 1%, ou seja, 20% da diferença entre a rentabilidade do fundo e a do benchmark:

(12% - 7%) X 20% = 1%.

Já no semestre seguinte, a Bolsa teve um resultado ruim, com o índice de ações caindo 10%. O gestor do fundo conseguiu ter um desempenho um pouco melhor, mas não foi capaz de evitar uma rentabilidade negativa de 2%.

Mesmo tendo superado o índice de referência, o fundo não poderá cobrar a taxa de performance, já que não é permitida sua incidência quando o valor da cota estiver menor do que a apurada no momento da realização da última cobrança (ou seja, menor do que a “linha d’água”).

Após mais um semestre, o Ibovespa teve nova queda, agora de 5%. Já o fundo conseguiu rentabilidade positiva de 2,5%.

Como seu desempenho superou o benchmark, o fundo poderá realizar a cobrança da taxa de performance. No entanto, nos casos em que a rentabilidade do índice referencial é negativa (neste caso, o Ibovespa), o cálculo da taxa de performance se baseia na diferença entre o valor atual da cota do fundo e a “linha d’água”.

Sendo assim, a taxa de performance do fundo no período será:

0,5% (20% de 2,5%)

Uma crítica comum à cobrança da taxa de performance é que ela pode ser um incentivo à tomada excessiva de riscos por parte do gestor. Isso se daria devido à assimetria de ganhos gerada pela taxa: como o gestor se beneficia caso consiga uma alta rentabilidade, mas não é diretamente penalizado pela ocorrência de prejuízos, ele pode ser induzido a “apostar alto” com o patrimônio dos investidores, ao buscar bater o índice de referência estabelecido no regulamento.

Por isso, é muito importante avaliar, antes de optar por um fundo que prevê cobrança de taxa de performance, como é seu desempenho histórico e sua estrutura de governança. Com essa análise, é possível identificar se a rentabilidade do fundo apresenta uma volatilidade muito alta — o que é uma sinalização do nível de risco que o gestor costuma assumir —, assim como a frequência com que o índice de referência é alcançado.

Que outros custos incidem sobre os fundos?

Além das taxas de administração e de performance, existem outras taxas que podem ser cobradas pelos fundos de investimento. Apesar de não serem tão comuns, é importante que o investidor as conheça, para não ser surpreendido por uma cobrança inesperada.

A taxa de ingresso, ou de taxa de entrada, tem sua incidência no momento da aplicação dos recursos, reduzindo logo de início o valor investido. Por exemplo, um aporte de R$ 1.000 em um fundo que cobra taxa de ingresso de 5% resulta em apenas R$ 950 efetivamente aplicados no fundo. A cobrança dessa taxa é pouco comum nos fundos de investimento, mas ocorre com bastante frequência nos fundos de previdência privada.

Existe ainda a taxa de saída, cobrada do investidor caso ele deseje realizar um resgate antes do prazo estabelecido no regulamento do fundo. Nos casos em que ela é prevista, seu valor costuma ser de cerca de 5% do valor resgatado. Sua intenção principal é incentivar a manutenção das aplicações pelo prazo originalmente planejado, de modo a permitir que o gestor execute sua estratégia de investimento sem a necessidade de “desmonte” prévio de nenhuma operação, com potenciais perdas, apenas para prover liquidez para os resgates antecipados.

Além das taxas já mencionadas, também são descontados do patrimônio líquido do fundo as despesas operacionais e os encargos incorridos por conta de seu funcionamento. Estes também devem estar previstos no regulamento, mas na maior parte das vezes são de identificação muito mais difícil por parte do investidor, devido à sua divulgação pouco clara.

Fundos de Investimento

Entre as despesas operacionais, podem ser citados: custos com taxas de corretagem e de custódia, incorridos na compra e venda de ativos para composição da carteira do fundo; custos com auditoria independente dos processos e demonstrativos financeiros, para verificação da regularidade legal e conformidade com o estabelecido no regulamento; despesas com impressão, publicação e envio de relatórios, comunicados e informativos aos cotistas; despesas cartoriais; honorários advocatícios; além de outras despesas menos representativas.

Por fim, vale lembrar que também incidem impostos sobre a rentabilidade dos fundos de investimento: o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Enquanto o IOF só é aplicado sobre os resgates realizados em prazo inferior a 30 dias da aplicação original dos recursos, na maior parte dos casos o IR incide conforme a tabela regressiva aplicável à maioria dos investimentos, sendo recolhido por meio do famoso “come-cotas” nos meses de maio e novembro.

Quais os custos dos fundos com cotas negociadas em Bolsa?

Existem alguns tipos de fundos de investimento que, por terem características muito específicas, também possuem algumas particularidades em seus custos. Dois casos que merecem destaque são os ETFs e os fundos imobiliários. Vejamos quais são suas especificidades:

ETFs

Os Exchange Traded Funds (ETFs), também conhecidos como “fundos de índice”, são fundos fechados cujas cotas são negociadas em Bolsa. Têm como objetivo replicar o desempenho de um determinado benchmark — daí vem o seu nome mais popular. Os ETFs mais conhecidos no mercado brasileiro têm como referência o Índice Bovespa (sendo negociado sob o código BOVA11), e um índice de empresas de menor capitalização, as denominadas small caps (cujo código de negociação é SMAL11).

