Tipos de investimento: conheça os principais!

por Mariana Congo | 26/02/2019

Tipos de investimentos

Existem diversos tipos de investimento no mercado financeiro. Escolher os melhores pode não parecer uma tarefa fácil, mas não se assuste! Preparamos um guia completo para ajudar você nessa escolha.

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Antes de começarmos, sabia que há diversos ativos em que você pode aplicar o seu dinheiro: imóveis, bens de consumo e aplicações financeiras. Neste post, vamos nos concentrar mais nesse último item.

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Em relação às aplicações financeiras, os principais tipos de investimento hoje disponíveis para qualquer pessoa no mercado são:

Investimentos de Renda Fixa

  • Poupança;
  • Tesouro Direto (Tesouro Selic, Tesouro IPCA, Tesouro Prefixado);
  • CDB (Certificado de Depósito Bancário);
  • LCI (Letra de Crédito Imobiliário);
  • LCA (Letra de Crédito do Agronegócio);
  • LC (Letra de Câmbio);
  • Debêntures;
  • Fundos de investimento;
  • Certificado de Operações Estruturadas (COE).

Investimentos de Renda Variável

  • Ações;
  • Fundos de ações;
  • Fundos multimercado;
  • Fundos imobiliários;
  • ETFs;
  • Derivativos;
  • Certificado de Operações Estruturadas (COE).

Quais são os tipos de investimento disponíveis no mercado?

Muitas aplicações financeiras lembram uma misteriosa sopa de letrinhas, como LCI e LCA. Outras, como o COE, são personalizadas e podem ter características tanto de renda fixa quanto de renda variável.

Além de compreender as propriedades de cada tipo de investimento, antes de tomar a sua decisão ainda é preciso pensar em risco, retorno, taxas, impostos…

Mas calma! Há um modo de enxergar esse cenário de forma bem mais simples.

A partir de agora, vamos te ajudar a ter uma visão mais clara sobre as características de cada um.

1 – Tipos de investimento classificados pelo tempo da aplicação

Você pode investir com diferentes percepções em relação à hora de sacar o dinheiro. Chamamos essa perspectiva de horizonte do investimento. Existem basicamente três tipos de horizonte:

  • curto prazo: investimentos feitos por até 1 ano;
  • médio prazo: investimentos entre 1 e 5 anos;
  • longo prazo: investimentos feitos com um horizonte acima dos 5 anos.

É claro, essa definição pode mudar dependendo das condições da economia do país.

Definir o horizonte do investimento é importante para saber qual liquidez essa aplicação precisa ter.

Explicamos melhor em outro post aqui no blog mas, de forma geral, a liquidez de um investimento é determinada pelo tempo necessário para resgatá-lo: quanto menos tempo demorar, mais líquido será esse investimento.

É bom lembrar que, quanto maior a liquidez, menores são os rendimentos. Os bancos e demais instituições precisam manter o capital aplicado pelo maior tempo possível, por isso oferecem vantagens para quem está disposto a deixar o dinheiro aplicado por mais tempo.

Mas nem por isso a aplicação de curto prazo deve ser vista como inviável; pelo contrário. Tudo depende do seu perfil e objetivos. Se você vai precisar do dinheiro no próximo ano, deve sim aplicar em um investimento de curto prazo.

Resumindo, a lógica é: quanto maior o risco, maior o retorno. Por isso, os tipos de investimento que apresentam o maior retorno geralmente não oferecem boa liquidez.

Investimentos são como empréstimos

Imagine a seguinte situação: sua prima Rosana há alguns meses inaugurou uma sorveteria que está fazendo um grande sucesso. Ela quer abrir mais lojas e busca recursos para financiar a expansão. Como ela sabe que você acaba de receber um bônus no trabalho, sonda seu interesse em financiar o projeto. “Você me dá R$ 100 mil hoje e devolvo R$ 120 mil daqui a um ano”, sugere.

O que Rosana acaba de propor é um empréstimo, o tipo mais comum de investimento. Quando você compra um CDB (Certificado de Depósito Bancário) de um banco, está fazendo exatamente o mesmo: emprestando dinheiro para esta instituição em troca de um ganho futuro, também conhecido como juros.