Assim como os demais fundos de investimento, o principal custo dos ETFs é a taxa de administração. Os percentuais cobrados variam entre 0,20% e 0,80% ao ano, sendo muito menores do que os usualmente estabelecidos pelos fundos de ações abertos, mesmo considerando somente aqueles que também perseguem a mesma rentabilidade de um benchmark. Por terem gestão passiva, apenas replicando a carteira do índice de referência, os ETFs não têm cobrança de taxa de performance.

No entanto, como é preciso comprar as cotas na Bolsa de Valores, os investidores em ETFs precisam incorrer em custos de negociação. Estes incluem as taxas de emolumentos e de liquidação cobradas pela BM&FBovespa, de 0,0325% sobre o valor das operações, além das taxas de corretagem cobradas pelas corretoras de valores (que variam de acordo com a instituição escolhida).

Por fim, também há o custo com o recolhimento do Imposto de Renda, havendo incidência da alíquota de 15% sobre o rendimento obtido no momento da venda das cotas (ou seja, sobre o ganho de capital). Tal procedimento é similar ao do investimento direto em ações; no entanto, não há para os ETFs a isenção de IR nas vendas abaixo de R$ 20 mil em um mesmo mês.

Fundos imobiliários

Os fundos de investimento imobiliário (conhecidos também pela sigla FII) são outro caso de fundo de investimento fechado com cotas negociadas na Bolsa. Têm como principal característica estarem obrigados a direcionar a aplicação de pelo menos 75% de seu patrimônio para imóveis ou outros direitos imobiliários.

Os principais custos desse tipo de fundo também são as taxas de administração — que costumam ficar abaixo de 1% ao ano — e de performance, usualmente referenciadas ao IFIX (que é uma espécie de Ibovespa do mercado de fundos imobiliários). Além disso, assim como ocorre com os ETFs, o investidor também precisa arcar com os custos de negociação na compra ou venda das cotas na Bolsa.

Alguns FIIs fazem a cobrança de sua taxa de administração por meio da incidência de um percentual sobre a receita líquida mensal do fundo, em vez do procedimento mais comum, que é o cálculo sobre o patrimônio líquido. O investidor precisa estar atento a esses casos, pois como a taxa incide sobre uma base menor, o valor percentual apresentado no regulamento costuma ser muito maior, na casa dos 5%; o montante descontado, porém, pode ser equivalente.

Existem ainda alguns fundos imobiliários que cobram outras taxas específicas: a taxa de gestão, paga ao gestor do fundo (que pode ou não estar incluída na taxa de administração); e a taxa de consultoria imobiliária, paga a uma equipe especializada que apoia o trabalho do gestor na avaliação dos ativos.

Por fim, com relação ao recolhimento de impostos, os cotistas dos fundos imobiliários são isentos de IR no recebimento de proventos, mas estão sujeitos à alíquota de 20% nos casos em que obtêm lucro com a venda de suas cotas.

Como mostramos neste artigo, o acompanhamento das taxas e custos que incidem sobre as aplicações financeiras, principalmente no caso dos fundos de investimento, é de extrema importância, uma vez que eles têm grande impacto sobre a rentabilidade obtida, podendo afetar diretamente o alcance de seus objetivos financeiros.

Tipo de Fundo

Taxa de administração

Taxa de performance

Renda fixa

-

Multimercado

Imobiliários

Ações

ETF

-

No entanto, é preciso levar em conta que as taxas dos fundos são o preço cobrado pelos serviços prestados por gestores e administradores; sendo assim, sua avaliação deve considerar se o nível de serviço oferecido justifica o valor estabelecido, seja por garantir maior rentabilidade, melhor gerenciamento dos riscos ou maior praticidade para o investidor. Muitas vezes, o resultado final vale o preço mais alto.

Agora que você já sabe como as taxas de administração e de performance podem afetar a rentabilidade dos seus investimentos, que entender um pouco mais como elas impactam seus rendimentos? Confira o estudo que fizemos sobre fundos DI:

Leia mais ​  Fundo DI do seu banco: como as taxas corroem uma fatia dos rendimentos

Mariana Congo é Gerente de Conteúdo da Magnetis e jornalista especializada em finanças pessoais.

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  • Excelente texto! Um dos mais completos sobre as taxas cobradas pelos fundos. Esclareceu muita coisa para mim aqui.

    • Oi Johny! Que legal, ficou muito feliz em saber que te ajudou. Abraços 🙂

  • Francisco Giamelaro

    Mariana, parabéns pela matéria, muito instrutiva, tenho certeza que irá ajudar muito leitos do site, estou enviando o link para os meus contatos. abraços e continue assim….

    • Oi Francisco! Obrigada! 🙂 Fico muito feliz que foi útil. Abraço e vamos em frente!

  • Olá Fábio! Você está certo no seu comentário, por isso mesmo nós fizemos uma atualização no nosso FAQ para deixar claro isso: que, dependendo do resultados dos fundos multimercados, pode haver cobrança de taxa de performance, especialmente nas carteiras de riscos 3, 4 e 5.

    Para compartilhar um dado com você: uma análise nossa considerando a performance dos fundos nos últimos anos mostrou que com a cobrança da taxa de performance o custo total máximo chegou a 1,37% ao ano — contra 1,19% ao ano sem a taxa de performance.

    Muito obrigada pelo comentário e pela atenção! Abraço 😉