Qual será o seu retorno nesse investimento que Rosana propôs? Se você emprestar R$ 100 mil e receber de volta R$ 120 mil depois de um ano, vai ter um ganho de 20% sobre o valor investido.

Mas qual é o seu risco ao financiar Rosana nessa operação em que ela se torna sua devedora? É a possibilidade de que ela não seja capaz de pagar de volta o valor prometido. As novas lojas da sorveteria podem não ter o mesmo sucesso da primeira e Rosana ficar sem recursos para quitar parte do empréstimo ou ele todo. Isso é conhecido como risco de crédito, como explicamos no post Como escolher um bom investimento? Conheça os 3 principais critérios.

Uma vantagem da dívida com a Rosana é que o valor a ser recebido daqui a um ano já foi fixado de antemão. Pouco importa se o custo do leite usado na fabricação dos sorvetes subir ou se o inverno mais frio que o normal diminuir a demanda por sorvete. Você sabe que receberá R$ 120 mil – salvo um eventual calote da Rosana.

Qual é a liquidez desse financiamento? O dinheiro estará comprometido durante um ano, pois esse é o prazo acordado para que sua prima quite a dívida. Se você precisar desse dinheiro antes, ela não tem a obrigação de pagar.

Investimentos em títulos públicos

Há inúmeros tipos de investimento que são baseados em dívidas como a da Rosana. A diferença principal entre eles é quem é o devedor e qual é o risco de crédito que cada um apresenta.

Por incrível que pareça, o principal devedor no Brasil é o próprio governo. Isso porque, no passado, ele gastou mais dinheiro do que arrecadou e acabou acumulando enormes dívidas. À medida que essas dívidas vão vencendo, o governo emite novos títulos públicos que são comprados por instituições financeiras ou investidores como você.

Esse tipo de investimento é bastante popular por ser de risco muito baixo. Afinal, são mínimas as possibilidades de o governo não honrar a dívida e o investidor perder o dinheiro aplicado. Outro ponto positivo é que a liquidez é elevada, pois é possível vender os títulos com facilidade e resgatar o dinheiro antes do prazo do contrato. Por outro lado, o retorno é limitado à taxa contratada. A principal forma de investir em títulos públicos é por meio do Tesouro Direto.

Investimentos em poupança, CDB e outros títulos de bancos

Outro tipo de investimento baseado em dívida é aquele em que quem toma o empréstimo são os bancos. Pode parecer estranho à primeira vista, já que o mais comum é uma pessoa pedir empréstimo a uma instituição financeira. Porém, o inverso também acontece e é fundamental para que os bancos tenham recursos suficientes para oferecer financiamentos a seus clientes.

A operação de emprestar a um banco envolve a compra de títulos emitidos por ele em troca de um rendimento futuro. O risco dessa aplicação vai depender da reputação do banco emissor. Geralmente, os grandes bancos brasileiros são considerados sólidos e, portanto, o risco é muito baixo. Além disso, há o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que assegura aplicações de até R$ 250 mil caso o banco quebre. Aprenda nesse post como investir para ficar dentro do limite de garantia do FGC.

A rentabilidade dessa aplicação geralmente é conservador, em linha com os títulos públicos. Porém, pode ser maior no caso de instituições financeiras de menor porte que apresentem maior risco de crédito. A taxa de remuneração oferecida também pode ser mais elevada se o investidor aceitar comprar títulos com prazos de vencimentos mais longos e portanto ter menor liquidez.

Nesta categoria de investimento em títulos privados de renda fixa estão enquadrados o CDB, as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e as Letras de Crédito Imobiliário (LCI). Podemos incluir aqui também a poupança, que muitas pessoas, erroneamente, acreditam estar associada a um risco do governo, quando na verdade envolvem um risco do banco.

Para que você tenha um exemplo bem prático, um CDB emitido por um banco grande paga hoje em torno de 85% do CDI em um ano. Já os de instituições menores podem chegar a 115% do CDI no mesmo período.

Debêntures, os títulos emitidos por empresas

Assim como o governo e os bancos, muitas empresas costumam tomar empréstimos para financiar seus projetos de médio e longo prazos ou para gerenciar dívidas preexistentes. Comprar os títulos emitidos por elas – as chamadas debêntures – pode ser uma oportunidade de obter um bom rendimento.

Neste tipo de investimento, o risco de crédito depende da companhia que toma o empréstimo. Portanto, é importante se informar bem antes de comprar os papéis. O retorno tende a ser proporcional ao risco. Logo, para riscos maiores, as possibilidades de rendimento costumam ser grandes, normalmente superiores às de títulos públicos e de títulos privados de bancos e financeiras. Já a liquidez pode oscilar conforme as condições do mercado.

A taxa de remuneração das principais debêntures é hoje cerca de 4% ao ano mais o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), dependendo da solidez financeira da empresa emissora. Essa rentabilidade pode ser maior à medida que o prazo também aumente.

Agora você já conhece o tipo mais comum de investimento: títulos de dívida, que consistem em emprestar dinheiro a alguma instituição (governo, bancos, financeiras ou empresas) em troca de uma remuneração futura. Agora vamos falar sobre outros dois grupos: ações de empresas e ativos reais, como imóveis.

Investimentos em ações

Lembra daquela história de que sua prima Rosana propôs pegar seu dinheiro emprestado para investir na expansão da sorveteria? Pois imagine que ela lhe faz uma nova proposta: em vez de pedir um empréstimo, oferece a você uma pequena participação no negócio.

Você não teria que trabalhar na empresa nem se envolver nas decisões. A gestão continuaria sendo feita pela Rosana. Seu papel seria entrar com R$ 100 mil e, como recompensa, você receberia uma parte dos lucros futuros. Rosana calcula que poderia lhe pagar pelo menos R$ 20 mil todo ano, o equivalente a 20% do total investido. No entanto, ela não tem como garantir esse valor, pois depende diretamente do desempenho da companhia.

O risco que você corre, neste caso, é que a sorveteria não vá tão bem como sua prima planeja e que seu retorno seja menor do que o esperado ou eventualmente nem ocorra.

Esta é a situação em que você se enquadra quando compra ações de uma companhia de capital aberto, listada na bolsa de valores, e se torna um sócio minoritário. Você participa de um empreendimento de risco, sem garantia de retorno do dinheiro aplicado.

Comprar ações é basicamente fazer uma aposta no sucesso de uma empresa. Se tudo correr bem, você, como acionista, receberá parte dos lucros. Também poderá vender sua participação por um valor maior do que o inicial. Por outro lado, se o negócio tiver prejuízo ou até mesmo fracassar, você não obterá os rendimentos imaginados e ainda poderá perder o valor investido.

O retorno deste tipo de investimento não pode ser previsto de antemão, mas costuma ser proporcional ao risco assumido. Ou seja, o investidor está disposto a arcar com perdas em troca da possibilidade de um retorno muito acima do que seria proporcionado por um título de dívida. Dizemos que o retorno esperado é alto.

Para se ter uma ideia, o índice Ibovespa, principal indicador de ações do mercado brasileiro, teve valorização média de 12,23% ao ano no período desde o início do Plano Real em 1994 até o fim de 2015. Houve, porém, períodos de forte baixa e alta durante esse período. O ano mais favorável foi 1999, com alta de 151%, e o pior 1998, com baixa de 41%.

A liquidez das ações varia de empresa para empresa, mas normalmente é alta. Você consegue negociar papéis de companhias abertas a qualquer momento e ter seu dinheiro de volta em três dias.

Investimentos em ativos reais

Existe um terceiro tipo de investimento que agrupamos num guarda-chuva que chamamos de “ativos reais”. Ele inclui, por exemplo, a compra de imóveis e a aquisição ou abertura de uma empresa.

Para compreender bem como funciona este grupo, imagine que a prima Rosana viesse com mais uma proposta. Ela sugere que você compre uma casa avaliada em R$ 100 mil para instalar uma nova loja da sorveteria. Rosana promete pagar um aluguel de R$ 1.250 todos os meses, totalizando R$ 15 mil ao ano, ou seja, um rendimento anual de 15%. Também diz que vai reajustar o valor do aluguel a cada 12 meses, compensando a inflação do período.

Como a região em que a casa está vai receber uma nova estação do metrô em breve, são grandes as chances de você conseguir vendê-la no futuro por um valor bem maior do que o atual. Este é um ponto, sem dúvida, positivo. Pesa também aquela sensação que você aprendeu a valorizar desde pequeno de que adquirir um imóvel é um investimento sólido.

Por outro lado, é preciso considerar que, se Rosana por algum motivo precisar desocupar a casa, você corre o risco de demorar a ter outro inquilino e ficar sem receber aluguel durante algum tempo. Pode também acontecer de você precisar do dinheiro do imóvel e ter dificuldade para vendê-lo rapidamente e ser obrigado a vendê-lo por um valor menor do que o de mercado.

Investir em imóveis envolve todas essas variáveis. O risco é considerado moderado. Normalmente, espera-se que os imóveis se valorizem todo ano. Porém, também existe o risco de depreciação. Seja por causa de uma conjuntura econômica – como nos últimos anos – ou por algum fator externo (por exemplo: a região do imóvel se torna violenta e isso desvaloriza as propriedades).

É importante atentar também para a baixa liquidez, uma característica do investimento não apenas em imóveis, mas também em outros ativos reais.

Fica claro, portanto, por esse exemplo referente a um imóvel, que o investimento em ativos reais pode oferecer oportunidades interessantes em termos de risco e retorno, mas é preciso ponderar também a questão da liquidez. Você deve ter certeza de que a combinação desses três elementos centrais para um bom investimento funciona para você e seus objetivos.

Diferença entre investimentos em renda fixa e variável

Em resumo, existem variados tipos de investimento disponíveis, como ações, títulos públicos, fundos de investimentos, LCI, LCA, CDB, debêntures e caderneta de poupança. É usual dividir esses investimentos entre os de renda fixa e os de renda variável, o que tem a ver com possibilidade de o investidor saber de antemão como serão os resultados de sua aplicação.

Os investimentos de renda fixa são aqueles em que a remuneração (ou o cálculo dela) é conhecida já no momento da aplicação. Nesse caso, a remuneração é definida com base em uma taxa de juros, ou índice, podendo ser conhecida antes mesmo da realização do investimento. Como no exemplo de Rosana, que ao propor pagar R$ 120 mil por um empréstimo de R$ 100 mil já definiu qual seria a remuneração (20% em um ano).

É nesse grupo que podemos colocar caderneta de poupança, títulos públicos, CDBs, LCIs, LCAs, fundos de renda fixa e debêntures.

Consequentemente, investindo em renda variável, ou seja, em ações, não é possível conhecer com exatidão a remuneração a ser recebida ou sua forma de cálculo no momento da aplicação. O motivo disso é que ela pode variar de acordo com o mercado e suas oscilações.

Agora que já falamos da lógica do mercado de aplicações financeiras, vamos agora detalhar um pouco sobre características específicas de cada tipo de investimento.

Tipos de investimento no Tesouro Direto

Um ponto especial no que diz respeito à renda fixa é o Tesouro Direto, ou seja, títulos da dívida pública ofertados pelo governo visando à captação de recursos para seus projetos. O Tesouro funciona como um empréstimo que o investidor faz para o país, obrigando o governo a pagar o valor emprestado com o acréscimo de um valor atrelado a um índice que pode ser a inflação, os juros ou taxa Selic.

Dessa forma, os títulos do Tesouro Direto podem ser:

  • check prefixados (taxa de juros pré-determinada);
  • check pós-fixados (taxa de juros indexada a outro indicador).

Quanto à forma de pagamento de juros, ela pode ser:

  • check semestral: paga nos meses de janeiro e julho de cada ano;
  • check paga somente no vencimento do título.

Tipos de investimento de baixo risco além da poupança

Tradicionalmente vista como o principal investimento do país, a poupança tem apresentado rentabilidade inferior à de outras opções, o que faz com que o seu espaço no mercado financeiro deva ser repensado. Nesse sentido, outras oportunidades se apresentam; além do já citado Tesouro Direto, existem também algumas alternativas interessantes. Saiba quais são elas:

Certificado de Depósito Bancário (CDB)

Lembra do exemplo da prima Rosana? Na prática, o CDB é bem parecido com o Tesouro Direto, mas com a diferença de que no CDB o dinheiro é emprestado a um banco em troca de uma remuneração com juros. Consequentemente, tanto o risco quanto o retorno são proporcionais à solidez dessa instituição, o que significa que cabe ao investidor se informar a respeito da segurança do banco para garantir menores riscos e maiores lucros.

Com incidência de Imposto de Renda, ainda assim é possível ter maiores lucros no CDB do que na poupança, isenta de IR. O segredo é escolher bem entre as opções de títulos pré e pós-fixados para investir na solução ideal para os seus interesses.

Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio (LCI e LCA)

Tidas como de baixo risco, as Letras de Crédito também remuneram mais do que a poupança, mas com uma diferença em relação aos CDB: não existe a cobrança de Imposto de Renda, entretanto, uma vez que você investe numa Letra de Crédito, não pode retirar o seu dinheiro até o vencimento da aplicação.

É bom lembrar que tanto as LCI e as LCA quanto os CDB são protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos, ou seja, caso a instituição que toma o dinheiro emprestado quebre, o FGC cobre o prejuízo de até 250 mil reais.

Tipos de investimento em fundos

Existe ainda os chamados fundos de investimento. Na prática, seu funcionamento é bastante simples, ou seja, os investidores são donos de uma cota e pagam uma taxa para que determinada pessoa cuide do conjunto de cotas para benefício de todos.

Pense num condomínio em que existem vários apartamentos. A lógica é parecida. No condomínio você paga uma taxa que te garante fazer uso dos diferentes serviços e, além disso, é preciso que todos os moradores respeitem as regras para que o prédio funcione bem. Da mesma forma é com os fundos de investimentos. Neles, existem pessoas que coordenam as atividades, sempre respeitando o que foi previamente acordado e deixando você mais tranquilo em relação ao dinheiro aplicado.

Os fundos podem ser:

Fundo de renda fixa

Quando o fundo tem a maior parte de suas aplicações em ativos de renda fixa.

Fundo de ações

Quando as aplicações são concentradas em títulos da Bolsa de Valores.

Fundo multimercado

Quando a carteira de investimentos é diversificada, com diversas aplicações diferentes, sejam elas de renda fixa, variável, entre outras.

Fundo cambial

Quando mais de 80% dos investimentos estão relacionados à variação de preços de moeda estrangeira ou taxa de juros.

Fundo de curto prazo

São investimentos concentrados em títulos públicos privados ou federais com baixo risco no mercado.

Fundo referenciado

Quando a maioria dos investimentos é feita em títulos públicos federais e/ou em títulos privados.

Tipos de investimento na Bolsa

Quando investe na Bolsa, você compra ações, ou seja, pequenas partes do patrimônio da empresa que coloca essa fração no mercado. As ações podem ser de diferentes tipos. Basicamente, elas são ordinárias e preferenciais.

e na Bolsa, você compra ações, ou seja, pequenas partes do patrimônio da empresa que coloca essa fração no mercado. As ações podem ser de diferentes tipos. Basicamente, elas são ordinárias e preferenciais.

As ações ordinárias dão direito ao investidor de tomar decisões em relação à empresa, ou seja, direito ao voto. Já as ações preferenciais dão direito ao investidor de receber parte dos lucros da empresa, mas sem poder de decisão sobre ela.

Qual é o melhor tipo de investimento?

Enfim, são muitas as possibilidades. Fato é que tudo depende do seu perfil. Em resumo, se você for mais conservador e pretende proteger o seu capital, o ideal é investir em renda fixa. Caso seja mais arrojado e esteja em busca de maiores ganhos, a renda variável é uma opção mais interessante.

Considere isso antes de investir e trabalhe sempre com metas, sejam elas de curto, médio e longo prazo, procurando diversificar a sua carteira de investimentos. Esse é um caminho para investir racionalmente e ter melhores resultados.

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(Post originalmente publicado em julho de 2018)

Tipos de investimento: conheça os principais!
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